Angola e Zâmbia assinam Memorando para instalação de oleoduto

  • Plataforma petrolífera
Luanda – Um Memorando de Entendimento para a viabilização de estudos e possível construção de um oleoduto entre a cidade do Lobito (Angola) e Lusaka (Zâmbia) será assinado esta semana, em Luanda.

O Memorando será assinado pelo ministro angolano dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, Diamantino Azevedo, e o titular da pasta da Energia da Zâmbia, Mathew Nkuwa, que chega esta quinta-feira à capital angolana.

A ANGOP soube de fonte oficial que há três anos que a Zâmbia mostra interesse em construir um oleoduto (pipeline) multi-produtos, a partir do Lobito (província de Benguela), para receber derivados de petróleo.

Antes da assinatura do documento, o ministro zambiano desloca-se ao Terminal Oceânico da Barra do Dande (TOBD), em construção na província do Bengo, de acordo com o programa da sua visita.

Recentemente, o embaixador da Zâmbia em Angola, Lawrence Chalungumana, abordou com o ministro Diamantino Azevedo questões de interesse comum entre os dois países.

Na ocasião, o diplomata zambiano afirmou que a construção do oleoduto será uma oportunidade de inserção de Angola no mercado regional e vai gerar mais empregos e energia eléctrica.

O Memorando será assinado pelo ministro angolano dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, Diamantino Azevedo, e o titular da pasta da Energia da Zâmbia, Mathew Nkuwa, que chega esta quinta-feira à capital angolana.

A ANGOP soube de fonte oficial que há três anos que a Zâmbia mostra interesse em construir um oleoduto (pipeline) multi-produtos, a partir do Lobito (província de Benguela), para receber derivados de petróleo.

Antes da assinatura do documento, o ministro zambiano desloca-se ao Terminal Oceânico da Barra do Dande (TOBD), em construção na província do Bengo, de acordo com o programa da sua visita.

Recentemente, o embaixador da Zâmbia em Angola, Lawrence Chalungumana, abordou com o ministro Diamantino Azevedo questões de interesse comum entre os dois países.

Na ocasião, o diplomata zambiano afirmou que a construção do oleoduto será uma oportunidade de inserção de Angola no mercado regional e vai gerar mais empregos e energia eléctrica.