Angola convida Índia a investir na extracção e transformação de diamantes

  • Diamantes de Angola
Luanda – O Administrador para a área financeira da empresa nacional de comércio de diamantes (SODIAM),Fernando Amaral, apelou recentemente ao investimento directo estrangeiro das empresas indianas.

O alto funcionario da SODIAM lançou o apelo na passada quinta-feira, durante o primeiro encontro virtual entre representantes dos dois Estados, organizado conjuntamente com  a Índia Global Connect.

“Os diamantes são uma importante fonte de rendimento para Angola e com as novas modalidades e política diamantífera a SODIAM gostaria de vender o seu produto através de sites,  concursos e  em mercados reconhecidos”, explicou Fernando Amaral.

Revelou que Angola perspectiva vender os seus diamantes bruto através das Zonas Especiais Notificadas (SNZs) na Índia, podendo ainda a GJEPC e a SODIAM assinar um acordo visando reforçar as relações comerciais com a Índia.

Sobre isso, Colin Shah, presidente da GJPC, admitiu que a proposta de Angola para a Índia investir na extracção e transformação de diamantes é uma oferta lucrativa que deve ser encarada seriamente.

Por sua vez, a Embaixadora Pratibha Parkar congratulou-se com o facto de Angola querer deixar a excessiva dependência das exportações de petróleo, focalizando-se na diversificação da sua economia.

Segundo a chefe da missão diplomatica indiana em Angola, o seu país  representa quase 10% do comércio de exportação deste país africano e a segunda maior nação deste continente  em termos de fornecimento de petróleo à Índia.

Na sua perspectiva, as pedras preciosas  e jóias constituem uma boa oportunidade para reforçar ainda mais o comércio bilateral.  Estudos recentes mostram que Angola é o terceiro maior produtor africano de diamantes, e só explorou 40 % do território rico com este mineral; tem tido dificuldade de atrair investimento estrangeiro.

 

O alto funcionario da SODIAM lançou o apelo na passada quinta-feira, durante o primeiro encontro virtual entre representantes dos dois Estados, organizado conjuntamente com  a Índia Global Connect.

“Os diamantes são uma importante fonte de rendimento para Angola e com as novas modalidades e política diamantífera a SODIAM gostaria de vender o seu produto através de sites,  concursos e  em mercados reconhecidos”, explicou Fernando Amaral.

Revelou que Angola perspectiva vender os seus diamantes bruto através das Zonas Especiais Notificadas (SNZs) na Índia, podendo ainda a GJEPC e a SODIAM assinar um acordo visando reforçar as relações comerciais com a Índia.

Sobre isso, Colin Shah, presidente da GJPC, admitiu que a proposta de Angola para a Índia investir na extracção e transformação de diamantes é uma oferta lucrativa que deve ser encarada seriamente.

Por sua vez, a Embaixadora Pratibha Parkar congratulou-se com o facto de Angola querer deixar a excessiva dependência das exportações de petróleo, focalizando-se na diversificação da sua economia.

Segundo a chefe da missão diplomatica indiana em Angola, o seu país  representa quase 10% do comércio de exportação deste país africano e a segunda maior nação deste continente  em termos de fornecimento de petróleo à Índia.

Na sua perspectiva, as pedras preciosas  e jóias constituem uma boa oportunidade para reforçar ainda mais o comércio bilateral.  Estudos recentes mostram que Angola é o terceiro maior produtor africano de diamantes, e só explorou 40 % do território rico com este mineral; tem tido dificuldade de atrair investimento estrangeiro.