Receitas do Estado crescem 34% no I semestre

  • Vista parcial da cidade de Luanda
Luanda - As receitas totais de Angola ascenderam a 4.8 mil milhões de kwanzas (Kz) no I semestre de 2021, representando um aumento de 34% comparativamente a igual período do ano anterior, soube a ANGOP

Segundo o relatório de balanço da execução do Plano de  Desenvolvimento Nacional 2018-2022,   referente ao I semestre de 2021, o aumento deve-se a receita petrolífera e não petrolífera em 39,7% e 60,9%, respectivamente.  

De acordo com o documento, as despesas totais registaram uma execução acumulada de Kz 3.7 milhões  no I semestre do ano, representado um aumento de 3,3%, quando comparada  com a execução registada em igual período de 2020, por conta do aumento das despesas correntes em 2,2%, influenciadas pelo aumento das despesas com  bens e serviço em cerca de 56%.

Quanto ao nível de financiamento líquido contraído pelo Governo, o relatório diz que o mesmo registou uma diminuição  de 128%, entre o I Semestre de 2020 e o I Semestre de 2021, ao passar de Kz  415 mil milhões para Kz (-694) mil milhões, devido à diminuição do  financiamento interno, que neste período passou de um saldo positivo de Kz 625  mil milhões para um saldo negativo de Kz (-1.072) mil milhões. 

Entretanto, diz o documento, o financiamento externo líquido registou aumento, ao passar de um saldo negativo  de Kz (-237) mil milhões, no I Semestre de 2020, para um saldo positivo de Kz  377 mil milhões, no I Semestre de 2020, devido ao aumento dos desembolsos  em cerca de 95%, neste período.

Assim, no I Semestre de 2021 as contas fiscais registaram um saldo orçamental  global superavitário de 2% do PIB, face ao saldo deficitário registado em igual  período do ano de 2020 (-0,8%). 

De acordo com o documento, a dívida governamental teve um crescimento moderado de 1,5%, entre o final  de 2020 e o I Semestre 2021, ao passar de Kz 41.3 mil milhões, para Kz  41.9 mil milhões.

No mesmo período, a dívida interna registou um crescimento de 4,6%, ao situar-se em Kz 11.6 mil milhões, e a dívida  externa registou um crescimento de 0,3%, situando-se em Kz 29.7 mil  milhões. 

O relatório diz que o preço médio de exportação do petróleo bruto situou-se em cerca 68%, acima do preço de referência do OGE 2021 (USD 39/barril), isto é  uma média USD 65,5/barril, configurando-se, desde logo, um cenário de menor  pressão sobre as finanças públicas, não obstante o nível elevado de  endividamento. 

O Plano de Desenvolvimento Nacional para o período 2018-2022 (PDN 2018- 2022), elaborado com base na Estratégia Nacional de Desenvolvimento de Longo  Prazo “Angola 2025”, contém um conjunto de Programas fundamentais,   transversais e sectoriais, que são implementados através de Projectos de  Investimentos Públicos e Actividades de Apoio ao Desenvolvimento para a  concretização de políticas nacionais e a realização dos objectivos de médio prazo  estabelecidos pelo Governo.   

O PDN 2018-2022 está estruturado em 6 eixos, subdivididos em 23 Políticas  Estratégicas, detalhadas em 70 Programas de Acção, implementados por projectos e actividades previstos no Plano Anual de Desenvolvimento Nacional  (PADN) 2021.  

O relatório apresenta grau de execução de 342 indicadores e metas que  visam alcançar 165 objectivos dos 70 Programas de Acção constantes no PDN  2018-2022.

O balanço mostra que as metas do plano para o ano 2021 foram executadas em  57,69%.

Segundo o relatório de balanço da execução do Plano de  Desenvolvimento Nacional 2018-2022,   referente ao I semestre de 2021, o aumento deve-se a receita petrolífera e não petrolífera em 39,7% e 60,9%, respectivamente.  

De acordo com o documento, as despesas totais registaram uma execução acumulada de Kz 3.7 milhões  no I semestre do ano, representado um aumento de 3,3%, quando comparada  com a execução registada em igual período de 2020, por conta do aumento das despesas correntes em 2,2%, influenciadas pelo aumento das despesas com  bens e serviço em cerca de 56%.

Quanto ao nível de financiamento líquido contraído pelo Governo, o relatório diz que o mesmo registou uma diminuição  de 128%, entre o I Semestre de 2020 e o I Semestre de 2021, ao passar de Kz  415 mil milhões para Kz (-694) mil milhões, devido à diminuição do  financiamento interno, que neste período passou de um saldo positivo de Kz 625  mil milhões para um saldo negativo de Kz (-1.072) mil milhões. 

Entretanto, diz o documento, o financiamento externo líquido registou aumento, ao passar de um saldo negativo  de Kz (-237) mil milhões, no I Semestre de 2020, para um saldo positivo de Kz  377 mil milhões, no I Semestre de 2020, devido ao aumento dos desembolsos  em cerca de 95%, neste período.

Assim, no I Semestre de 2021 as contas fiscais registaram um saldo orçamental  global superavitário de 2% do PIB, face ao saldo deficitário registado em igual  período do ano de 2020 (-0,8%). 

De acordo com o documento, a dívida governamental teve um crescimento moderado de 1,5%, entre o final  de 2020 e o I Semestre 2021, ao passar de Kz 41.3 mil milhões, para Kz  41.9 mil milhões.

No mesmo período, a dívida interna registou um crescimento de 4,6%, ao situar-se em Kz 11.6 mil milhões, e a dívida  externa registou um crescimento de 0,3%, situando-se em Kz 29.7 mil  milhões. 

O relatório diz que o preço médio de exportação do petróleo bruto situou-se em cerca 68%, acima do preço de referência do OGE 2021 (USD 39/barril), isto é  uma média USD 65,5/barril, configurando-se, desde logo, um cenário de menor  pressão sobre as finanças públicas, não obstante o nível elevado de  endividamento. 

O Plano de Desenvolvimento Nacional para o período 2018-2022 (PDN 2018- 2022), elaborado com base na Estratégia Nacional de Desenvolvimento de Longo  Prazo “Angola 2025”, contém um conjunto de Programas fundamentais,   transversais e sectoriais, que são implementados através de Projectos de  Investimentos Públicos e Actividades de Apoio ao Desenvolvimento para a  concretização de políticas nacionais e a realização dos objectivos de médio prazo  estabelecidos pelo Governo.   

O PDN 2018-2022 está estruturado em 6 eixos, subdivididos em 23 Políticas  Estratégicas, detalhadas em 70 Programas de Acção, implementados por projectos e actividades previstos no Plano Anual de Desenvolvimento Nacional  (PADN) 2021.  

O relatório apresenta grau de execução de 342 indicadores e metas que  visam alcançar 165 objectivos dos 70 Programas de Acção constantes no PDN  2018-2022.

O balanço mostra que as metas do plano para o ano 2021 foram executadas em  57,69%.