Bié: Proprietários de moagens clamam por mais apoio do governo

Cuito - Os proprietários de moagens na província do Bié solicitam mais apoio do governo provincial, sobretudo na aquisição de acessórios, legalização, inscrição dos trabalhadores no sistema de segurança social e outros, para melhor desenvolverem as suas actividades e contribuírem para a economia da província.

Durante um encontro com esses investidores, promovido pelo Gabinete Provincial de Desenvolvimento Económico Integral, Feliciano David, proprietário de três moagens no município do Cuito, defendeu a necessidade do governo e a banca continuarem a apoiá-los, sobretudo neste período da covid-19, em que têm tido muitas dificuldades na aquisição de meios no exterior.

Por outra, solicitou ao governo para intensificar as acções de fiscalização nas moagens, para se poder garantir um serviço digno aos clientes.

Já Eduardo Jamba, dono da moagem EAP. Lda, pediu ao governo local no sentido de ajudar nos custos de combustíveis e energia eléctrica, para se evitar a especulação de preços, bem como permitir que o cidadão tenha serviços de qualidade.

Apesar das dificuldades financeiras, Fernando Chivango, proprietário da moagem Jocossy Lda no Cuito, louvou a atitude do governo, que ainda fornece algumas moagens aos camponeses, mormente ex-militares.

Contudo, apelou às instituições responsáveis pela legalização das empresas a evitarem burocracia no tratamento dos documentos.  

Enquanto isso, o presidente da Associação dos Industriais Angolanos (AIA) no Bié, Sebastião Agosto, pediu união e responsabilidade desta classe, para poderem ajudar a alavancar a economia da província.

As moagens enfrentam problemas como ausência de mão-de-obra qualificada, a não inscrição dos trabalhadores na base de dados do Instituto Nacional de Segurança, falta de uma contabilidade organizada e sistematizada e outros.

Com perto de um milhão e 800 mil habitantes, o Bié possui 113 moagens destinadas na transformação de farinha de milho e bombó, com perto de 200 trabalhadores.

A directora do Gabinete Provincial de Desenvolvimento Económico Integral, Anacleta Leonardo, que orientou o encontro, apelou aos proprietários mais organização, tendo prometido tudo fazer para ajudar a resolver os problemas apresentados.

Salientou a importância do crescimento da indústria, por possibilitar o aumento da empregabilidade e da base tributária da província.

Em tempos idos, a província do Bié já foi considerada a principal produtora de cereais, com um parque industrial composto por 41 unidades, que abasteciam todo país.

Todas foram destruídas durante o conflito armado no país. Entre as indústrias destaca-se a moagem de farinha de milho, no município de Catabola, moageira farinha de trigo, na comuna do Cunje (Cuito), que tinha uma capacidade de transformar 100 toneladas dia, descasques de arroz, em Camacupa, e a descasques de café, no município do Andulo.

Durante um encontro com esses investidores, promovido pelo Gabinete Provincial de Desenvolvimento Económico Integral, Feliciano David, proprietário de três moagens no município do Cuito, defendeu a necessidade do governo e a banca continuarem a apoiá-los, sobretudo neste período da covid-19, em que têm tido muitas dificuldades na aquisição de meios no exterior.

Por outra, solicitou ao governo para intensificar as acções de fiscalização nas moagens, para se poder garantir um serviço digno aos clientes.

Já Eduardo Jamba, dono da moagem EAP. Lda, pediu ao governo local no sentido de ajudar nos custos de combustíveis e energia eléctrica, para se evitar a especulação de preços, bem como permitir que o cidadão tenha serviços de qualidade.

Apesar das dificuldades financeiras, Fernando Chivango, proprietário da moagem Jocossy Lda no Cuito, louvou a atitude do governo, que ainda fornece algumas moagens aos camponeses, mormente ex-militares.

Contudo, apelou às instituições responsáveis pela legalização das empresas a evitarem burocracia no tratamento dos documentos.  

Enquanto isso, o presidente da Associação dos Industriais Angolanos (AIA) no Bié, Sebastião Agosto, pediu união e responsabilidade desta classe, para poderem ajudar a alavancar a economia da província.

As moagens enfrentam problemas como ausência de mão-de-obra qualificada, a não inscrição dos trabalhadores na base de dados do Instituto Nacional de Segurança, falta de uma contabilidade organizada e sistematizada e outros.

Com perto de um milhão e 800 mil habitantes, o Bié possui 113 moagens destinadas na transformação de farinha de milho e bombó, com perto de 200 trabalhadores.

A directora do Gabinete Provincial de Desenvolvimento Económico Integral, Anacleta Leonardo, que orientou o encontro, apelou aos proprietários mais organização, tendo prometido tudo fazer para ajudar a resolver os problemas apresentados.

Salientou a importância do crescimento da indústria, por possibilitar o aumento da empregabilidade e da base tributária da província.

Em tempos idos, a província do Bié já foi considerada a principal produtora de cereais, com um parque industrial composto por 41 unidades, que abasteciam todo país.

Todas foram destruídas durante o conflito armado no país. Entre as indústrias destaca-se a moagem de farinha de milho, no município de Catabola, moageira farinha de trigo, na comuna do Cunje (Cuito), que tinha uma capacidade de transformar 100 toneladas dia, descasques de arroz, em Camacupa, e a descasques de café, no município do Andulo.