Angola com baixa procura de Seguros Vida - ARSEG

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Luanda - O presidente do Conselho de Administração da Agência Angolana de Regulação e Supervisão de Seguros (ARSEG), Elmer Serrão, disse esta terça-feira, em Luanda, que a procura de Seguros Vida (saúde e pensões) é muito baixa no país, atingido, em 2020, a taxa de 2% em relação ao seguro não vida, com 98 por cento.

O responsável, que falava na abertura do primeiro Fórum Banca e Seguro, sublinhou que é necessário desenvolver um trabalho concentrado com os órgãos de comunicação social para inversão do quadro actual, promovendo a informação para o entendimento sobre o mercado de seguro, mediações e pensões.

Elmer Serrão reforçou que, para tal, a ARSEG tem vindo a promover acções formativas dirigidas aos profissionais da comunicação social para melhorar a qualidade da informação disponível à população, instituições públicas e privadas em matéria de seguro e fundo de pensões.

Por este facto, o responsável vê com bons olhos o contacto permanente com a mídia, tendo igualmente lembrado que as políticas de investimento do Governo estão a proporcionar novos negócios nos sectores industrial e agricultura e, consequentemente, o mercado de seguro e pensões verá dinamizada a procura dos serviços a médio, curto e longo prazo.

Segundo o PCA, no cômputo geral, o mercado de seguro e pensões em Angola, em 2020, o registou 1.230 mediações de seguros, realizada por 23 seguradoras e oito entidades de fundo de pensões.

Fez saber ainda que, no mesmo ano, o volume de arrecadação por parte das seguradoras situou-se em 233 mil milhões de Kwanzas, ao passo que as indemnizações pagas pelas operadoras atingiram a soma de 92 por cento, representando uma taxa de sinistralidade na ordem dos 40%.

Em termo de fundo de pensão, Elmer Serrão indicou que em 2020 registou-se uma carteira de 567 mil milhões de Kwanzas, executada por nove fundos, das 33 existentes no país.

O fórum de um dia, com o lema "Banca e Seguros verso Crescimento, Pandemia e Perspectivas”, foi promovido pela Associação Angolana de Jornalistas Económicos (AJECO), dirigidas aos seus associados, economistas e estudantes de comunicação social.

O fórum, que entre outros assuntos abordou também “ privatização da ENSA”, teve como objectivo melhorar a compreensão dos jornalistas a respeito dos principais aspectos da banca e dos seguros a nível nacional e mundial para melhor traduzir ao público.

O responsável, que falava na abertura do primeiro Fórum Banca e Seguro, sublinhou que é necessário desenvolver um trabalho concentrado com os órgãos de comunicação social para inversão do quadro actual, promovendo a informação para o entendimento sobre o mercado de seguro, mediações e pensões.

Elmer Serrão reforçou que, para tal, a ARSEG tem vindo a promover acções formativas dirigidas aos profissionais da comunicação social para melhorar a qualidade da informação disponível à população, instituições públicas e privadas em matéria de seguro e fundo de pensões.

Por este facto, o responsável vê com bons olhos o contacto permanente com a mídia, tendo igualmente lembrado que as políticas de investimento do Governo estão a proporcionar novos negócios nos sectores industrial e agricultura e, consequentemente, o mercado de seguro e pensões verá dinamizada a procura dos serviços a médio, curto e longo prazo.

Segundo o PCA, no cômputo geral, o mercado de seguro e pensões em Angola, em 2020, o registou 1.230 mediações de seguros, realizada por 23 seguradoras e oito entidades de fundo de pensões.

Fez saber ainda que, no mesmo ano, o volume de arrecadação por parte das seguradoras situou-se em 233 mil milhões de Kwanzas, ao passo que as indemnizações pagas pelas operadoras atingiram a soma de 92 por cento, representando uma taxa de sinistralidade na ordem dos 40%.

Em termo de fundo de pensão, Elmer Serrão indicou que em 2020 registou-se uma carteira de 567 mil milhões de Kwanzas, executada por nove fundos, das 33 existentes no país.

O fórum de um dia, com o lema "Banca e Seguros verso Crescimento, Pandemia e Perspectivas”, foi promovido pela Associação Angolana de Jornalistas Económicos (AJECO), dirigidas aos seus associados, economistas e estudantes de comunicação social.

O fórum, que entre outros assuntos abordou também “ privatização da ENSA”, teve como objectivo melhorar a compreensão dos jornalistas a respeito dos principais aspectos da banca e dos seguros a nível nacional e mundial para melhor traduzir ao público.