Angola engajada em desenvolver sistemas alimentares

  • Agricultura (Foto ilustração)
Luanda - A República de Angola continua engajada no cumprimento das agendas 2030, da Organização das Nações Unidas (ONU), e 2063 da União Africana, referentes aos objectivos do desenvolvimento sustentável, reiterou, terça-feira, em Luanda, a secretária de Estado para as Relações Exteriores, Esmeralda Mendonça.

Falando durante o lançamento do “Diálogo Nacional Sobre os Sistemas Alimentares”, em representação do Ministro das Relações Exteriores, Téte António, a responsável considerou que a questão alimentar é um problema transversal que afecta todo o continente africano.

“Angola, enquanto Estado membro da ONU, da União Africana, bem como da FAO, se alinha a todos os esforços e iniciativas que visam combater a fome e atender às demais necessidades básicas das populações africanas”, destacou, reforçando a posição do país com a certeza e expectativa de um futuro próspero para África.

A diplomata regozijou-se por todos os ganhos alcançados pelo continente, afirmando que, em particular, “Angola está a trabalhar com os parceiros, sobretudo com a ONU e a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) na implementação, no país, dos pilares das agendas acima citadas, pelo que a iniciativa é um exemplo desta parceria”.

Segundo a secretária de Estado para as Relações Exteriores, os desafios de Angola são inúmeros, particularmente no domínio da agricultura, tendo em conta que a presente pandemia da Covid-19, que assola todo o mundo, acentuou significativamente esses desafios, agravando a pobreza das populações pelo país”.

Esmeraldo Mendonça lembrou que as populações, antes da Covid-19, já enfrentavam diversas dificuldades sociais, como as consequências das alterações climáticas, mal nutrição e doenças tropicais, entre outras.

A secretária de Estado para as Relações Exteriores disse ser preciso redobrar-se os esforços e garantir melhorias contínuas no sistema alimentar angolano, de modo a alcançar a auto-suficiência alimentar e o bem-estar das populações.

“O Governo angolano tem consciência que este magno objectivo só será alcançado com uma maior aposta no sector da agricultura, razão pela qual este sector constitui o pilar fundamental da estratégia de diversificação da economia de Angola”, prosseguiu a responsável.

Na ocasião, a coordenadora residente do sistema das Nações Unidas em Angola, Zahira Virani, disse que acompanha os esforços do Governo angolano no compromisso em desenvolver a agricultura para ajudar a combater o aumento das doenças relacionadas com a mal nutrição, como dinâmicas ambientalmente sustentável e resiliente a alterações climáticas e crises.

“O sistema alimentar mais sustentável, apoia a coordenação das actividades de transformação da actual estrutura de produção e consumo de alimentos de modo sustentáveis (….)”,  esclareceu.

A responsável da FAO em Angola considera essencial discutir-se os sistemas alimentares e seus desafios actuais, em conjunto com activistas ambientais, propondo alternativas mais inteligentes e eficientes em todas as províncias do país, para que se possa consolidar os avanços feitos na última década no domínio alimentar.

“A ONU reforça o seu contínuo apoio no percurso exigente de Angola em busca de uma alimentação para o seu território de forma inclusiva, com vista a optimização do uso de recursos ambientais na produção, processamento e criação de oportunidades e soluções sustentáveis para todos os angolanos”, acentuou.

A conferência é uma organização do Ministério da Agricultura e Pescas, em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO, sigla em inglês), numa antevisão da Cimeira Alimentar Mundial, que terá lugar em Setembro do corrente ano, em Nova Iorque, Estados Unidos da América.

Falando durante o lançamento do “Diálogo Nacional Sobre os Sistemas Alimentares”, em representação do Ministro das Relações Exteriores, Téte António, a responsável considerou que a questão alimentar é um problema transversal que afecta todo o continente africano.

“Angola, enquanto Estado membro da ONU, da União Africana, bem como da FAO, se alinha a todos os esforços e iniciativas que visam combater a fome e atender às demais necessidades básicas das populações africanas”, destacou, reforçando a posição do país com a certeza e expectativa de um futuro próspero para África.

A diplomata regozijou-se por todos os ganhos alcançados pelo continente, afirmando que, em particular, “Angola está a trabalhar com os parceiros, sobretudo com a ONU e a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) na implementação, no país, dos pilares das agendas acima citadas, pelo que a iniciativa é um exemplo desta parceria”.

Segundo a secretária de Estado para as Relações Exteriores, os desafios de Angola são inúmeros, particularmente no domínio da agricultura, tendo em conta que a presente pandemia da Covid-19, que assola todo o mundo, acentuou significativamente esses desafios, agravando a pobreza das populações pelo país”.

Esmeraldo Mendonça lembrou que as populações, antes da Covid-19, já enfrentavam diversas dificuldades sociais, como as consequências das alterações climáticas, mal nutrição e doenças tropicais, entre outras.

A secretária de Estado para as Relações Exteriores disse ser preciso redobrar-se os esforços e garantir melhorias contínuas no sistema alimentar angolano, de modo a alcançar a auto-suficiência alimentar e o bem-estar das populações.

“O Governo angolano tem consciência que este magno objectivo só será alcançado com uma maior aposta no sector da agricultura, razão pela qual este sector constitui o pilar fundamental da estratégia de diversificação da economia de Angola”, prosseguiu a responsável.

Na ocasião, a coordenadora residente do sistema das Nações Unidas em Angola, Zahira Virani, disse que acompanha os esforços do Governo angolano no compromisso em desenvolver a agricultura para ajudar a combater o aumento das doenças relacionadas com a mal nutrição, como dinâmicas ambientalmente sustentável e resiliente a alterações climáticas e crises.

“O sistema alimentar mais sustentável, apoia a coordenação das actividades de transformação da actual estrutura de produção e consumo de alimentos de modo sustentáveis (….)”,  esclareceu.

A responsável da FAO em Angola considera essencial discutir-se os sistemas alimentares e seus desafios actuais, em conjunto com activistas ambientais, propondo alternativas mais inteligentes e eficientes em todas as províncias do país, para que se possa consolidar os avanços feitos na última década no domínio alimentar.

“A ONU reforça o seu contínuo apoio no percurso exigente de Angola em busca de uma alimentação para o seu território de forma inclusiva, com vista a optimização do uso de recursos ambientais na produção, processamento e criação de oportunidades e soluções sustentáveis para todos os angolanos”, acentuou.

A conferência é uma organização do Ministério da Agricultura e Pescas, em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO, sigla em inglês), numa antevisão da Cimeira Alimentar Mundial, que terá lugar em Setembro do corrente ano, em Nova Iorque, Estados Unidos da América.