BNA diminui venda de Euro nos últimos três anos

  • Banco Nacional de Angola
Luanda -  Os níveis de venda de Euros aos bancos comerciais, pelo Banco Nacional de Angola, passou de 10,9 mil milhões, em 2017, para 780 milhões 530 mil e 54 Euros, em 2020, reflectindo uma redução elevada na opção desta moeda europeia no mercado cambial.

 Nos anos de 2017 a 2018, o Bano Nacional de Angola não vendeu dólares no mercado, devido a suspensão da relação de correspondência com os bancos americanos, por decisão do Tesouro Americano, dedican-se apenas na venda de Euros.

Face  à situação,  de acordo com o responsável do Departamento de Estatística do BNA, Joel  Futi,  o Banco Central angolano teve de direcionar a sua actuação no mercado cambial, privilegiando a moeda europeia, o Euro, que estava disponível.

Em 2017, os níveis de vendas de Euros aos bancos cifraram-se em 10 mil milhões 936 milhões 595 mil e 246 (12,2 mil milhões de USD), enquanto que  em 2018, este valor aumentou  na ordem dos 11 mil milhões 462 milhões 466 mil e 562 Euros (13,4 mil milhões USD).

Com a normalização da situação, “sobretudo agora que as relações de correspondência estão a ser retomadas”, o Dólar, moeda de referência em Angola, voltou ao mercado interno em 2019, para no ano seguinte serem vendidos USD 8,25 mil milhões,  representando uma redução de 1,1 mil milhões  face a 2019.

Dos vários movimentos registados em 2020, o Banco Nacional de Angola vendeu aos bancos USD 3,4 mil milhões; ao Tesouro Nacional (na plataforma da Bloomberg) USD 965 milhões; às petrolíferas USD 2,4 mil milhões; e às diamantiferas 494 milhões e 500 mil dólares.

O Banco Central  iniciou a sua saída do mercado cambial  como único  provedor de moeda estrangeira, tendo instruído  as empresas petrolíferas, seguida das diamantiferas, em meados de 2020,  e o Tesouro Nacional, quase no final do ano passado, a venderem a sua moeda  estrangeira directamente aos bancos comerciais, através da plataforma Bloomberg (FXGO).

A venda na referida plataforma FXGO  é permitida sempre que o valor das transações for  superior a 500 mil dólares americanos, esclareceu Joel Futi, ao apresentar, na segunda-feira, o relatório da Evolução do Mercado Cambial em 2020.

No quadro das medidas para a estabilização da Taxa de Câmbio no mercado, o BNA ordenou também, na altura, os bancos comerciais a registarem, na referida plataforma, as taxas de todas  as operações  cambiais realizadas  com os seus clientes com valor superior a USD 50 mil, mesmo que não fossem realizadas através da mesma.

A Taxa de Câmbio de mercado é calculada pelo sistema operativo da plataforma, com base em todas as taxas de câmbio registadas na mesma.

Com estas medidas, eliminou-se a taxa de referência do BNA, baseada apenas na venda, através de leilões aos bancos comerciais, passando, desde Junho de 2020, a ser considerada uma a taxa verdadeiramente de referência do mercado.

 Nos anos de 2017 a 2018, o Bano Nacional de Angola não vendeu dólares no mercado, devido a suspensão da relação de correspondência com os bancos americanos, por decisão do Tesouro Americano, dedican-se apenas na venda de Euros.

Face  à situação,  de acordo com o responsável do Departamento de Estatística do BNA, Joel  Futi,  o Banco Central angolano teve de direcionar a sua actuação no mercado cambial, privilegiando a moeda europeia, o Euro, que estava disponível.

Em 2017, os níveis de vendas de Euros aos bancos cifraram-se em 10 mil milhões 936 milhões 595 mil e 246 (12,2 mil milhões de USD), enquanto que  em 2018, este valor aumentou  na ordem dos 11 mil milhões 462 milhões 466 mil e 562 Euros (13,4 mil milhões USD).

Com a normalização da situação, “sobretudo agora que as relações de correspondência estão a ser retomadas”, o Dólar, moeda de referência em Angola, voltou ao mercado interno em 2019, para no ano seguinte serem vendidos USD 8,25 mil milhões,  representando uma redução de 1,1 mil milhões  face a 2019.

Dos vários movimentos registados em 2020, o Banco Nacional de Angola vendeu aos bancos USD 3,4 mil milhões; ao Tesouro Nacional (na plataforma da Bloomberg) USD 965 milhões; às petrolíferas USD 2,4 mil milhões; e às diamantiferas 494 milhões e 500 mil dólares.

O Banco Central  iniciou a sua saída do mercado cambial  como único  provedor de moeda estrangeira, tendo instruído  as empresas petrolíferas, seguida das diamantiferas, em meados de 2020,  e o Tesouro Nacional, quase no final do ano passado, a venderem a sua moeda  estrangeira directamente aos bancos comerciais, através da plataforma Bloomberg (FXGO).

A venda na referida plataforma FXGO  é permitida sempre que o valor das transações for  superior a 500 mil dólares americanos, esclareceu Joel Futi, ao apresentar, na segunda-feira, o relatório da Evolução do Mercado Cambial em 2020.

No quadro das medidas para a estabilização da Taxa de Câmbio no mercado, o BNA ordenou também, na altura, os bancos comerciais a registarem, na referida plataforma, as taxas de todas  as operações  cambiais realizadas  com os seus clientes com valor superior a USD 50 mil, mesmo que não fossem realizadas através da mesma.

A Taxa de Câmbio de mercado é calculada pelo sistema operativo da plataforma, com base em todas as taxas de câmbio registadas na mesma.

Com estas medidas, eliminou-se a taxa de referência do BNA, baseada apenas na venda, através de leilões aos bancos comerciais, passando, desde Junho de 2020, a ser considerada uma a taxa verdadeiramente de referência do mercado.