AJECO projecta novo Prémio de Jornalismo Económico

  • Jornalistas angolanos
Luanda – A Associação de Jornalistas Económicos de Angola (AJECO) está a projectar a institucionalização de um novo Prémio para essa especialidade profissional, em substituição do então “Kianda”, que vigorou entre 1998 e 2000, consagrando o melhor trabalho do ano.

Para o efeito, a associação esmera-se, neste momento, em busca de parceiros e patrocinadores que possam assegurar e apoiar a sua atribuição, visando o contínuo reconhecimento do empenho dos profissionais que elaboram conteúdos noticiosos deste sector.

Conforme o presidente da AJECO, João Joaquim, a intenção é abranger todas áreas da imprensa, como o jornalismo económico televisivo, radiofónico e escrito, contrariamente ao antigo prémio “Kianda de Jornalismo Económico”, que se restringia apenas a uma categoria.

Em declarações à ANGOP, nesta terça-feira, no final de um encontro entre a referida associação e jornalistas desta Agência, o líder associativista sublinhou que a nova versão do prémio prevê contemplar diversas categorias, com vista a incentivar cada vez mais os jornalistas económicos.

Além desse desafio (atribuição do prémio), apontou ainda a capacitação dos profissionais em matérias sobre Zona de Comércio Livre Continental, agricultura, banca, seguros e a realização de um Congresso de Jornalismo Económico, como as próximas metas da AJECO.

Avançou também que a Associação de Jornalistas Económicos já começou a fazer contactos no sentido de integrar a Federação Internacional de Jornalistas Agrícolas, com objectivo de beneficiar de formações e reforçar a capacitação dos profissionais angolanos.    

A nova direcção da AJECO, eleita em Assembleia-Geral, a 27 de Novembro de 2020, em Luanda, está a manter encontros de trabalho com as Direcções e/ou Conselhos de Administração de distintos órgãos de comunicação social, para dar a conhecer o seu plano de acção para os próximos tempos.

A Associação de Jornalistas Económicos de Angola (AJECO) é uma associação sem fins lucrativas, criada a 12 de Agosto de 1996, com o objectivo de incentivar e apoiar o exercício de um jornalismo económico de excelência, sendo que esse novo elenco tem quatro anos de gestão.   

 

Para o efeito, a associação esmera-se, neste momento, em busca de parceiros e patrocinadores que possam assegurar e apoiar a sua atribuição, visando o contínuo reconhecimento do empenho dos profissionais que elaboram conteúdos noticiosos deste sector.

Conforme o presidente da AJECO, João Joaquim, a intenção é abranger todas áreas da imprensa, como o jornalismo económico televisivo, radiofónico e escrito, contrariamente ao antigo prémio “Kianda de Jornalismo Económico”, que se restringia apenas a uma categoria.

Em declarações à ANGOP, nesta terça-feira, no final de um encontro entre a referida associação e jornalistas desta Agência, o líder associativista sublinhou que a nova versão do prémio prevê contemplar diversas categorias, com vista a incentivar cada vez mais os jornalistas económicos.

Além desse desafio (atribuição do prémio), apontou ainda a capacitação dos profissionais em matérias sobre Zona de Comércio Livre Continental, agricultura, banca, seguros e a realização de um Congresso de Jornalismo Económico, como as próximas metas da AJECO.

Avançou também que a Associação de Jornalistas Económicos já começou a fazer contactos no sentido de integrar a Federação Internacional de Jornalistas Agrícolas, com objectivo de beneficiar de formações e reforçar a capacitação dos profissionais angolanos.    

A nova direcção da AJECO, eleita em Assembleia-Geral, a 27 de Novembro de 2020, em Luanda, está a manter encontros de trabalho com as Direcções e/ou Conselhos de Administração de distintos órgãos de comunicação social, para dar a conhecer o seu plano de acção para os próximos tempos.

A Associação de Jornalistas Económicos de Angola (AJECO) é uma associação sem fins lucrativas, criada a 12 de Agosto de 1996, com o objectivo de incentivar e apoiar o exercício de um jornalismo económico de excelência, sendo que esse novo elenco tem quatro anos de gestão.