Agentes de navegação e transitários esclarecidos sobre nova política cambial

  • Um ângulo do  Porto
Lobito - O Conselho de Administração do Porto do Lobito, na província de Benguela, esclareceu, esta quarta-feira, os agentes de navegação e transitários sobre o funcionamento da nova política cambial da empresa, soube hoje a ANGOP.

Na nova política cambial, baseada num instrutivo do Banco Nacional de Angola (BNA), salta a vista a alteração das facturas do Porto que passam a vir com a descrição unicamente em dólares, ao contrário da moeda nacional Kwanza, que vigorava até a bem pouco tempo.

O regulamento sobre exploração dos Portos foi outro assunto abordado, no sentido de apelar os agentes sobre o seu cumprimento, já que tem ocorrido graves violações, de acordo com a administradora para a área comercial e operações, Janet Matana.

Segundo ela, há recorrência de alguns agentes de navegação que enviam manifestos de carga 24 horas após a atracagem dos navios e o Porto fica sem a informação completa.

"Às vezes os direitos portuários e alfandegários não estão devidamente liquidados ou acautelados, criando embaraços", sublinhou.

Janet Matana explicou que aquela empresa portuária precisa de ter uma parceria com os agentes que garanta o cumprimento de procedimentos internacionais.

"O Porto faz parte do Pacto Global e por isso é fiscalizado por organizações internacionais", sublinhou.

Fez saber ainda que a área do "compliance" tem estado a criar condições para que tudo esteja em conformidade.

Já o Presidente do Conselho de Administração do Porto do Lobito, Celso Rosas, reafirmou que a sua equipa pretende fazer da infra-estrutura uma empresa de referência em Angola.

"Estão proibidas quaisquer práticas de comissões ou desvios de valores de quem quer que seja, para facilitar alguma operação portuária. Se isso acontecer, denunciem", aconselhou.

Estiveram presentes, a Sea Trade, Maersk, Naiber, Nile-Dutch, Bollore, MSC, Unicargas, entre outros agentes de navegação e transitários.

Na nova política cambial, baseada num instrutivo do Banco Nacional de Angola (BNA), salta a vista a alteração das facturas do Porto que passam a vir com a descrição unicamente em dólares, ao contrário da moeda nacional Kwanza, que vigorava até a bem pouco tempo.

O regulamento sobre exploração dos Portos foi outro assunto abordado, no sentido de apelar os agentes sobre o seu cumprimento, já que tem ocorrido graves violações, de acordo com a administradora para a área comercial e operações, Janet Matana.

Segundo ela, há recorrência de alguns agentes de navegação que enviam manifestos de carga 24 horas após a atracagem dos navios e o Porto fica sem a informação completa.

"Às vezes os direitos portuários e alfandegários não estão devidamente liquidados ou acautelados, criando embaraços", sublinhou.

Janet Matana explicou que aquela empresa portuária precisa de ter uma parceria com os agentes que garanta o cumprimento de procedimentos internacionais.

"O Porto faz parte do Pacto Global e por isso é fiscalizado por organizações internacionais", sublinhou.

Fez saber ainda que a área do "compliance" tem estado a criar condições para que tudo esteja em conformidade.

Já o Presidente do Conselho de Administração do Porto do Lobito, Celso Rosas, reafirmou que a sua equipa pretende fazer da infra-estrutura uma empresa de referência em Angola.

"Estão proibidas quaisquer práticas de comissões ou desvios de valores de quem quer que seja, para facilitar alguma operação portuária. Se isso acontecer, denunciem", aconselhou.

Estiveram presentes, a Sea Trade, Maersk, Naiber, Nile-Dutch, Bollore, MSC, Unicargas, entre outros agentes de navegação e transitários.