Angola quer mais dinamismo na cooperação com a Turquia

  • Rios Angola
Luanda - O secretário de Estado do Comércio, Amadeu Leitão Nunes, afirmou, nesta segunda-feira, em Luanda, que as trocas comerciais entre Angola e a Turquia ainda são "incipientes", apesar das potencialidades económicas existentes nos dois países.

Ao intervir no Fórum de Negócios Angola-Turquia, realizado por videoconferência, em parceria com o Conselho de Relações Económicas Estrangeiras daquele Estado, sugeriu mais acções para aumentar, substancialmente, o volume de negócios.

Angola exporta para a Turquia, anualmente, quantidades não especificadas de carvão vegetal e outros produtos, como madeira, combustíveis minerais, obras de madeira e aço, no quadro das  relações comerciais entre os países.

Daquele país, segundo Amadeu Leitão Nunes, Angola importa bens alimentares, malte, amidos, féculas, glúten de trigo caldeiras, máquinas, aparelhos, instrumentos mecanizados, gesso, cal, cimento e produtos da indústria de moagem.

No seu entender, Angola tem outras valências para oferecer àquele país, como recursos naturais, extensas áreas de solos férteis, potentes fontes de energia hídrica, estabilidade política, além da rede de infra-estruturas de transporte e logística.

"Estou convencido de que, neste fórum, pelo menos 60% dos empresários turcos, a partir de Janeiro, estará de viagem marcada para Angola, a fim de reclamar pelo seu direito de contribuir para o desenvolvimento e bem-estar dos nossos povos e país", augurou Amadeu Leitão Nunes.

O secretário de Estado reiterou que os dois países caminham juntos, rumo ao progresso, desenvolvimento sustentado, erradicação da pobreza e, consequente, o bem-estar dos seus povos.

Tendo em conta o actual contexto mundial, referiu que Angola e a Turquia, no âmbito das reformas em curso nos dois países, têm passado em revista o estado das relações de cooperação económica existentes, perspectivando a celebração e implementação de importantes instrumentos jurídicos para promover o incremento dos investimentos externos e internos em ambos lados, bem como o fomento da produção nacional.

A revisão dos referidos diplomas, disse o secretário de Estado, vai incidir nos mais variados domínios da actividade económica, sobretudo no comércio.

Angola e Turquia cooperam também nos ramos de investimentos, pescas, ciência e tecnologia, petróleo e gás, agricultura.

Para o efeito,  disse ser de grande importância a cooperação institucional e empresarial, envolvendo os sectores público e privado, como premissa fundamental para o reforço da cooperação bilateral, de forma a melhor, exprimir o entendimento profundo e os propósitos comuns que possam animar os dois povos e governos.

Acordo mútuo

O secretário de Estado do Comércio defendeu ainda a necessidade da assinatura de um acordo mútuo, com vista ao fomento do comércio e investimento, como forma de dinamização das relações através da operacionalização de acções concretas, sustentadas pelos referidos entendimentos jurídicos alcançados entre os dois países.

Além da assumpção dos compromissos bilaterais, deu a conhecer aos empresários que Angola iniciou um ciclo de reformas jurídico-institucionais que culminou com a revisão e alteração do quadro legal ligado ao investimento privado.

Com  a publicação da nova Lei do Investimento Privado deixa de haver a exigência do montante mínimo de  um milhão de dólares para se investir em Angola - que, durante vários anos, desacelerou muitas das intenções de investimento no país, principalmente por parte das médias e pequenas empresas que gozam de maior protecção e garantias do Estado. 

Explicou que, no quadro das reformas feitas, existe um conjunto de atribuição de benefícios e incentivos fiscais e aduaneiros que passou a ser mais selectiva, sobretudo quando o investidor direcciona o seu investimento em sectores e clusters prioritários, de maior geração de empregos.

O novo regime jurídico é outra componente que promove o investimento estrangeiro, cujo diploma assenta numa política nacional coerente de investimento privado, impulsiona a atracção do investimento qualificado, a substituição selectiva e gradual das importações, a promoção das exportações de produtos de maior valor acrescentado e a diversificação da economia nacional.

Face à nova dinâmica que se pretende imprimir nas relações comerciais entre os dois países, Amadeu Leitão Nunes reiterou  a vontade do Governo de Angola em dinamizar as relações económicas e empresariais com a República da Turquia, de forma a conferir melhor qualidade e elevando-a ao mesmo nível das relações político-diplomáticas entre os Estados.

Participaram do evento, a vice-ministra do Comércio da Turquia,  Gonca Yilmaz Batur, o embaixador de Angola na Turquia,  José Patrício, o da Turquia em Angola, Alp Ay, e empresários de vários ramos, entre outros participantes.

Angola e a Turquia  têm relações históricas que  vigoram  desde a luta de libertação nacional, em 1980.

O volume de comércio entre a África e a Turquia cresceu em 5,4 mil milhões de dólares em 2019, para USD 26,2 mil milhões, de acordo com números avançados no 3º Fórum Económico e de Negócios.

Este país do Médio Oriente tem acordos de cooperação económica com 47 dos 55 países africanos.

Ao intervir no Fórum de Negócios Angola-Turquia, realizado por videoconferência, em parceria com o Conselho de Relações Económicas Estrangeiras daquele Estado, sugeriu mais acções para aumentar, substancialmente, o volume de negócios.

Angola exporta para a Turquia, anualmente, quantidades não especificadas de carvão vegetal e outros produtos, como madeira, combustíveis minerais, obras de madeira e aço, no quadro das  relações comerciais entre os países.

Daquele país, segundo Amadeu Leitão Nunes, Angola importa bens alimentares, malte, amidos, féculas, glúten de trigo caldeiras, máquinas, aparelhos, instrumentos mecanizados, gesso, cal, cimento e produtos da indústria de moagem.

No seu entender, Angola tem outras valências para oferecer àquele país, como recursos naturais, extensas áreas de solos férteis, potentes fontes de energia hídrica, estabilidade política, além da rede de infra-estruturas de transporte e logística.

"Estou convencido de que, neste fórum, pelo menos 60% dos empresários turcos, a partir de Janeiro, estará de viagem marcada para Angola, a fim de reclamar pelo seu direito de contribuir para o desenvolvimento e bem-estar dos nossos povos e país", augurou Amadeu Leitão Nunes.

O secretário de Estado reiterou que os dois países caminham juntos, rumo ao progresso, desenvolvimento sustentado, erradicação da pobreza e, consequente, o bem-estar dos seus povos.

Tendo em conta o actual contexto mundial, referiu que Angola e a Turquia, no âmbito das reformas em curso nos dois países, têm passado em revista o estado das relações de cooperação económica existentes, perspectivando a celebração e implementação de importantes instrumentos jurídicos para promover o incremento dos investimentos externos e internos em ambos lados, bem como o fomento da produção nacional.

A revisão dos referidos diplomas, disse o secretário de Estado, vai incidir nos mais variados domínios da actividade económica, sobretudo no comércio.

Angola e Turquia cooperam também nos ramos de investimentos, pescas, ciência e tecnologia, petróleo e gás, agricultura.

Para o efeito,  disse ser de grande importância a cooperação institucional e empresarial, envolvendo os sectores público e privado, como premissa fundamental para o reforço da cooperação bilateral, de forma a melhor, exprimir o entendimento profundo e os propósitos comuns que possam animar os dois povos e governos.

Acordo mútuo

O secretário de Estado do Comércio defendeu ainda a necessidade da assinatura de um acordo mútuo, com vista ao fomento do comércio e investimento, como forma de dinamização das relações através da operacionalização de acções concretas, sustentadas pelos referidos entendimentos jurídicos alcançados entre os dois países.

Além da assumpção dos compromissos bilaterais, deu a conhecer aos empresários que Angola iniciou um ciclo de reformas jurídico-institucionais que culminou com a revisão e alteração do quadro legal ligado ao investimento privado.

Com  a publicação da nova Lei do Investimento Privado deixa de haver a exigência do montante mínimo de  um milhão de dólares para se investir em Angola - que, durante vários anos, desacelerou muitas das intenções de investimento no país, principalmente por parte das médias e pequenas empresas que gozam de maior protecção e garantias do Estado. 

Explicou que, no quadro das reformas feitas, existe um conjunto de atribuição de benefícios e incentivos fiscais e aduaneiros que passou a ser mais selectiva, sobretudo quando o investidor direcciona o seu investimento em sectores e clusters prioritários, de maior geração de empregos.

O novo regime jurídico é outra componente que promove o investimento estrangeiro, cujo diploma assenta numa política nacional coerente de investimento privado, impulsiona a atracção do investimento qualificado, a substituição selectiva e gradual das importações, a promoção das exportações de produtos de maior valor acrescentado e a diversificação da economia nacional.

Face à nova dinâmica que se pretende imprimir nas relações comerciais entre os dois países, Amadeu Leitão Nunes reiterou  a vontade do Governo de Angola em dinamizar as relações económicas e empresariais com a República da Turquia, de forma a conferir melhor qualidade e elevando-a ao mesmo nível das relações político-diplomáticas entre os Estados.

Participaram do evento, a vice-ministra do Comércio da Turquia,  Gonca Yilmaz Batur, o embaixador de Angola na Turquia,  José Patrício, o da Turquia em Angola, Alp Ay, e empresários de vários ramos, entre outros participantes.

Angola e a Turquia  têm relações históricas que  vigoram  desde a luta de libertação nacional, em 1980.

O volume de comércio entre a África e a Turquia cresceu em 5,4 mil milhões de dólares em 2019, para USD 26,2 mil milhões, de acordo com números avançados no 3º Fórum Económico e de Negócios.

Este país do Médio Oriente tem acordos de cooperação económica com 47 dos 55 países africanos.