Banco Yetu financia 15 projectos no âmbito do PRODESI

  • Secretário de estado da economia, Mário Caetano João
Luanda - O Banco Yetu financiou quinze projectos inseridos no Programa de Apoio à Produção, Diversificação das Exportações e Substituição das Importações (PRODESI), em 2020, informou, nesta terça-feira, em Luanda, o seu Presidente do Conselho de Administração (PCA), Rosário Matias.

A propósito, esta instituição financeira assinou hoje, em Luanda, um memorando de entendimento com o Ministério da Economia e Planeamento, com vista a viabilizar o financiamento de vários projectos no âmbito do apoio à economia real, principalmente no sector produtivo.

Segundo o PCA do Banco Yetu, até ao momento, já foram disponibilizados AKZ dois biliões e 300 milhões (2.3 mil milhões de Kwanzas), para apoiar os projectos apresentados, sendo 15 já financiados e cinco outros aprovados, para as províncias do Cuando Cubango, Huambo, Luanda e Benguela.  

Entre os sectores financiados, descreveu Rosário Matias, destacam-se os da agricultura, da distribuição e logística, bem como agro-pecuária.

Neste ano de 2021, o Banco Yetu começou a receber os primeiros pedidos, ligados a projectos nos sectores agrícola, pescas, aquicultura, tecnologias e alguns na base de pesquisa para a produção agrícola.

No que toca ao montante a financiar, Rosário Matias referiu que os bancos devem disponibilizar 2.5 por cento do activo do exercício anterior. “Esse número poderá provavelmente sofrer alguma alteração, em função dos projectos que nos forem apresentados”, sublinhou.

Por sua vez, o secretário de Estado para Economia, Mário Caetano João, explicou que este instrumento, assinado entre o Ministério da Economia e Planeamento e o Banco Yetu, vai intensificar as operações de créditos, uma vez que a instituição já financiou vários projectos ligados à economia real, principalmente no sector produtivo.

No ano de 2020, o Programa de Apoio à Produção, Diversificação das Exportações e Substituição das Importações (PRODESI) aprovou um mínimo de 512 projectos, avaliados em Akz 426 mil milhões.

O PRODESI tem como objectivos fundamentais a aceleração do processo de diversificação da economia nacional. Para isso, prioriza o fomento da produção e da exportação nos sectores não petrolíferos, assim como nas fileiras com forte potencial de substituição de importações.

A propósito, esta instituição financeira assinou hoje, em Luanda, um memorando de entendimento com o Ministério da Economia e Planeamento, com vista a viabilizar o financiamento de vários projectos no âmbito do apoio à economia real, principalmente no sector produtivo.

Segundo o PCA do Banco Yetu, até ao momento, já foram disponibilizados AKZ dois biliões e 300 milhões (2.3 mil milhões de Kwanzas), para apoiar os projectos apresentados, sendo 15 já financiados e cinco outros aprovados, para as províncias do Cuando Cubango, Huambo, Luanda e Benguela.  

Entre os sectores financiados, descreveu Rosário Matias, destacam-se os da agricultura, da distribuição e logística, bem como agro-pecuária.

Neste ano de 2021, o Banco Yetu começou a receber os primeiros pedidos, ligados a projectos nos sectores agrícola, pescas, aquicultura, tecnologias e alguns na base de pesquisa para a produção agrícola.

No que toca ao montante a financiar, Rosário Matias referiu que os bancos devem disponibilizar 2.5 por cento do activo do exercício anterior. “Esse número poderá provavelmente sofrer alguma alteração, em função dos projectos que nos forem apresentados”, sublinhou.

Por sua vez, o secretário de Estado para Economia, Mário Caetano João, explicou que este instrumento, assinado entre o Ministério da Economia e Planeamento e o Banco Yetu, vai intensificar as operações de créditos, uma vez que a instituição já financiou vários projectos ligados à economia real, principalmente no sector produtivo.

No ano de 2020, o Programa de Apoio à Produção, Diversificação das Exportações e Substituição das Importações (PRODESI) aprovou um mínimo de 512 projectos, avaliados em Akz 426 mil milhões.

O PRODESI tem como objectivos fundamentais a aceleração do processo de diversificação da economia nacional. Para isso, prioriza o fomento da produção e da exportação nos sectores não petrolíferos, assim como nas fileiras com forte potencial de substituição de importações.