ANIESA capacita empreendedores chineses sobre boas práticas comerciais

Luanda - Mais de 50 empreendedores chineses foram capacitados, este sábado, em Luanda, sobre boas práticas comerciais no domínio da indústria, comércio a grosso e pescas, numa iniciativa da Autoridade Nacional de Inspecção Económica e Segurança Alimentar (ANIESA).

A acção formativa, a primeira dirigida aos membros da Associação de Empreendedores Zhejiang em Angola (AEZango), com duração de um dia, abordou questões relacionadas com "Actos de regulamentação e legalização das empresas", " Procedimentos necessários à segurança no serviço", entre outros.

o Inspector-geral adjunto da ANIESA, Cristiano Francisco, afirmou que essa acção se enquadra dentro dos objevtivos do Executivo angolano, no sentido de melhorar o ambiente de negócios em Angola, evitando assim os constrangimentos e embaraços administrativos sobre os agentes económicos.

"Com isso, os empreendedores sairão daqui com conhecimentos que vão permitir exercer as actividades comerciais dentro dos parâmetros legais", reforçou.

Para o vice-presidente da AEZango, Ma Jice, esse exercício mostra a vontade dos empreendedores em estarem legalizados dentro do mercado angolano.

Acrescentou que tal actividade serve de ponto de partida entre a AEZango e a ANIESA para a leitura e interpretação das leis e regulamentos regentes no país.

"(.....) E da nossa parte nos comprometemos no apoio e cooperação com as entidades regularizadoras para alterar a ideia que os empresários chineses têm sobre as autoridades regularizadoras", disse.

 

A acção formativa, a primeira dirigida aos membros da Associação de Empreendedores Zhejiang em Angola (AEZango), com duração de um dia, abordou questões relacionadas com "Actos de regulamentação e legalização das empresas", " Procedimentos necessários à segurança no serviço", entre outros.

o Inspector-geral adjunto da ANIESA, Cristiano Francisco, afirmou que essa acção se enquadra dentro dos objevtivos do Executivo angolano, no sentido de melhorar o ambiente de negócios em Angola, evitando assim os constrangimentos e embaraços administrativos sobre os agentes económicos.

"Com isso, os empreendedores sairão daqui com conhecimentos que vão permitir exercer as actividades comerciais dentro dos parâmetros legais", reforçou.

Para o vice-presidente da AEZango, Ma Jice, esse exercício mostra a vontade dos empreendedores em estarem legalizados dentro do mercado angolano.

Acrescentou que tal actividade serve de ponto de partida entre a AEZango e a ANIESA para a leitura e interpretação das leis e regulamentos regentes no país.

"(.....) E da nossa parte nos comprometemos no apoio e cooperação com as entidades regularizadoras para alterar a ideia que os empresários chineses têm sobre as autoridades regularizadoras", disse.