Workshop recomenda aumento de recursos do OGE para sector produtivo

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Caxito – O aumento da quota do Orçamento Geral do Estado (OGE) para o sector produtivo e a dinamização das escolas de campo agrícolas foram uma das recomendações saídas do workshop regional de Segurança Alimentar, que decorreu de 27 a 29 , na província do Bengo.

O encontro, de três dias, permitiu  aos  técnicos ter uma visão consolidada sobre a situação alimentar e nutricional do país,  bem como a necessidade da tomada de medidas estruturantes para reverter o actual estado de insegurança alimentar que Angola enfrenta.

Os participantes identificaram os constrangimentos no desenvolvimento do sistema alimentar como a carência de pastos e água, devido à falta de chuva na região litoral e sul, o abate indiscriminado de árvores, a caça furtiva, a falta de sementes certificadas e melhoradas, entre outras.

Concluíram também haver fraca disponibilidade de insumos para o sector produtivo, elevadas perdas durante e pós-colheita, falta de reservas alimentares, fraca actividade de investigação e divulgação dos resultados para o sector produtivo.

Por isso, apontaram como desafios a capacitação contínua dos técnicos do sector, a facilitação do acesso as divisas para a importação de insumos agropecuários e a promoção do surgimento de empresas âncoras, para a formação de parcerias com os  agricultores familiares.

Na cerimónia de encerramento, o secretário de Estado para as Florestas, André de Jesus Moda, apelou à união dos esforços para combater a pandemia da fome e a pobreza no país e o uso racional dos recursos para evitar que pessoas morram por causa da fome.

Por sua vez, o vice-governador para os Serviços Técnicos e Infra-estruturas do Bengo, Agostinho da Silva, considerou que a erradicação da fome e a redução significativa da pobreza em Angola depende da conjugação de esforços dos diversos actores que intervêm no processo.

 

O encontro, de três dias, permitiu  aos  técnicos ter uma visão consolidada sobre a situação alimentar e nutricional do país,  bem como a necessidade da tomada de medidas estruturantes para reverter o actual estado de insegurança alimentar que Angola enfrenta.

Os participantes identificaram os constrangimentos no desenvolvimento do sistema alimentar como a carência de pastos e água, devido à falta de chuva na região litoral e sul, o abate indiscriminado de árvores, a caça furtiva, a falta de sementes certificadas e melhoradas, entre outras.

Concluíram também haver fraca disponibilidade de insumos para o sector produtivo, elevadas perdas durante e pós-colheita, falta de reservas alimentares, fraca actividade de investigação e divulgação dos resultados para o sector produtivo.

Por isso, apontaram como desafios a capacitação contínua dos técnicos do sector, a facilitação do acesso as divisas para a importação de insumos agropecuários e a promoção do surgimento de empresas âncoras, para a formação de parcerias com os  agricultores familiares.

Na cerimónia de encerramento, o secretário de Estado para as Florestas, André de Jesus Moda, apelou à união dos esforços para combater a pandemia da fome e a pobreza no país e o uso racional dos recursos para evitar que pessoas morram por causa da fome.

Por sua vez, o vice-governador para os Serviços Técnicos e Infra-estruturas do Bengo, Agostinho da Silva, considerou que a erradicação da fome e a redução significativa da pobreza em Angola depende da conjugação de esforços dos diversos actores que intervêm no processo.