Lançada primeira pedra para conclusão do Terminal Oceânico do Dande

  • Bengo: Diamantino Azevedo, Ministro dos Recursos Minerais Petróleo e Gás, na Cerimônia de lançamento do Terminal Oceânico da Barra do Dande
  • Bengo: Momento da assinatura do Terminal Oceânico da Barra do Dande
  • Área de construção do Terminal Oceânico da Barra do Dande
Caxito – A primeira pedra para conclusão da obra do Terminal Oceânico da Barra do Dande (TOBD), paralisada desde 2016, devido à crise económica e financeira, foi lançada esta terça-feira, no município do Dande, província do Bengo.

O auto de consignação da obra foi assinado pelo Presidente do Conselho de Administração da Sonangol,EP, Sebastião Gaspar Martins, o representante da empreiteira (OECI), Marcus Fábio Azevedo e da empresa fiscal (DAR Angola), Antoine Abboud.

Orçado em cerca de 499 milhões, 57 mil e 617 dólares ( cerca de 316.387.058.829.31 kwanzas), uma redução de mais de 200 milhões de dólares, em relação ao valor aprovado pelo Titular do Poder Executivo,  em Dezembro de 2020 (USD 700 milhões), o projecto será erguido numa área  de 380 hectares e terá a duração de 17 meses.

O projecto vai gerar mais de 3.500 postos de trabalho directos e indirectos.  

O Terminal Oceânico da Barra do Dande será a principal plataforma  que vai  assegurar o armazenamento e recepção de produtos derivados de petróleo,  para atender as reservas estratégicas operacionais e de segurança  do país e promover a comercialização de combustíveis na região.

O TOBD tem linhas projectadas para descarga, quebramar com aproximadamente 1,7 quilómetros de extensão  e  29 tanques com capacidade de armazenar 580 mil metros cúbicos de líquidos derivados de petróleo (gasóleo, gasolina e gás butano).

No acto de lançamento, o ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, Diamantino Pedro Azevedo, referiu que, o projecto enquadrado  no Plano de Desenvolvimento Nacional (PDN) 2018/2022),  vai dar impulso às  infra-estruturas do sector  que estão em curso ou em carteira, para permitir que o país alcance a segurança energética.

A conclusão da infra-estrutura, afirmou o responsável,  vai adicionar  uma mais mais-valia ao sector petrolífero nacional, permitindo melhorar a distribuição de combustível  para o interior do país e posicionar-se como uma plataforma de armazenamento de distribuição de combustível para a região.

A governadora provincial do Bengo, Mara Quiosa, sublinhou que o projecto vai criar, na província, inúmeras valias, começando pela melhoria das infra-estruturas que servirão de apoio ao terminal, tais como as vias de comunicação, o reforço do fornecimento de energia e água na região.

Por sua vez, o director do projecto, Mauro Graça, disse que a questão ambiental está salvaguardada com a construção de um sistema de produção de energia renovável para alimentar a rede nacional e beneficiar as comunidades.

Em Dezembro de 2020, o Presidente da República autorizou por decreto a contratação, por ajuste directo, de consultoria especializada para a realização de estudos de viabilidade económica e financeira do terminal, para a execução dos serviços de manutenção e preservação das infra-estruturas existentes no Terminal Oceânico da Barra do Dande.

O auto de consignação da obra foi assinado pelo Presidente do Conselho de Administração da Sonangol,EP, Sebastião Gaspar Martins, o representante da empreiteira (OECI), Marcus Fábio Azevedo e da empresa fiscal (DAR Angola), Antoine Abboud.

Orçado em cerca de 499 milhões, 57 mil e 617 dólares ( cerca de 316.387.058.829.31 kwanzas), uma redução de mais de 200 milhões de dólares, em relação ao valor aprovado pelo Titular do Poder Executivo,  em Dezembro de 2020 (USD 700 milhões), o projecto será erguido numa área  de 380 hectares e terá a duração de 17 meses.

O projecto vai gerar mais de 3.500 postos de trabalho directos e indirectos.  

O Terminal Oceânico da Barra do Dande será a principal plataforma  que vai  assegurar o armazenamento e recepção de produtos derivados de petróleo,  para atender as reservas estratégicas operacionais e de segurança  do país e promover a comercialização de combustíveis na região.

O TOBD tem linhas projectadas para descarga, quebramar com aproximadamente 1,7 quilómetros de extensão  e  29 tanques com capacidade de armazenar 580 mil metros cúbicos de líquidos derivados de petróleo (gasóleo, gasolina e gás butano).

No acto de lançamento, o ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, Diamantino Pedro Azevedo, referiu que, o projecto enquadrado  no Plano de Desenvolvimento Nacional (PDN) 2018/2022),  vai dar impulso às  infra-estruturas do sector  que estão em curso ou em carteira, para permitir que o país alcance a segurança energética.

A conclusão da infra-estrutura, afirmou o responsável,  vai adicionar  uma mais mais-valia ao sector petrolífero nacional, permitindo melhorar a distribuição de combustível  para o interior do país e posicionar-se como uma plataforma de armazenamento de distribuição de combustível para a região.

A governadora provincial do Bengo, Mara Quiosa, sublinhou que o projecto vai criar, na província, inúmeras valias, começando pela melhoria das infra-estruturas que servirão de apoio ao terminal, tais como as vias de comunicação, o reforço do fornecimento de energia e água na região.

Por sua vez, o director do projecto, Mauro Graça, disse que a questão ambiental está salvaguardada com a construção de um sistema de produção de energia renovável para alimentar a rede nacional e beneficiar as comunidades.

Em Dezembro de 2020, o Presidente da República autorizou por decreto a contratação, por ajuste directo, de consultoria especializada para a realização de estudos de viabilidade económica e financeira do terminal, para a execução dos serviços de manutenção e preservação das infra-estruturas existentes no Terminal Oceânico da Barra do Dande.