Administração de Cambambe estimula actividade comercial

  • Exposição de frutas na Expo/Cuanza Norte
Cambambe - Uma feira do Produtor/Empreendedor está a decorrer, desde quinta-feira, na cidade do Dondo, município do Cambambe, com o objectivo de estimular a troca de experiência e a actividade comercial na região.

Nesta primeira edição, o certame conta com 10, dos quarentas expositores inscritos.

Apesar da fraca participação, alguns expositores louvaram a iniciativa e sugeriram que haja melhor organização e divulgação da próxima edição.

Este foi o caso da agricultora Emília Francisco Bernardo, que viu o stand vazio, poucos minutos depois da abertura do certame.

Para a produtora, que faz parte da cooperativa NAQ- Ngola Kiluanji, situada na comuna de Massangano, a falta de apoio para a transportação dos produtos desencorajou a participação de muitos camponeses.

Alberto Miúdo, da cooperativa Mãos Largas destacou a importância da feira como oportunidade de negócios e troca de experiências, mas ficou insatisfeito com o nível de organização.

Apontou as condições das vias de acesso para as áreas de cultivo como uma das causas da fraca participação dos produtores.

Disse que os expositores não tiveram o apoio da Administração e ficaram sem alternativas, porque o estado das vias tem desencorajado os fretadores de camiões a chegar às áreas de cultivo.

O administrador do Cambambe, Adão António Malungo, minimizou as falhas registadas que considerou "próprias de fases iniciais" e valorizou a boa vontade dos expositores.

Adão Malungo esclareceu que a intenção da Administração é promover ambiente de negócio para produtores, assim como as potencialidades agrícolas locais e anunciou que as feiras serão trimestrais.

Quanto às dificuldades de acesso aos campos agrícolas, informou que o Governo do Cuanza Norte tem disponível um kit de manutenção de estradas, destinado à melhoria das vias terciárias.

 

Nesta primeira edição, o certame conta com 10, dos quarentas expositores inscritos.

Apesar da fraca participação, alguns expositores louvaram a iniciativa e sugeriram que haja melhor organização e divulgação da próxima edição.

Este foi o caso da agricultora Emília Francisco Bernardo, que viu o stand vazio, poucos minutos depois da abertura do certame.

Para a produtora, que faz parte da cooperativa NAQ- Ngola Kiluanji, situada na comuna de Massangano, a falta de apoio para a transportação dos produtos desencorajou a participação de muitos camponeses.

Alberto Miúdo, da cooperativa Mãos Largas destacou a importância da feira como oportunidade de negócios e troca de experiências, mas ficou insatisfeito com o nível de organização.

Apontou as condições das vias de acesso para as áreas de cultivo como uma das causas da fraca participação dos produtores.

Disse que os expositores não tiveram o apoio da Administração e ficaram sem alternativas, porque o estado das vias tem desencorajado os fretadores de camiões a chegar às áreas de cultivo.

O administrador do Cambambe, Adão António Malungo, minimizou as falhas registadas que considerou "próprias de fases iniciais" e valorizou a boa vontade dos expositores.

Adão Malungo esclareceu que a intenção da Administração é promover ambiente de negócio para produtores, assim como as potencialidades agrícolas locais e anunciou que as feiras serão trimestrais.

Quanto às dificuldades de acesso aos campos agrícolas, informou que o Governo do Cuanza Norte tem disponível um kit de manutenção de estradas, destinado à melhoria das vias terciárias.