Angola quer lapidar 20 por cento da produção de diamantes

  • Ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, Diamantino Pedro Azevedo
Dundo – O ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, Diamantino de Azevedo, disse (quarta-feira), no Dundo, província da Lunda Norte, que o país pretende lapidar 20 por cento da produção de diamantes, com a expansão de fábricas de lapidação nas zonas de exploração do mineral estratégico.

O ministro manifestou tal pretensão durante um encontro com os operadores mineiros na Lunda Norte, sublinhando que 99,5 por cento da produção de diamantes em Angola é exportada em bruto, o que permite que o Estado arrecade menos receitas.

Por este motivo, o governante adiantou que a intenção de lapidar a referida quantidade se poderá materializar a médio e longo prazos. A propósito, referiu que, nos últimos quatro anos, foram instaladas, três fábricas de lapidação, propriamente em Luanda.

Disse que este ano será inaugurado o polo de desenvolvimento diamantífero em Saurimo, província da Lunda Sul, com a capacidade para albergar, no futuro, 26 fábricas de lapidação, através de investimentos privados.

Após sua inauguração, o polo vai contar com uma fábrica de lapidação, elevando para quatro o número de lapidadoras em Angola.

Diamantino de Azevedo adiantou que mesmo quando se conseguir as 26 fábricas no polo de Saurimo, Angola vai lapidar 10 por cento da sua produção, acrescentando mais valor aos diamantes e no futuro apostar na indústria da joalharia.

Anunciou na ocasião, a construção, ainda este ano, de uma fábrica de lapidação no município de Chitato, na Lunda Norte, através de um investimento privado, avaliado em 20 milhões de dólares norte-americanos.

 A futura infra-estrutura, segunda na região leste, vai gerar 450 empregos directos e indirectos na província.

A concretização destes projectos, conforme o governante, vai contribuir na redução dos custos operacionais das empresas diamantíferas, porque vão reduzir os níveis de exportação dos diamantes para serem lapidados no exterior.

Actualmente, a Endiama controla 12 minas em funcionamento, divididas entre grandes e pequenos projectos, nove dos quais são aluviões e três kimberlitos.

Os diamantes representam, a par do petróleo, uma das principais fontes de receitas do Orçamento Geral do Estado (OGE), sendo que a sua exploração provém, em maioria (98 por cento), de depósitos de kimberlitos.

O ministro manifestou tal pretensão durante um encontro com os operadores mineiros na Lunda Norte, sublinhando que 99,5 por cento da produção de diamantes em Angola é exportada em bruto, o que permite que o Estado arrecade menos receitas.

Por este motivo, o governante adiantou que a intenção de lapidar a referida quantidade se poderá materializar a médio e longo prazos. A propósito, referiu que, nos últimos quatro anos, foram instaladas, três fábricas de lapidação, propriamente em Luanda.

Disse que este ano será inaugurado o polo de desenvolvimento diamantífero em Saurimo, província da Lunda Sul, com a capacidade para albergar, no futuro, 26 fábricas de lapidação, através de investimentos privados.

Após sua inauguração, o polo vai contar com uma fábrica de lapidação, elevando para quatro o número de lapidadoras em Angola.

Diamantino de Azevedo adiantou que mesmo quando se conseguir as 26 fábricas no polo de Saurimo, Angola vai lapidar 10 por cento da sua produção, acrescentando mais valor aos diamantes e no futuro apostar na indústria da joalharia.

Anunciou na ocasião, a construção, ainda este ano, de uma fábrica de lapidação no município de Chitato, na Lunda Norte, através de um investimento privado, avaliado em 20 milhões de dólares norte-americanos.

 A futura infra-estrutura, segunda na região leste, vai gerar 450 empregos directos e indirectos na província.

A concretização destes projectos, conforme o governante, vai contribuir na redução dos custos operacionais das empresas diamantíferas, porque vão reduzir os níveis de exportação dos diamantes para serem lapidados no exterior.

Actualmente, a Endiama controla 12 minas em funcionamento, divididas entre grandes e pequenos projectos, nove dos quais são aluviões e três kimberlitos.

Os diamantes representam, a par do petróleo, uma das principais fontes de receitas do Orçamento Geral do Estado (OGE), sendo que a sua exploração provém, em maioria (98 por cento), de depósitos de kimberlitos.