Angola tem declínio anual de 15% na produção de petróleo

  • Plataforma de Petróleo
Luanda - A produção petrolífera em Angola regista anualmente um declínio na ordem dos 15%, cerca de 140 mil barris por dia, revelou hoje o Presidente do Conselho de Administração da Agência Nacional de Petróleo e Gás (ANPG), Paulino Jerónimo.

A quebra na produção deve-se à falta de investimentos na pesquisa, exploração, refinação e armanezamento ao longo dos últimos anos.

Nesta altura, a produção anual do país é estimada em um milhão 220 mil barris por dia, mas para se atingir esta cifra o sector faz recurso, nos últimos anos, à exploração de campos marginais, que não são economicamente atractivos para desenvolver e produzir.

Para serem atractivos, o Executivo angolano criou um diploma legal em 2018 para incentivar os investidores a desenvolverem campos marginais e permitir também aos empreendedores recuperarem os recursos a aplicar.

Sem este recurso, segundo o gestor, a produção de petróleo em Angola poderia rondar um milhão e 80 mil barris por dia.

A propósito da baixa acentuada na produção de petróleo no país, o ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás (Mirempet), Diamantino Azevedo, que falava hoje num fórum denominado “Café com Jornalistas”, promovido pelo seu sector, afirmou que "a culpa do  declínio é do país".

“Nós não investimos no armanezamento e na refinação. A culpa é nossa”, assumiu o ministro, acrescentando que a produção poderá baixar ainda mais se faltar pesquisa.

Em relação a exploração de petróleo na província do Namibe, Diamantino Azevedo afirmou que é possível manter um equilíbrio entre a exploração de petróleo e o ambiente, sem prejuízo dos interesses da actividade pesqueira, muito desenvolvida na região.

Explicou que está em curso, a nível no mundo, uma mudança na matriz energética que reduzirá a importância do petróleo.

Assim sendo, argumentou o ministro, o melhor é explorá-lo agora, obtendo riquezas para ajudar a desenvolver outros sectores da vida do país.

A respeito da refinaria do Soyo, disse que se espera lançar a sua construção ainda este ano, e a propósito farão uma comunicação pública antes do fim de Janeiro.

Por sua vez, o presidente do Conselho de Administração da Sonangol, Gaspar Martins, deu a conhecer que a até final deste ano a empresa vai se desfazer de 12 dos 56 activos e participações que detém.

De igual modo, avançou que a companhia espera concluir, até final deste mês de Janeiro, a venda ou terceirização de sua participação nos hotéis HCTA e Florenza, enquanto o Hotel Intercontinental tem um contrato de gestão.

Gaspar Martins disse também que a Sonangol já privatizou três activos imobiliários em Portugal e estão a tratar da transferência de duas aeronaves à TAP.

Informou também que a empresa produz actualmente 220 mil barris de petróleo por dia e efectua cerca de 60 carregamentos por ano e que a venda do petróleo é realizada com o concurso dos seus escritórios internacionais estabelecidos em Houston (EUA), Singapura e Londres (Reino Unido).

Quanto ao sub-sector de distribuição de combustíveis, o director do Instituto Regulador dos Derivados de Petróleo (IRDP), Manuel Albino Ferreira, explicou que o número de sedes municipais sem postos de abastecimento de combustíveis reduziu para 37, a maior parte das quais situada na região Leste do país.

A quebra na produção deve-se à falta de investimentos na pesquisa, exploração, refinação e armanezamento ao longo dos últimos anos.

Nesta altura, a produção anual do país é estimada em um milhão 220 mil barris por dia, mas para se atingir esta cifra o sector faz recurso, nos últimos anos, à exploração de campos marginais, que não são economicamente atractivos para desenvolver e produzir.

Para serem atractivos, o Executivo angolano criou um diploma legal em 2018 para incentivar os investidores a desenvolverem campos marginais e permitir também aos empreendedores recuperarem os recursos a aplicar.

Sem este recurso, segundo o gestor, a produção de petróleo em Angola poderia rondar um milhão e 80 mil barris por dia.

A propósito da baixa acentuada na produção de petróleo no país, o ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás (Mirempet), Diamantino Azevedo, que falava hoje num fórum denominado “Café com Jornalistas”, promovido pelo seu sector, afirmou que "a culpa do  declínio é do país".

“Nós não investimos no armanezamento e na refinação. A culpa é nossa”, assumiu o ministro, acrescentando que a produção poderá baixar ainda mais se faltar pesquisa.

Em relação a exploração de petróleo na província do Namibe, Diamantino Azevedo afirmou que é possível manter um equilíbrio entre a exploração de petróleo e o ambiente, sem prejuízo dos interesses da actividade pesqueira, muito desenvolvida na região.

Explicou que está em curso, a nível no mundo, uma mudança na matriz energética que reduzirá a importância do petróleo.

Assim sendo, argumentou o ministro, o melhor é explorá-lo agora, obtendo riquezas para ajudar a desenvolver outros sectores da vida do país.

A respeito da refinaria do Soyo, disse que se espera lançar a sua construção ainda este ano, e a propósito farão uma comunicação pública antes do fim de Janeiro.

Por sua vez, o presidente do Conselho de Administração da Sonangol, Gaspar Martins, deu a conhecer que a até final deste ano a empresa vai se desfazer de 12 dos 56 activos e participações que detém.

De igual modo, avançou que a companhia espera concluir, até final deste mês de Janeiro, a venda ou terceirização de sua participação nos hotéis HCTA e Florenza, enquanto o Hotel Intercontinental tem um contrato de gestão.

Gaspar Martins disse também que a Sonangol já privatizou três activos imobiliários em Portugal e estão a tratar da transferência de duas aeronaves à TAP.

Informou também que a empresa produz actualmente 220 mil barris de petróleo por dia e efectua cerca de 60 carregamentos por ano e que a venda do petróleo é realizada com o concurso dos seus escritórios internacionais estabelecidos em Houston (EUA), Singapura e Londres (Reino Unido).

Quanto ao sub-sector de distribuição de combustíveis, o director do Instituto Regulador dos Derivados de Petróleo (IRDP), Manuel Albino Ferreira, explicou que o número de sedes municipais sem postos de abastecimento de combustíveis reduziu para 37, a maior parte das quais situada na região Leste do país.