Angola prorroga suspensão da dívida junto do G20

  • Largo da Mutamba em Luanda
Luanda - O Governo de Angola solicitou aos seus parceiros soberanos do G20 a paralisação do serviço da dívida bilateral não garantida, de 1 de Julho a 31 de Dezembro de 2021, que permite uma poupança de três mil milhões de dólares, até 2023, soube hoje a ANGOP de fonte do Ministério das Finanças.

Em comunicado, o Ministério das Finanças refere que as autoridades angolanas, com o apoio do Fundo Monetário Internacional (FMI) e outros parceiros multilaterais, continuam a implementar um “ambicioso programa” de reformas macroeconómicas, com ênfase para a gestão da dívida.

O programa, ainda de acordo com o Ministério das Finanças, continua a surtir os efeitos esperados, na medida em que colocaram a dívida pública angolana numa base sustentável, não obstante os impactos provocados pela pandemia da Covid-19.

Relativamente ao âmbito e duração, a extensão do Serviço da Dívida do G20 (DSSI) proporcionará a Angola fundos adicionais para continuar a mitigar as consequências da pandemia da Covid-19 e aumentar a capacidade do Governo de prosseguir com a implementação do seu programa de longo prazo de crescimento económico sustentável para o país.

O Ministério das Finanças manifesta-se confiante com os apoios dos seus parceiros multilaterais, bem como na continuidade da implementação do seu programa de sustentabilidade da dívida que poderá melhorar o potencial económico do país e a vida do povo angolano. 

Não obstante, o referido ministério diz que não prevê, neste momento, a necessidade de se envolver em mais negociações de reformulação do perfil com os credores, além daquelas relacionadas com a implementação do DSSI.

A propósito, o Fundo Monetário Internacional avaliou, recentemente, a dívida de Angola como sustentável sem mais reestruturações, augurando que se mantenha sustentável ao longo do médio prazo, então definido.

De acordo com as mais recentes previsões feitas também pelo FMI, Angola deverá recuperar da recessão económica de 4% em 2020, crescendo 3,2% já neste ano de 2021, melhorando também o défice orçamental de 2,8% para um ligeiro desequilíbrio de 0,1%  no presente ano.

A dívida pública, que passou de 90%, em 2018, para 120%, no ano passado, deverá também melhorar para 107,5% este ano, ainda assim, muito acima da média de 64% que o FMI espera para as economias da África subsaariana e dos 46,4% que antevê para os países exportadores de petróleo no ano em curso.

O G20 é um grupo formado pelos ministros de finanças e chefes dos bancos centrais das 19 maiores economias do mundo, mais a União Europeia. Foi criado em 1999, após as sucessivas crises financeiras da década de 1990.

Integram esse grupo os oito países mais ricos e influentes do mundo, o chamado G8 (Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão, Reino Unido e Rússia) e 11 países emergentes: África do Sul, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Brasil, China, Coreia do Sul, Índia, Indonésia, México e Turquia.

Em comunicado, o Ministério das Finanças refere que as autoridades angolanas, com o apoio do Fundo Monetário Internacional (FMI) e outros parceiros multilaterais, continuam a implementar um “ambicioso programa” de reformas macroeconómicas, com ênfase para a gestão da dívida.

O programa, ainda de acordo com o Ministério das Finanças, continua a surtir os efeitos esperados, na medida em que colocaram a dívida pública angolana numa base sustentável, não obstante os impactos provocados pela pandemia da Covid-19.

Relativamente ao âmbito e duração, a extensão do Serviço da Dívida do G20 (DSSI) proporcionará a Angola fundos adicionais para continuar a mitigar as consequências da pandemia da Covid-19 e aumentar a capacidade do Governo de prosseguir com a implementação do seu programa de longo prazo de crescimento económico sustentável para o país.

O Ministério das Finanças manifesta-se confiante com os apoios dos seus parceiros multilaterais, bem como na continuidade da implementação do seu programa de sustentabilidade da dívida que poderá melhorar o potencial económico do país e a vida do povo angolano. 

Não obstante, o referido ministério diz que não prevê, neste momento, a necessidade de se envolver em mais negociações de reformulação do perfil com os credores, além daquelas relacionadas com a implementação do DSSI.

A propósito, o Fundo Monetário Internacional avaliou, recentemente, a dívida de Angola como sustentável sem mais reestruturações, augurando que se mantenha sustentável ao longo do médio prazo, então definido.

De acordo com as mais recentes previsões feitas também pelo FMI, Angola deverá recuperar da recessão económica de 4% em 2020, crescendo 3,2% já neste ano de 2021, melhorando também o défice orçamental de 2,8% para um ligeiro desequilíbrio de 0,1%  no presente ano.

A dívida pública, que passou de 90%, em 2018, para 120%, no ano passado, deverá também melhorar para 107,5% este ano, ainda assim, muito acima da média de 64% que o FMI espera para as economias da África subsaariana e dos 46,4% que antevê para os países exportadores de petróleo no ano em curso.

O G20 é um grupo formado pelos ministros de finanças e chefes dos bancos centrais das 19 maiores economias do mundo, mais a União Europeia. Foi criado em 1999, após as sucessivas crises financeiras da década de 1990.

Integram esse grupo os oito países mais ricos e influentes do mundo, o chamado G8 (Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão, Reino Unido e Rússia) e 11 países emergentes: África do Sul, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Brasil, China, Coreia do Sul, Índia, Indonésia, México e Turquia.