Vela angolana entra em cena na Enoshima

  • Vela angolana com participação modesta em Tóquio (Arquivo)
Luanda – Os Jogos Olímpicos são manifestações desportivas imbuidas de espírito de paz e “fair-play” e quis o destino que a modalidade de vela, nesta edição que decorre em Tóquio (Japão), tenha como palco Kanagawa, localidade de Enoshima.

Angola entra no mar a partir dessa quarta-feira, com a dupla Matias Montinho e Paixão Afonso, na especialidade de 470, numa competição de 2020, mas que decorre um ano depois devido à pandemia da Covid -19.

Trata-se da terceira presença num evento do género, depois da estreia em Barcelona em 1992, Rio de Janeiro em 2016, onde, tal como desta vez, Angola participa por mérito da qualificação mercê da conquista do Campeonato Africano da categoria.   

No Rio de Janeiro, o país esteve representado na classe Laser Standard com o velejador Manuel Lelo, actual seleccionador, que se classificou na última posição (46º lugar) com 390 pts em 11 regatas. A prova foi ganha pelo australiano Tom Burtom, com 73 pts.

Em entrevista à ANGOP, antes da partida para Tóquio, o chefe de delegação da vela, Nuno Gomes, garantiu que o grupo aspira posições de pódio.
 
Concentrados no palco da prova desde a madrugada de dia 15 deste mês, os atletas aprimoraram as técnicas de navegação, reconhecimento dos ventos na cidade, a cerca de 80 km da capital japonesa de Tóquio.
 
 No entanto, a selecção iniciou a preparação em Novembro de 2020,em Luanda, período marcado por duas semanas de paragem por falta do pagamento do prémio da medalha de ouro conquistada no Campeonato Africano, situação depois ultrapassada.

A prova de Enoshima é composta por 10 regatas, em partida única. Sagra-se campeã a selecção que terminar com menos tempo no cômputo geral.            

A delegação nacional na competição nipónica conta também com o andebol feminino, atletismo, natação e judo, esta última já eliminada.

 

Angola entra no mar a partir dessa quarta-feira, com a dupla Matias Montinho e Paixão Afonso, na especialidade de 470, numa competição de 2020, mas que decorre um ano depois devido à pandemia da Covid -19.

Trata-se da terceira presença num evento do género, depois da estreia em Barcelona em 1992, Rio de Janeiro em 2016, onde, tal como desta vez, Angola participa por mérito da qualificação mercê da conquista do Campeonato Africano da categoria.   

No Rio de Janeiro, o país esteve representado na classe Laser Standard com o velejador Manuel Lelo, actual seleccionador, que se classificou na última posição (46º lugar) com 390 pts em 11 regatas. A prova foi ganha pelo australiano Tom Burtom, com 73 pts.

Em entrevista à ANGOP, antes da partida para Tóquio, o chefe de delegação da vela, Nuno Gomes, garantiu que o grupo aspira posições de pódio.
 
Concentrados no palco da prova desde a madrugada de dia 15 deste mês, os atletas aprimoraram as técnicas de navegação, reconhecimento dos ventos na cidade, a cerca de 80 km da capital japonesa de Tóquio.
 
 No entanto, a selecção iniciou a preparação em Novembro de 2020,em Luanda, período marcado por duas semanas de paragem por falta do pagamento do prémio da medalha de ouro conquistada no Campeonato Africano, situação depois ultrapassada.

A prova de Enoshima é composta por 10 regatas, em partida única. Sagra-se campeã a selecção que terminar com menos tempo no cômputo geral.            

A delegação nacional na competição nipónica conta também com o andebol feminino, atletismo, natação e judo, esta última já eliminada.