Angola engajada no processo de integração regional da SADC

  • Milton Reis, Secretário de Estado para o Planeamento
Luanda - Angola está engajada no processo de integração regional da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) e da União Africana, assegurou hoje, em Luanda, o secretário de Estado para o Planeamento, Milton Reis.

Falando no habitual briefing do Ministério da Economia e Planeamento (MEP), sublinhou que, para esse processo, o Governo trabalha igualmente com a União Europeia (UE), no processo de adesão ao Acordo de Parceria Económica UE–SADC, com o objectivo de promover uma integração regional harmoniosa e progressiva, bem como incentivar a liberalização do comércio.

Explicou que a parceria económica UE-SADC é um acordo de comércio livre, assinado em 2016, para a eliminação gradual das restrições comerciais entre a União Europeia (UE) e seis (6) países da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral, dos quais cinco (5) fazem parte da União Aduaneira da África Austral (África do Sul, Botswana, Eswatini, Lesoto e Namíbia) e Moçambique.

O responsável adiantou que o MEP participou, a 21 deste mês, no workshop sobre “A avaliação do impacto da adesão de Angola ao acordo de parceria económica UE-SADC”.

Explicou que o referido evento visou aferir os potenciais impactos da adesão de Angola sobre o comércio, a economia, as questões sociais, laborais e o meio ambiente, e o facto do acordo poder fomentar o investimento, a competitividade das empresas e a diversificação da economia em Angola.

Por outro lado, relativamente às políticas públicas, o Governo angolano, através do Plano de Desenvolvimento Nacional 2018-2022, respondeu aos Objectivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) de forma integrada, identificando, nas suas áreas de priorização, as relações com as agendas 2030, das Nações Unidas, e 2063, da União Africana.

No âmbito da avaliação da actividade económica, informou que o Instituto Nacional de Estatística (INE) publicou, a 15 do corrente mês, as Contas Nacionais, referentes ao primeiro trimestre do ano 2021.

Lembrou que os resultados apontam para uma aperto do Produto Interno Bruto (PIB), em 3,4%, influenciada pela forte contracção do sector petrolífero, incluindo o gás, em 18,6%.

Milton Reis destacou o facto de Angola ter apresentado o Relatório Nacional Voluntário (RNV) a 13 de Julho, no Alto Fórum Político do Conselho Económico e Social das Nações Unidas, em formato online.

Adiantou que também está previsto um acto de apresentação do relatório, a nível nacional, à comunidade diplomática, departamentos ministeriais e parceiros do Governo angolano.

Falando no habitual briefing do Ministério da Economia e Planeamento (MEP), sublinhou que, para esse processo, o Governo trabalha igualmente com a União Europeia (UE), no processo de adesão ao Acordo de Parceria Económica UE–SADC, com o objectivo de promover uma integração regional harmoniosa e progressiva, bem como incentivar a liberalização do comércio.

Explicou que a parceria económica UE-SADC é um acordo de comércio livre, assinado em 2016, para a eliminação gradual das restrições comerciais entre a União Europeia (UE) e seis (6) países da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral, dos quais cinco (5) fazem parte da União Aduaneira da África Austral (África do Sul, Botswana, Eswatini, Lesoto e Namíbia) e Moçambique.

O responsável adiantou que o MEP participou, a 21 deste mês, no workshop sobre “A avaliação do impacto da adesão de Angola ao acordo de parceria económica UE-SADC”.

Explicou que o referido evento visou aferir os potenciais impactos da adesão de Angola sobre o comércio, a economia, as questões sociais, laborais e o meio ambiente, e o facto do acordo poder fomentar o investimento, a competitividade das empresas e a diversificação da economia em Angola.

Por outro lado, relativamente às políticas públicas, o Governo angolano, através do Plano de Desenvolvimento Nacional 2018-2022, respondeu aos Objectivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) de forma integrada, identificando, nas suas áreas de priorização, as relações com as agendas 2030, das Nações Unidas, e 2063, da União Africana.

No âmbito da avaliação da actividade económica, informou que o Instituto Nacional de Estatística (INE) publicou, a 15 do corrente mês, as Contas Nacionais, referentes ao primeiro trimestre do ano 2021.

Lembrou que os resultados apontam para uma aperto do Produto Interno Bruto (PIB), em 3,4%, influenciada pela forte contracção do sector petrolífero, incluindo o gás, em 18,6%.

Milton Reis destacou o facto de Angola ter apresentado o Relatório Nacional Voluntário (RNV) a 13 de Julho, no Alto Fórum Político do Conselho Económico e Social das Nações Unidas, em formato online.

Adiantou que também está previsto um acto de apresentação do relatório, a nível nacional, à comunidade diplomática, departamentos ministeriais e parceiros do Governo angolano.