BP prevê produzir 30 mil barris de crude/dia em 2021

Luanda - A empresa de exploração BP Angola, em conjunto com os seus parceiros do Projecto Platina prevê iniciar a produção de 30 mil barris de petróleo/dia, a partir do primeiro semestre de 2021.

Para a materialização desta iniciativa de produção petrolífera, avançou-se, recentemente, com os trabalhos  de perfuração no Bloco 18, de acordo com a nota  da Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANGP) a que a Angop teve acesso nesta quinta-feira.

O navio DS-12 permitiu iniciar os trabalhos de perfuração com ligação directa através de um submarino ao FPSO Grande Plutónio, que poderá envolver 44 milhões de barris de petróleo em reservas estimadas, com a projecção de uma produção de 30 mil barris por dia.

A estes números acrescem outros relevantes, uma vez que a BP Angola e o grupo empreiteiro preveêm reduzir em 20% os custos, aumentar em 10% as reservas estimadas inicialmente e antecipar em 12 meses a conclusão do projecto.

A operadora do Bloco 18, a BP Angola, é a detentora dos direitos de exploração desta zona do offshore desde 2007, representando esta nova fase a continuidade do seu trabalho em Angola, depois da implementação do projecto PSVM no bloco 31, cuja produção se iniciou em 2012.

O navio DS-12 vai perfurar quatro poços (dois de produção e dois de injecção) no desenvolvimento do campo Platina, com o apoio de dois navios de carga, um deles equipado com veículos de operação remota (VOR) e outro preparado para dar resposta a situações de emergência.   

O presidente da ANPG, Paulino Jerónimo, salienta a importância do projecto e do arranque dos trabalhos e ressalta o significado que tem para Angola o compromisso das grandes operadoras.


Reconheceu o papel da parceria com a BP, acrescentando  que a ANPG  continuará a trabalhar para o alcance de resultados que  satisfaçam todas as partes envolvidas.
                                                                                
Para o Vice-Presidente Sénior da BP Angola, Adriano Bastos, afirmou que o progresso do projecto Platina reitera o compromisso da BP com Angola e representa um forte contributo da mesma para a concretização da estratégia de longo-prazo do Governo no sector de petróleo e gás.

 Acrescenta estarem satisfeitos pelo trabalho conjunto das equipas, em estreita colaboração com o SINOPEC, para se conseguir avançar com este projecto de forma muito eficiente.

Referiu estarem a reduzir em 20% os custos e a conseguir aumentar em 10% as reservas estimadas, com a previsão de antecipar em 12 meses a sua conclusão”.

Para a materialização desta iniciativa de produção petrolífera, avançou-se, recentemente, com os trabalhos  de perfuração no Bloco 18, de acordo com a nota  da Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANGP) a que a Angop teve acesso nesta quinta-feira.

O navio DS-12 permitiu iniciar os trabalhos de perfuração com ligação directa através de um submarino ao FPSO Grande Plutónio, que poderá envolver 44 milhões de barris de petróleo em reservas estimadas, com a projecção de uma produção de 30 mil barris por dia.

A estes números acrescem outros relevantes, uma vez que a BP Angola e o grupo empreiteiro preveêm reduzir em 20% os custos, aumentar em 10% as reservas estimadas inicialmente e antecipar em 12 meses a conclusão do projecto.

A operadora do Bloco 18, a BP Angola, é a detentora dos direitos de exploração desta zona do offshore desde 2007, representando esta nova fase a continuidade do seu trabalho em Angola, depois da implementação do projecto PSVM no bloco 31, cuja produção se iniciou em 2012.

O navio DS-12 vai perfurar quatro poços (dois de produção e dois de injecção) no desenvolvimento do campo Platina, com o apoio de dois navios de carga, um deles equipado com veículos de operação remota (VOR) e outro preparado para dar resposta a situações de emergência.   

O presidente da ANPG, Paulino Jerónimo, salienta a importância do projecto e do arranque dos trabalhos e ressalta o significado que tem para Angola o compromisso das grandes operadoras.


Reconheceu o papel da parceria com a BP, acrescentando  que a ANPG  continuará a trabalhar para o alcance de resultados que  satisfaçam todas as partes envolvidas.
                                                                                
Para o Vice-Presidente Sénior da BP Angola, Adriano Bastos, afirmou que o progresso do projecto Platina reitera o compromisso da BP com Angola e representa um forte contributo da mesma para a concretização da estratégia de longo-prazo do Governo no sector de petróleo e gás.

 Acrescenta estarem satisfeitos pelo trabalho conjunto das equipas, em estreita colaboração com o SINOPEC, para se conseguir avançar com este projecto de forma muito eficiente.

Referiu estarem a reduzir em 20% os custos e a conseguir aumentar em 10% as reservas estimadas, com a previsão de antecipar em 12 meses a sua conclusão”.