Mário Soares regressa ao Desportivo da Huíla 

  • Desportivo da Huíla
Lubango - O técnico Mário Soares regressou ao comando da equipa de futebol do Desportivo da Huíla, após sete meses ao serviço do 1º de Agosto, confirmou hoje à ANGOP o próprio.

Mário Soares substitui André Makanga, que se demitiu, domingo último, devido aos maus resultados no Girabola2020-21.

Em declarações, por telefone, o novo técnico informou que chega ao Lubango quarta-feira e será apresentado no mesmo dia.

Mário Soares dirigiu já o Desportivo da Huíla de 2017 a 2020, sendo responsável pela melhor classificação da equipa num campeonato nacional da primeira divisão (3º lugar na época 2018/19) e presença na final da Taça de Angola, em 2018.

Admite ter pela frente um trabalho “árduo”, que passa pela vertente muscular e intelectual, dada a pressão emocional da equipa na perspectiva de melhorar a classificação.

“Reconheço que isso passa por formar um esqueleto coeso, que possa jogar de igual para com outras formações. Por se tratar de uma equipa em que já trabalhei por muitos anos, a humanização será igualmente uma das grandes armas para um bom desempenho que se pretende”, disse.

Referiu que no curto espaço de tempo no 1º de Agosto entendeu melhor os níveis de treinamento e métodos de actuação para a dinâmica que se impõe.

O Desportivo da Huíla ocupa o 13º lugar do Girabola com 10 pontos. A prova é liderada pelo Petro com 25, seguido do Bravos do Maquis (23) e Interclube (22), enquanto o Sporting de Cabinda é último classificado com sete pontos.

 

 

Mário Soares substitui André Makanga, que se demitiu, domingo último, devido aos maus resultados no Girabola2020-21.

Em declarações, por telefone, o novo técnico informou que chega ao Lubango quarta-feira e será apresentado no mesmo dia.

Mário Soares dirigiu já o Desportivo da Huíla de 2017 a 2020, sendo responsável pela melhor classificação da equipa num campeonato nacional da primeira divisão (3º lugar na época 2018/19) e presença na final da Taça de Angola, em 2018.

Admite ter pela frente um trabalho “árduo”, que passa pela vertente muscular e intelectual, dada a pressão emocional da equipa na perspectiva de melhorar a classificação.

“Reconheço que isso passa por formar um esqueleto coeso, que possa jogar de igual para com outras formações. Por se tratar de uma equipa em que já trabalhei por muitos anos, a humanização será igualmente uma das grandes armas para um bom desempenho que se pretende”, disse.

Referiu que no curto espaço de tempo no 1º de Agosto entendeu melhor os níveis de treinamento e métodos de actuação para a dinâmica que se impõe.

O Desportivo da Huíla ocupa o 13º lugar do Girabola com 10 pontos. A prova é liderada pelo Petro com 25, seguido do Bravos do Maquis (23) e Interclube (22), enquanto o Sporting de Cabinda é último classificado com sete pontos.