Angola desafia belgas a investirem na indústria diamantífera

  • Ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás , Diamantino Azevedo
Luanda - O ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, Diamantino Azevedo, convidou nesta segunda-feira os empresários belgas a investirem no mercado diamantífero do país, para impulsionar o sector.

O repto, lançado a mais de 20 empresários belgas ligados à Antwerp World Diamond Center (AWDC), que visitam o país, visa reforçar  os investimentos no mercado diamantífero, tendo em conta a dinâmica actual de Angola.

O ministro, que reafirmou a criação de uma Bolsa de Valores para o sector, salientou que o país está aberto a cooperar com a AWDC.

“Vamos trabalhar juntos para dinamizar o sector, pois o povo angolano pode beneficiar-se dos diamantes, por via do aumento do seu valor, da criação de emprego e, consequentemente, do aumento das receitas para o tesouro nacional”, disse.

A primeira Bolsa de Diamantes de Angola, que se prevê criar em fase experimental em 2022, tem por objectivo concentrar o fluxo de diamantes sob o mesmo tecto, para venda por via de leilões/licitações.

A mesma vai também incluir uma Academia de Gemologia e um Centro de Pesquisa Tecnológico, sendo o seu funcionamento incorporado como zona franca.

Diamantino Azevedo ressaltou que a referida Bolsa de Valores vai trazer mais oportunidades de negócios, não só para o mercado nacional, mas também para a indústria  dos diamantes a nível mundial.

Na ocasião, o embaixador da Bélgica em Angola, Jozef Smets, ressaltou a vontade de empresas do seu país de firmar parcerias sólidas com empresas angolanas do ramo da indústria diamantífera.

Precisou que os empresários têm pretensão de estabelecer bons contactos e fazer boas negociações com o Governo angolano, porquanto reconhecem as potencialidades de Angola.

Angola é o quarto maior produtor mundial de diamantes, com uma produção média anual de cerca de nove milhões de quilates, até 2019.

A receita diamantífera do primeiro trimestre do ano em curso situou-se em 220,3 milhões de Dólares, com a venda de 1,178 milhões de  quilates, um encaixe para os cofres do Estado em mais de 26 por cento superior ao do mesmo período do ano passado, de acordo com números recentes divulgados pela Endiama.

Antuérpia, a segunda maior cidade da Bélgica, é o maior pólo mundial de lapidação das preciosidades e, como consequência, do comércio de diamantes, pois cerca de 84 por cento dos diamantes brutos de todo o mundo passam por lá.

O repto, lançado a mais de 20 empresários belgas ligados à Antwerp World Diamond Center (AWDC), que visitam o país, visa reforçar  os investimentos no mercado diamantífero, tendo em conta a dinâmica actual de Angola.

O ministro, que reafirmou a criação de uma Bolsa de Valores para o sector, salientou que o país está aberto a cooperar com a AWDC.

“Vamos trabalhar juntos para dinamizar o sector, pois o povo angolano pode beneficiar-se dos diamantes, por via do aumento do seu valor, da criação de emprego e, consequentemente, do aumento das receitas para o tesouro nacional”, disse.

A primeira Bolsa de Diamantes de Angola, que se prevê criar em fase experimental em 2022, tem por objectivo concentrar o fluxo de diamantes sob o mesmo tecto, para venda por via de leilões/licitações.

A mesma vai também incluir uma Academia de Gemologia e um Centro de Pesquisa Tecnológico, sendo o seu funcionamento incorporado como zona franca.

Diamantino Azevedo ressaltou que a referida Bolsa de Valores vai trazer mais oportunidades de negócios, não só para o mercado nacional, mas também para a indústria  dos diamantes a nível mundial.

Na ocasião, o embaixador da Bélgica em Angola, Jozef Smets, ressaltou a vontade de empresas do seu país de firmar parcerias sólidas com empresas angolanas do ramo da indústria diamantífera.

Precisou que os empresários têm pretensão de estabelecer bons contactos e fazer boas negociações com o Governo angolano, porquanto reconhecem as potencialidades de Angola.

Angola é o quarto maior produtor mundial de diamantes, com uma produção média anual de cerca de nove milhões de quilates, até 2019.

A receita diamantífera do primeiro trimestre do ano em curso situou-se em 220,3 milhões de Dólares, com a venda de 1,178 milhões de  quilates, um encaixe para os cofres do Estado em mais de 26 por cento superior ao do mesmo período do ano passado, de acordo com números recentes divulgados pela Endiama.

Antuérpia, a segunda maior cidade da Bélgica, é o maior pólo mundial de lapidação das preciosidades e, como consequência, do comércio de diamantes, pois cerca de 84 por cento dos diamantes brutos de todo o mundo passam por lá.