Angola deverá cortar 261 mil barris de petróleo por dia

  • As bacias do Baixo Congo e Kwanza são terrestres, mas grande parte das explorações em Angola são realizadas no mar
Luanda -  Angola deverá fixar, em 2021, o nível da produção de petróleo em um milhão e 267 mil barris por dia(mb/d), reduzindo 261 mil barris diário, indica uma tabela de ajustes da OPEP, anexa às decisões da reunião realizada a 3 de Dezembro, em Viena, Áustria.

De acordo com a tabela, a redução  de 261 mil b/d deverá  incidir sobre uma produção de referência do país, calculada em um milhão e 528 mil barris por dia. Se a produção do país crescer não pode ultrapassar este máximo (1,528mb/d), assim como os cortes (261mb/d).

Com os cortes previstos para 2021, a produção mundial de petróleo deverá cifrar-se em 36,653 milhões de barris por dia, com uma redução de 7,200 milhões por dia.

Sem cortes, a produção mundial prevista para o ano que se avizinha está calculada em 43,853 mb/d.

A expectativa da OPEP e seus parceiros não-OPEP é que a demanda global de petróleo contraia em 9,8 milhões de barris por dia (mb/d) em 2020, antes de se recuperar em 5,9 mb/d em 2021.

Para assegurar a implementação das deliberações da conferência de 3 Dezembro, OPEP e não-OPEP concordaram em realizar reuniões mensais, a partir de Janeiro de 2021, para avaliar as condições de mercado e decidir sobre novos ajustes de produção.

Estas decisões saídas da 180° reunião de ministros da OPEP e não-OPEP, realizada a 3 de Dezembro deste ano, visam manter a estabilidade do preço do barril do crude no mercado internacional.

 Os actuais membros da OPEP são a Argélia, Angola, Guiné Equatorial, Gabão, Irã, Iraque, Kuwait, Líbia, Nigéria, República do Congo, Arábia Saudita (líder de facto), Emirados Árabes Unidos e Venezuela, Equador, Indonésia e Catar.

Os não-OPEP é um grupo de 10 países produtores que não fazem parte da OPEP.

De acordo com a tabela, a redução  de 261 mil b/d deverá  incidir sobre uma produção de referência do país, calculada em um milhão e 528 mil barris por dia. Se a produção do país crescer não pode ultrapassar este máximo (1,528mb/d), assim como os cortes (261mb/d).

Com os cortes previstos para 2021, a produção mundial de petróleo deverá cifrar-se em 36,653 milhões de barris por dia, com uma redução de 7,200 milhões por dia.

Sem cortes, a produção mundial prevista para o ano que se avizinha está calculada em 43,853 mb/d.

A expectativa da OPEP e seus parceiros não-OPEP é que a demanda global de petróleo contraia em 9,8 milhões de barris por dia (mb/d) em 2020, antes de se recuperar em 5,9 mb/d em 2021.

Para assegurar a implementação das deliberações da conferência de 3 Dezembro, OPEP e não-OPEP concordaram em realizar reuniões mensais, a partir de Janeiro de 2021, para avaliar as condições de mercado e decidir sobre novos ajustes de produção.

Estas decisões saídas da 180° reunião de ministros da OPEP e não-OPEP, realizada a 3 de Dezembro deste ano, visam manter a estabilidade do preço do barril do crude no mercado internacional.

 Os actuais membros da OPEP são a Argélia, Angola, Guiné Equatorial, Gabão, Irã, Iraque, Kuwait, Líbia, Nigéria, República do Congo, Arábia Saudita (líder de facto), Emirados Árabes Unidos e Venezuela, Equador, Indonésia e Catar.

Os não-OPEP é um grupo de 10 países produtores que não fazem parte da OPEP.