Tumulto suspende velório de Maradona

  • Diego Maradona quando conquistou a copa do mundo em 1986
Luanda - Um dia após a morte do astro de futebol, o argentino Diego Armando Maradona, continuam as incidências em torno do sucedido, a última das quais dão conta da suspensão temporária do velório.

A decisão foi tomada devido aos confrontos de populares à porta da Casa Rosada, o palácio presidencial da Argentina, onde está corpo do antigo futebolista, segundo à imprensa internacional.

O velório público de homenagem a Diego Maradona, que morreu na quarta-feira, aos 60 anos, após uma paragem cardiorespiratória, teve início às 6 horas desta quinta-feira, em Buenos Aires.

O seu enterro terá também honras de Estado e as cerimónias fúnebres decorrerão durante três dias.

O corpo de Diego Maradona será sepultado num cemitério dos arredores de Buenos Aires, onde descansam eternamente os seus pais.

Em outro momento, Matias Morla, advogado de Diego Maradona, emitiu esta quinta-feira um comunicado, onde acusa as autoridades de saúde de não terem dado a devida assistência ao antigo craque argentino, que recuperava em casa, depois de ter sido submetido a uma intervenção cirúrgica à cabeça.

O jurista afirmou que durante 12 horas o amigo não teve "atenção e a vigilância por parte do pessoal de saúde", além de a ambulância ter demorado mais de meia hora a chegar.

Já o médico Alfredo Cahe, que trabalhou com El Pibe por mais de 30 anos, incluindo durante o tratamento de reabilitação a que foi submetido em Cuba, questionou algumas decisões médicas levadas a cabo nos últimos dias de vida do antigo craque.

"Ele faleceu de uma forma pouco inesperada, e é preciso ter uma noção do que realmente aconteceu. Devia haver um médico em permanência no quarto de Diego”, disse.

Falando à imprensa argentina, acrescentou que o “check-up” cardiovascular, em seu entender, não foi total, ou seja, não foi feito como deveria.

Alfredo Cahe questiona, inclusivamente, a cirurgia ao cérebro a que Maradona foi sujeito, com vista a debelar um hematoma subdural.

"Soube que uma parte dos médicos considerou que não era necessário ele ser operado de forma imediata, enquanto outros diziam que era urgente”, referiu.

A carreira futebolistica de Maradona, de 1976 a 1997, ficou marcada pela conquista, pela Argentina, do Campeonato do Mundo de 1986, no México, dois títulos italianos e uma Taça UEFA ao serviço dos italianos do Nápoles.

A decisão foi tomada devido aos confrontos de populares à porta da Casa Rosada, o palácio presidencial da Argentina, onde está corpo do antigo futebolista, segundo à imprensa internacional.

O velório público de homenagem a Diego Maradona, que morreu na quarta-feira, aos 60 anos, após uma paragem cardiorespiratória, teve início às 6 horas desta quinta-feira, em Buenos Aires.

O seu enterro terá também honras de Estado e as cerimónias fúnebres decorrerão durante três dias.

O corpo de Diego Maradona será sepultado num cemitério dos arredores de Buenos Aires, onde descansam eternamente os seus pais.

Em outro momento, Matias Morla, advogado de Diego Maradona, emitiu esta quinta-feira um comunicado, onde acusa as autoridades de saúde de não terem dado a devida assistência ao antigo craque argentino, que recuperava em casa, depois de ter sido submetido a uma intervenção cirúrgica à cabeça.

O jurista afirmou que durante 12 horas o amigo não teve "atenção e a vigilância por parte do pessoal de saúde", além de a ambulância ter demorado mais de meia hora a chegar.

Já o médico Alfredo Cahe, que trabalhou com El Pibe por mais de 30 anos, incluindo durante o tratamento de reabilitação a que foi submetido em Cuba, questionou algumas decisões médicas levadas a cabo nos últimos dias de vida do antigo craque.

"Ele faleceu de uma forma pouco inesperada, e é preciso ter uma noção do que realmente aconteceu. Devia haver um médico em permanência no quarto de Diego”, disse.

Falando à imprensa argentina, acrescentou que o “check-up” cardiovascular, em seu entender, não foi total, ou seja, não foi feito como deveria.

Alfredo Cahe questiona, inclusivamente, a cirurgia ao cérebro a que Maradona foi sujeito, com vista a debelar um hematoma subdural.

"Soube que uma parte dos médicos considerou que não era necessário ele ser operado de forma imediata, enquanto outros diziam que era urgente”, referiu.

A carreira futebolistica de Maradona, de 1976 a 1997, ficou marcada pela conquista, pela Argentina, do Campeonato do Mundo de 1986, no México, dois títulos italianos e uma Taça UEFA ao serviço dos italianos do Nápoles.