Balança comercial entre Angola e Zâmbia estimada em USD 50 milhões/ano 

  • Um ângulo do  Porto de Luanda
Luanda – As trocas comerciais entre Angola e Zâmbia estimam-se, neste momento, em 50 milhões de Dólares americanos por ano, com um ligeiro pendor para o país vizinho, impulsionado pelo crescimento do segmento do agro-negócio.

De acordo com as autoridades dos dois países, a partilha da fronteira terrestre tem tido peso considerável nessa relação, fruto das inúmeras oportunidades disponíveis em ambos os lados, que devem ser melhores aproveitadas e exploradas, para criar riqueza e empregos.

A informação foi avançada durante um Fórum Virtual de Negócios sobre “Oportunidades de Comércio e Investimentos em comum”, promovido pela Agência de Investimento Privado e Promoção das Exportações (AIPEX), em parceria com a Zâmbia Development Agency (ZDA).

Na ocasião, os organizadores do evento, incluindo a Embaixada de Angola na Zâmbia, expuseram aos empresários participantes as ofertas de negócios disponíveis nos respectivos Estados, que partilham uma fronteira de mais de mil quilómetros.

Miguel Raposso Alves, presidente da Hamera Capital Partners, um grupo financeiro com sede na Suíça, apresentou aos empresários de Angola e da Zâmbia programas de financiamento à produção e às exportações de produtos para o mercado internacional.

Destacou o crescente interesse do mundo financeiro por África, associado às iniciativas de constituição do Mercado Livre Africano, com um universo de consumidores de cerca de um bilião 200 milhões de consumidores.

Ficou decidida a criação, por ambas as agências de investimento, de uma base de dados, para estimular o contacto e a aproximação empresarial entre os dois países e consequente constituição de parcerias empresarias.

O fórum contou com as presenças dos embaixadores dos dois países, nomeadamente Azevedo Xavier Francisco (Angola) e Lawrence Chalungumana (Zâmbia), além outros altos funcionários.

A Zâmbia exporta para Angola sementes e produtos agrícolas, como milho, feijão, ovos, fertilizantes, açúcar e mel, enquanto Angola envia combustíveis e outros derivados do petróleo, bebidas, maquinaria diversa, produtos do mar e pequenas quantidades de cereais e mel.

A cooperação bilateral tem estado em constante expansão no âmbito da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC), privilegiando essencialmente os sectores Político, de Defesa e Segurança, dos Transportes, da Educação, da Saúde, da Agricultura e Geologia e Minas.

Em termos de investimentos privados, entre 1995 e 2019 foram registados apenas dois projectos da Zâmbia, onde vive a segunda maior comunidade de angolanos na diáspora, estimada em 100 mil pessoas.

Os referidos investimentos incidiram sobre as áreas imobiliária e da restauração, reflexo da elevada oportunidade de negócios existente para serem explorados pelos operadores do sector privado de ambos os países, no âmbito da sua adesão à Zona de Comércio Livre  Africana e da Zona Livre de Comércio da SADC.

De acordo com as autoridades dos dois países, a partilha da fronteira terrestre tem tido peso considerável nessa relação, fruto das inúmeras oportunidades disponíveis em ambos os lados, que devem ser melhores aproveitadas e exploradas, para criar riqueza e empregos.

A informação foi avançada durante um Fórum Virtual de Negócios sobre “Oportunidades de Comércio e Investimentos em comum”, promovido pela Agência de Investimento Privado e Promoção das Exportações (AIPEX), em parceria com a Zâmbia Development Agency (ZDA).

Na ocasião, os organizadores do evento, incluindo a Embaixada de Angola na Zâmbia, expuseram aos empresários participantes as ofertas de negócios disponíveis nos respectivos Estados, que partilham uma fronteira de mais de mil quilómetros.

Miguel Raposso Alves, presidente da Hamera Capital Partners, um grupo financeiro com sede na Suíça, apresentou aos empresários de Angola e da Zâmbia programas de financiamento à produção e às exportações de produtos para o mercado internacional.

Destacou o crescente interesse do mundo financeiro por África, associado às iniciativas de constituição do Mercado Livre Africano, com um universo de consumidores de cerca de um bilião 200 milhões de consumidores.

Ficou decidida a criação, por ambas as agências de investimento, de uma base de dados, para estimular o contacto e a aproximação empresarial entre os dois países e consequente constituição de parcerias empresarias.

O fórum contou com as presenças dos embaixadores dos dois países, nomeadamente Azevedo Xavier Francisco (Angola) e Lawrence Chalungumana (Zâmbia), além outros altos funcionários.

A Zâmbia exporta para Angola sementes e produtos agrícolas, como milho, feijão, ovos, fertilizantes, açúcar e mel, enquanto Angola envia combustíveis e outros derivados do petróleo, bebidas, maquinaria diversa, produtos do mar e pequenas quantidades de cereais e mel.

A cooperação bilateral tem estado em constante expansão no âmbito da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC), privilegiando essencialmente os sectores Político, de Defesa e Segurança, dos Transportes, da Educação, da Saúde, da Agricultura e Geologia e Minas.

Em termos de investimentos privados, entre 1995 e 2019 foram registados apenas dois projectos da Zâmbia, onde vive a segunda maior comunidade de angolanos na diáspora, estimada em 100 mil pessoas.

Os referidos investimentos incidiram sobre as áreas imobiliária e da restauração, reflexo da elevada oportunidade de negócios existente para serem explorados pelos operadores do sector privado de ambos os países, no âmbito da sua adesão à Zona de Comércio Livre  Africana e da Zona Livre de Comércio da SADC.