Aval do FMI valoriza reformas – Minfin

  • Pormenor do largo da Mutamba
Luanda - O Ministério das Finanças (Minfin) declarou, nesta terça-feira, que a aprovação da quarta revisão do Programa de Financiamento Ampliado (EFF), pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), representa a valorização das reformas em curso no país.

Na última segunda-feira (11), o Conselho Executivo do FMI aprovou a referida revisão e, em consequência, anunciou um desembolso imediato de cerca de USD 487,5 milhões para Angola, equivalente a 46 por cento da sua quota junto deste órgão financeiro mundial.

Com esta tranche, eleva-se para USD 2,9 mil milhões o valor desembolsado desde o início do programa de financiamento, cujo total previsto é de USD 4,4 mil milhões.

Em comunicado de imprensa, a que ANGOP teve acesso nesta terça-feira, o Ministério das Finanças reforça que a aprovação da quarta revisão demonstra a confiança da comunidade financeira internacional no programa de reformas do Executivo angolano.

"É um sinal importante de que o melhor caminho a percorrer é o da continuidade das reformas em curso no país e de que as dificuldades que hoje vivemos devem ser encaradas como temporárias, devendo os angolanos manter o sentimento de esperança e confiança no futuro", lê-se.

O Programa de Financiamento Ampliado visa o alcance e a consolidação dos equilíbrios externo e fiscal da economia angolana, bem como a criação de condições para efectiva diversificação da economia, de modo a promover um crescimento sustentado e sustentável da economia nacional, liderado pelo sector privado.

Nesta sua quarta avaliação, o Conselho de Administração do FMI elogiou o Executivo Angolano pela sua forte resposta aos choques negativos causados pela Covid-19 na economia e na população angolana.

Enalteceu, em particular, o ajustamento fiscal prudente levado a cabo pelo Executivo, em 2020, que envolveu ganhos em relação às receitas fiscais não petrolíferas e à diminuição de despesas não essenciais, ao mesmo tempo que preservou os gastos em despesas essenciais como a saúde, a educação e outros domínios do sector social.

O FMI destaca igualmente os êxitos na reformulação do perfil do serviço da dívida pública de Angola e a adesão à Iniciativa de Suspensão do Serviço da Dívida (DSSI), que na sua apreciação "irão levar a um significativo alívio no que respeita ao serviço da dívida e reduzir os riscos relacionados com a sua sustentabilidade".

O órgão financeiro valorizou ainda os esforços do Executivo para a normalização do mercado cambial, referindo que a flexibilização da taxa de câmbio serviu como um importante amortecedor do choque causado pela queda do preço do petróleo no mercado internacional e pela consequente escassez de divisas no país.

 

Na última segunda-feira (11), o Conselho Executivo do FMI aprovou a referida revisão e, em consequência, anunciou um desembolso imediato de cerca de USD 487,5 milhões para Angola, equivalente a 46 por cento da sua quota junto deste órgão financeiro mundial.

Com esta tranche, eleva-se para USD 2,9 mil milhões o valor desembolsado desde o início do programa de financiamento, cujo total previsto é de USD 4,4 mil milhões.

Em comunicado de imprensa, a que ANGOP teve acesso nesta terça-feira, o Ministério das Finanças reforça que a aprovação da quarta revisão demonstra a confiança da comunidade financeira internacional no programa de reformas do Executivo angolano.

"É um sinal importante de que o melhor caminho a percorrer é o da continuidade das reformas em curso no país e de que as dificuldades que hoje vivemos devem ser encaradas como temporárias, devendo os angolanos manter o sentimento de esperança e confiança no futuro", lê-se.

O Programa de Financiamento Ampliado visa o alcance e a consolidação dos equilíbrios externo e fiscal da economia angolana, bem como a criação de condições para efectiva diversificação da economia, de modo a promover um crescimento sustentado e sustentável da economia nacional, liderado pelo sector privado.

Nesta sua quarta avaliação, o Conselho de Administração do FMI elogiou o Executivo Angolano pela sua forte resposta aos choques negativos causados pela Covid-19 na economia e na população angolana.

Enalteceu, em particular, o ajustamento fiscal prudente levado a cabo pelo Executivo, em 2020, que envolveu ganhos em relação às receitas fiscais não petrolíferas e à diminuição de despesas não essenciais, ao mesmo tempo que preservou os gastos em despesas essenciais como a saúde, a educação e outros domínios do sector social.

O FMI destaca igualmente os êxitos na reformulação do perfil do serviço da dívida pública de Angola e a adesão à Iniciativa de Suspensão do Serviço da Dívida (DSSI), que na sua apreciação "irão levar a um significativo alívio no que respeita ao serviço da dívida e reduzir os riscos relacionados com a sua sustentabilidade".

O órgão financeiro valorizou ainda os esforços do Executivo para a normalização do mercado cambial, referindo que a flexibilização da taxa de câmbio serviu como um importante amortecedor do choque causado pela queda do preço do petróleo no mercado internacional e pela consequente escassez de divisas no país.