Estiagem provoca perda de mais de 12 mil hectares de produtos diversos

Malanje - Doze mil 631 hectares de produtos diversos acabaram por secar na província de Malanje devido à estiagem que a região enfrenta desde Setembro de 2020, podendo deixar 35 mil famílias em situação de vulnerabilidade.

O facto foi revelado hoje, pelo director do Gabinete Provincial da Agricultura e Pescas, Carlos Chipoia, referindo que das extensões afectadas se destacam 7 mil e 431 hectares de feijão, mil e 700 de amendoim e três mil e 500 hectares de milho, cultivados pelo sector familiar, desde a primeira quinzena de Novembro do ano transacto aos dias actuais.

No sector comercial, frisou que as perdas recaem, fundamentalmente, na produção de milho, numa estimativa de 30 por cento dos 17 mil hectares plantados, comprometendo deste modo as previsões de colheita do presente ano agrícola.

Em virtude disso, o responsável adiantou que o Gabinete está a encetar contactos junto do Ministério da Agricultura no sentido de reforçar a produção na segunda época, através da introdução de mais sementes, sobretudo de hortícolas e fruteiras, com vista a produzir em grande escala para compensar as perdas do segmento familiar.

Precisou que nesta altura as famílias esperam apenas com alguma crença, a colheita de mandioca e batata-doce por serem culturas que resistem à seca.

Enquanto isso, segundo Carlos Chipoia, para a agricultura comercial, está a se estudar a possibilidade de se subvencionar as unidades mais afectadas pela estiagem, por meio do fornecimento de sementes e fertilizantes, visando reduzir os prejuízos.

Por outro lado, o director referiu que o Gabinete da Agricultura e parceiros vão intensificar os trabalhos de sensibilização das comunidades sobre os perigos das queimadas anárquicas e do abate indiscriminado de árvores, por contribuem para a aceleração da mudança climática, causando impactos negativos na fauna e na flora, para além do aquecimento global.

Nos últimos tempos, a província tem registado pouca chuva, sendo os municípios de Luquembo, Quirima, Cambundi-Catembo, Cangandala, Cacuso, Calandula e Malanje os mais afectados pela seca.

A precipitação na província é de 1300 a 1500 milímetros, mas de Setembro de 2020 até à presente data, a província registou apenas um volume de 350 milímetros, afectando grandemente o sector agrícola.

 

O facto foi revelado hoje, pelo director do Gabinete Provincial da Agricultura e Pescas, Carlos Chipoia, referindo que das extensões afectadas se destacam 7 mil e 431 hectares de feijão, mil e 700 de amendoim e três mil e 500 hectares de milho, cultivados pelo sector familiar, desde a primeira quinzena de Novembro do ano transacto aos dias actuais.

No sector comercial, frisou que as perdas recaem, fundamentalmente, na produção de milho, numa estimativa de 30 por cento dos 17 mil hectares plantados, comprometendo deste modo as previsões de colheita do presente ano agrícola.

Em virtude disso, o responsável adiantou que o Gabinete está a encetar contactos junto do Ministério da Agricultura no sentido de reforçar a produção na segunda época, através da introdução de mais sementes, sobretudo de hortícolas e fruteiras, com vista a produzir em grande escala para compensar as perdas do segmento familiar.

Precisou que nesta altura as famílias esperam apenas com alguma crença, a colheita de mandioca e batata-doce por serem culturas que resistem à seca.

Enquanto isso, segundo Carlos Chipoia, para a agricultura comercial, está a se estudar a possibilidade de se subvencionar as unidades mais afectadas pela estiagem, por meio do fornecimento de sementes e fertilizantes, visando reduzir os prejuízos.

Por outro lado, o director referiu que o Gabinete da Agricultura e parceiros vão intensificar os trabalhos de sensibilização das comunidades sobre os perigos das queimadas anárquicas e do abate indiscriminado de árvores, por contribuem para a aceleração da mudança climática, causando impactos negativos na fauna e na flora, para além do aquecimento global.

Nos últimos tempos, a província tem registado pouca chuva, sendo os municípios de Luquembo, Quirima, Cambundi-Catembo, Cangandala, Cacuso, Calandula e Malanje os mais afectados pela seca.

A precipitação na província é de 1300 a 1500 milímetros, mas de Setembro de 2020 até à presente data, a província registou apenas um volume de 350 milímetros, afectando grandemente o sector agrícola.