AIPEX e DEIK assinam memorando

Ankara (Dos enviados especiais) – O Conselho de Relações Económicas com o Exterior da Turquia (DEIK) e a Agência de Investimentos Privado e Produção das Exportações (AIPEX) rubricaram essa quarta-feira, um acordo para a criação de Conselho de Negócios.

O instrumento, de acordo com o presidente da AIPEX, Henrique da Silva, está a ser criado para proporcionar maior aproximação entre o sector empresarial turco e angolano, através das duas agências encarregues de lhe darem com o sector privado.

O mesmo visa, na actual dinâmica, a materialização de encontros na Turquia e em Angola, de maneira intercalada, ou seja, pelo menos dois encontros em cada ano.

É propósito das partes, através do Conselho Executivo deste Conselho a ser criado, permitir que ao nível do comité executivo seja possível reunir e actualizar as agendas e os temas a abordar nesses encontros.

Segundo Henriques da Silva, esta é uma forma que se está a proporcionar para que os resultados esperados se possam materializar.

“Esses instrumentos são importantes, porque comprometem as partes, cada uma dentro da sua zona de conforto do ponto de vista da sua atuação”, expressou.

Noutro domínio, o presidente da AIPEX disse que o Fórum Empresarial Angola – Turquia foi marcante, primeiro por ter sido o primeiro e por estar acompanhado da presença do Presidente João Lourenço.

Disse que do lado turco estão a ser reconhecidos os esforços e as reformas feitas em Angola para a melhoria do ambiente de negócios, tendo exemplificado o caso de uma empresa turca que se tem destacado em Angola, no ramo da siderurgia e da exploração mineira.

Quanto à balança comercial, o responsável afirmou que pode ser melhorada, ou seja, os valores mencionados pelas delegações dos dois países estão muito aquém das verdadeiras potencialidades.

Lembrou que a delegação turca anunciou um aumento de USD 175 milhões para USD 500 milhões desta bancada, tendo afirmado que Angola terá de dinamizar todas as actividades possíveis de desenvolver no sector agrícola, com a exportação de determinados produtos como as frutas tropicais.

“Aqui este mercado consome bastante e oriundo de outros destinos do mundo. Ao verificarmos aqui o papel da Turquia como hobe regional, com uma abrangência de cerca de um bilião de pessoas na região. Temos que trabalhar e na sequencia desse evento começar a dinamizar todas as accoes”, disse.

A balança comercial entre os dois países é desfavorável para Angola. Dados da Administração Geral Tributária (AGT) indicam que, de 2015 a 2020, o país africano realizou importações da Turquia no valor de USD mil milhões 702 milhões 737 mil e 951, enquanto as exportações no mesmo período foram de apenas USD 41 milhões 960 mil e 419.
 

 

 

O instrumento, de acordo com o presidente da AIPEX, Henrique da Silva, está a ser criado para proporcionar maior aproximação entre o sector empresarial turco e angolano, através das duas agências encarregues de lhe darem com o sector privado.

O mesmo visa, na actual dinâmica, a materialização de encontros na Turquia e em Angola, de maneira intercalada, ou seja, pelo menos dois encontros em cada ano.

É propósito das partes, através do Conselho Executivo deste Conselho a ser criado, permitir que ao nível do comité executivo seja possível reunir e actualizar as agendas e os temas a abordar nesses encontros.

Segundo Henriques da Silva, esta é uma forma que se está a proporcionar para que os resultados esperados se possam materializar.

“Esses instrumentos são importantes, porque comprometem as partes, cada uma dentro da sua zona de conforto do ponto de vista da sua atuação”, expressou.

Noutro domínio, o presidente da AIPEX disse que o Fórum Empresarial Angola – Turquia foi marcante, primeiro por ter sido o primeiro e por estar acompanhado da presença do Presidente João Lourenço.

Disse que do lado turco estão a ser reconhecidos os esforços e as reformas feitas em Angola para a melhoria do ambiente de negócios, tendo exemplificado o caso de uma empresa turca que se tem destacado em Angola, no ramo da siderurgia e da exploração mineira.

Quanto à balança comercial, o responsável afirmou que pode ser melhorada, ou seja, os valores mencionados pelas delegações dos dois países estão muito aquém das verdadeiras potencialidades.

Lembrou que a delegação turca anunciou um aumento de USD 175 milhões para USD 500 milhões desta bancada, tendo afirmado que Angola terá de dinamizar todas as actividades possíveis de desenvolver no sector agrícola, com a exportação de determinados produtos como as frutas tropicais.

“Aqui este mercado consome bastante e oriundo de outros destinos do mundo. Ao verificarmos aqui o papel da Turquia como hobe regional, com uma abrangência de cerca de um bilião de pessoas na região. Temos que trabalhar e na sequencia desse evento começar a dinamizar todas as accoes”, disse.

A balança comercial entre os dois países é desfavorável para Angola. Dados da Administração Geral Tributária (AGT) indicam que, de 2015 a 2020, o país africano realizou importações da Turquia no valor de USD mil milhões 702 milhões 737 mil e 951, enquanto as exportações no mesmo período foram de apenas USD 41 milhões 960 mil e 419.