Sagrada Esperança livre de sanções da CAF

  • Equipa do Sagrada Esperança da Lunda Norte
Luanda - O Sagrada Esperança da Lunda Norte está livre de qualquer penalização por parte da Confederação Africana de Futebol (CAF), decorrente da sua desistência da Taça da Confederação.

Este facto surge na sequência de uma decisão do Comité Executivo da instituição, na reunião decorrida dia 15 último em Yaoundé, Camarões.

Em comunicado divulgado no domingo, a que a ANGOP teve acesso nesta segunda-feira, a CAF dá conta de uma amnistia para todas as equipas desistentes, devido à pandemia da Covid-19.

A nota da CAF informa que devido às condições imprevistas da pandemia registaram-se várias desistências em diferentes provas, motivadas pelas restrições de viagens impostas pelos governos.

Em condição normal tal procedimento resultaria em suspensão nas edições seguintes e sanção financeira, de acordo com o regulamento do órgão continental.

No princípio deste mês, o Sagrada Esperança anunciou a desistência na Taça da Confederação quando devia defrontar o Orlando Pirates da África do Sul, em desafio da segunda mão das preliminares de acesso à fase de grupos, após derrota por 0-1 no país.

Na ocasião, em declarações à ANGOP, a direcção do clube justificou a decisão alegando o risco de exposição dos atletas à nova estirpe da Covid-19 na África do Sul.

Campeão nacional em 2005 e da Taça de Angola (1988 e 1999), o Sagrada Esperança já participou em três ocasiões na Taça da Confederação, em 1992 (eliminado na segunda fase), 1998 (primeira fase) e 2016  (quartos-de-final).

Evoluiu, também, por duas vezes na Liga dos Campeões, designadamente em 2005 (primeira fase) e 2006 (preliminares).

 

Este facto surge na sequência de uma decisão do Comité Executivo da instituição, na reunião decorrida dia 15 último em Yaoundé, Camarões.

Em comunicado divulgado no domingo, a que a ANGOP teve acesso nesta segunda-feira, a CAF dá conta de uma amnistia para todas as equipas desistentes, devido à pandemia da Covid-19.

A nota da CAF informa que devido às condições imprevistas da pandemia registaram-se várias desistências em diferentes provas, motivadas pelas restrições de viagens impostas pelos governos.

Em condição normal tal procedimento resultaria em suspensão nas edições seguintes e sanção financeira, de acordo com o regulamento do órgão continental.

No princípio deste mês, o Sagrada Esperança anunciou a desistência na Taça da Confederação quando devia defrontar o Orlando Pirates da África do Sul, em desafio da segunda mão das preliminares de acesso à fase de grupos, após derrota por 0-1 no país.

Na ocasião, em declarações à ANGOP, a direcção do clube justificou a decisão alegando o risco de exposição dos atletas à nova estirpe da Covid-19 na África do Sul.

Campeão nacional em 2005 e da Taça de Angola (1988 e 1999), o Sagrada Esperança já participou em três ocasiões na Taça da Confederação, em 1992 (eliminado na segunda fase), 1998 (primeira fase) e 2016  (quartos-de-final).

Evoluiu, também, por duas vezes na Liga dos Campeões, designadamente em 2005 (primeira fase) e 2006 (preliminares).