Angola reitera cooperação nos hidrocarbonetos com RDC

  • Ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, Diamantino Azevedo.
Luanda: O ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, Diamantino Azevedo, reiterou, nessa quinta-feira, a inteira disponibilidade de Angola em trabalhar com o sector dos hidrocarbonetos da RDC e entidades públicas e privadas desse país vizinho.

O governante angolano, que falava no encontro de análise do estado das relações no sector dos hidrocarbonetos de Angola e RDC, considerou ser um mecanismo conjunto para a comercialização de produtos petrolíferos entre os dois países, a fim de combater a fraude e o contrabando de combustível.

Mereceram atenção, no encontro, a decisão de desenvolver um roteiro sobre os próximos passos para a implementação do projecto da Zona de Interesse Comum (ZIC) e a criação de uma comissão conjunta para o seu acompanhamento técnico.

As duas delegações incentivaram as suas empresas nacionais (Sonangol e Sonahydroc) a continuarem as discussões e fazerem as propostas concretas, assim como a realização de uma nova reunião em Janeiro de 2021, em um local a ser acordado.

Para cimentar uma relação no sector dos hidrocarbonetos dos dois países, discutiu-se sobre o inventário e avaliação da ZIC, assim como a comercialização de produtos petrolíferos.

A delegação da RDC foi chefiada pelo ministro de Estado e dos Hidrocarbonetos daquele país, Rubens Mikindo, enquanto a angolana pelo ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, que incentivaram as duas empresas nacionais (Sonangol e Sonahydroc) a continuarem as discussões e fazerem as propostas concretas.

Apesar da Covid-19, Angola e a RDC têm marcado passos seguros e eficazes, considerando os instrumentos, técnicos jurídicos e afins sobre as matérias do sector de hidrocarbonetos.

Diamantino Azevedo disse que o encontro demonstrou empenho e dedicação dos países no projecto comum, face às dinâmicas políticas e paradigmáticas existentes, gerado de sinergias sobre a exploração petrolífera comum das águas profundas da bacia inferior do Congo.

O encontro analisou a problemática do uso recíproco das águas territoriais dos países, por via do estudo das potencialidades dos hidrocarbonetos da ZIC e a sua viabilidade económica em benefício dos dois países e povos.   

O entendimento sobre a exploração petrolífera comum das águas da bacia inferior do Congo foi assinada em Junho de 2003, entre os governos de Angola e da RDC, que serviu para a criação de um corredor marítimo comum de exploração petrolífera, definidas por Zonas de Interesse Comum (ZIC).

O governante angolano, que falava no encontro de análise do estado das relações no sector dos hidrocarbonetos de Angola e RDC, considerou ser um mecanismo conjunto para a comercialização de produtos petrolíferos entre os dois países, a fim de combater a fraude e o contrabando de combustível.

Mereceram atenção, no encontro, a decisão de desenvolver um roteiro sobre os próximos passos para a implementação do projecto da Zona de Interesse Comum (ZIC) e a criação de uma comissão conjunta para o seu acompanhamento técnico.

As duas delegações incentivaram as suas empresas nacionais (Sonangol e Sonahydroc) a continuarem as discussões e fazerem as propostas concretas, assim como a realização de uma nova reunião em Janeiro de 2021, em um local a ser acordado.

Para cimentar uma relação no sector dos hidrocarbonetos dos dois países, discutiu-se sobre o inventário e avaliação da ZIC, assim como a comercialização de produtos petrolíferos.

A delegação da RDC foi chefiada pelo ministro de Estado e dos Hidrocarbonetos daquele país, Rubens Mikindo, enquanto a angolana pelo ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, que incentivaram as duas empresas nacionais (Sonangol e Sonahydroc) a continuarem as discussões e fazerem as propostas concretas.

Apesar da Covid-19, Angola e a RDC têm marcado passos seguros e eficazes, considerando os instrumentos, técnicos jurídicos e afins sobre as matérias do sector de hidrocarbonetos.

Diamantino Azevedo disse que o encontro demonstrou empenho e dedicação dos países no projecto comum, face às dinâmicas políticas e paradigmáticas existentes, gerado de sinergias sobre a exploração petrolífera comum das águas profundas da bacia inferior do Congo.

O encontro analisou a problemática do uso recíproco das águas territoriais dos países, por via do estudo das potencialidades dos hidrocarbonetos da ZIC e a sua viabilidade económica em benefício dos dois países e povos.   

O entendimento sobre a exploração petrolífera comum das águas da bacia inferior do Congo foi assinada em Junho de 2003, entre os governos de Angola e da RDC, que serviu para a criação de um corredor marítimo comum de exploração petrolífera, definidas por Zonas de Interesse Comum (ZIC).