Angola na 34ª Sessão do Comité das Pescas da FAO

  • Namibe: embarcação de pesca
Luanda - A secretária de Estado das Pescas, Esperança Costa, apresenta, nesta segunda-feira, na 34ª Sessão do Comitê de Pesca (COFI), que decorre em Roma (Itália), a posição de Angola sobre a situação, tendências, problemas emergentes e respostas inovadoras, para garantir que a actividade piscatória e a aquicultura sejam sustentáveis. 

A sessão do COFI (sigla inglesa), que decorre por videoconferência, foi aberta hoje pelo director-geral da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), Dongyu QU, e estender-se-á até ao dia 05 do corrente mês.

Neste fórum, a secretária de Estado das Pescas intervém no tema da agenda sobre a "situação, tendências, problemas emergentes e respostas inovadoras para garantir que a pesca e a aquicultura sejam realizadas de forma responsável e sustentável: reconstruindo melhor". 

Dados a que a ANGOP teve acesso indicam que o consumo de peixe, no mundo, aumentou 122%, desde 1990. 

Soube-se igualmente que cerca de 97% das pessoas que dependem da pesca para sua subsistência vivem em países em desenvolvimento. 

As mulheres representam cerca de 50% dos trabalhadores envolvidos em actividades das pescas, sendo a aquicultura e a maricultura os sub-sectores de crescimento mais rápido da indústria global de alimentos e desempenham ambos um papel crítico no atendimento à crescente demanda dos consumidores de pescado.

Excluindo as plantas aquáticas, a produção da aquicultura aumentou 527%, também desde 1990. 

O peixe é um dos alimentos mais comercializados internacionalmente, tendo o seu valor total de exportação sido fixado, em 2018, em USD 165 biliões. 

Actualmente, os oceanos enfrentam uma ampla variedade de ameaças, como a poluição, pesca excessiva, aquecimento global e degradação dos ecossistemas. 

Os pescadores de pequena escala estão entre as pessoas mais vulneráveis ​​do mundo e tendem a receber uma parcela menor dos benefícios económicos do sector.

A gestão eficaz aumentará a sustentabilidade, a longo prazo, das práticas de pesca, de captura e da aquicultura, prevendo-se que a produção global possa aumentar em 15%, até 2030. 

O COFI, órgão subsidiário da FAO, é o único fórum inter-governamental global onde os seus membros se reúnem para discutir e considerar questões e desafios relacionados à pesca e à aquicultura.

Este organismo fornece regularmente conselhos e recomendações sobre políticas gerais para governos, órgãos regionais de pesca, organizações da sociedade civil, actores do sector privado e a comunidade internacional.

A sessão do COFI (sigla inglesa), que decorre por videoconferência, foi aberta hoje pelo director-geral da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), Dongyu QU, e estender-se-á até ao dia 05 do corrente mês.

Neste fórum, a secretária de Estado das Pescas intervém no tema da agenda sobre a "situação, tendências, problemas emergentes e respostas inovadoras para garantir que a pesca e a aquicultura sejam realizadas de forma responsável e sustentável: reconstruindo melhor". 

Dados a que a ANGOP teve acesso indicam que o consumo de peixe, no mundo, aumentou 122%, desde 1990. 

Soube-se igualmente que cerca de 97% das pessoas que dependem da pesca para sua subsistência vivem em países em desenvolvimento. 

As mulheres representam cerca de 50% dos trabalhadores envolvidos em actividades das pescas, sendo a aquicultura e a maricultura os sub-sectores de crescimento mais rápido da indústria global de alimentos e desempenham ambos um papel crítico no atendimento à crescente demanda dos consumidores de pescado.

Excluindo as plantas aquáticas, a produção da aquicultura aumentou 527%, também desde 1990. 

O peixe é um dos alimentos mais comercializados internacionalmente, tendo o seu valor total de exportação sido fixado, em 2018, em USD 165 biliões. 

Actualmente, os oceanos enfrentam uma ampla variedade de ameaças, como a poluição, pesca excessiva, aquecimento global e degradação dos ecossistemas. 

Os pescadores de pequena escala estão entre as pessoas mais vulneráveis ​​do mundo e tendem a receber uma parcela menor dos benefícios económicos do sector.

A gestão eficaz aumentará a sustentabilidade, a longo prazo, das práticas de pesca, de captura e da aquicultura, prevendo-se que a produção global possa aumentar em 15%, até 2030. 

O COFI, órgão subsidiário da FAO, é o único fórum inter-governamental global onde os seus membros se reúnem para discutir e considerar questões e desafios relacionados à pesca e à aquicultura.

Este organismo fornece regularmente conselhos e recomendações sobre políticas gerais para governos, órgãos regionais de pesca, organizações da sociedade civil, actores do sector privado e a comunidade internacional.