Falta de estradas e créditos dificultam agro-pecuária no Cacongo

  • Cabinda: Cacongo produz toneladas de feijão macunde
Cabinda – Agricultores com iniciativas próprias no ramo agro-pecuário, no município de Cacongo, cerca de 46 quilómetros a norte de Cabinda, clamam por créditos no quadro do PRODESI para alavancar a agro-pecuária na circunscrição.

Com iniciativas próprias, produtores agro-pecuários nessa circunscrição estão a produzir quantidades animadoras, nos seus campos, de culturas como a mandioca, variedade de bananas, feijão macunde, abacaxi, laranja, tangerina e limão, para além de beringelas, que, por falta de meios de escoamento, não chegam aos centros comerciais ou mercados.

Por exemplo, o agricultor Silvano Sumbo, proprietário da cooperativa com o mesmo nome, localizada na zona da Beira Nova, comuna de Dinge, explicou à ANGOP que submeteu ao  Programa de Apoio à Produção, Diversificação das Exportações e Substituição das Importações (PRODESI) o processo para adquirir um financiamento de pelo menos 50 milhões de kwanzas, há cerca de um ano, mas que até ao momento não obteve qualquer resposta.

Com cerca de 20 trabalhadores, a cooperativa conta com 43 hectares de terras preparadas, dos quais dois estão cultivadas com banana, igual área com mandioca, e seis outras com palmar, abacaxi e feijão macunde.

Silvano Sumbo disse que trabalha com fundos próprios, e que pelo gosto do trabalho do campo já colheu, no mês de Maio último, duas toneladas de feijão macunde, prevendo aumentar essa colheita para quatro toneladas até final deste mês de Junho.

"O crédito é para potencializar a produção, aumentar os níveis de produtividade noutras áreas como, a criação de aves e aquisição de máquinas para descasque do feijão macunde e seu ensacamentos", adiantou.

Referiu confrontar-se também com a falta de meios como tractores e carrinhas, importante na preparação de terras e no escoamento de produtos do campo para as grandes superfícies comerciais, nos centros urbanos, bem como nos mercados das cidades.

Já Gabriel Sango reclama particularmente do mau estado das vias de acesso e créditos do PRODESI. A sua fazenda, na localidade de Cochiloango, tem cerca de 500 hectares, dos quais 300 cultivados com citrinos (laranjeiras, limoeiros e tangerineiras), hortícolas, palmar e várias espécies de banana,

A falta de créditos no âmbito do Programa de Apoio à Produção, Diversificação das Exportações e Substituição das Importações é grande preocupação dos proprietários para alavancar a produção do óleo de palma, substituindo os meios rudimentarmente, e melhor responder a procura no mercado.

O responsável pela Estação de Desenvolvimento Agrário no município, Victor de Almeida Macaia, defende que, com a potencialização em financiamento dos agricultores do município de Cacongo, a província aumentará cada vez mais a oferta de produtos do campo nos mercados de Cabinda.

Cacongo é potencialmente agrícola, oferece terras aráveis, e os agricultores, pelas suas iniciativas próprias, têm demonstrado níveis de produção com toneladas de produtos diversos do campo, com destaque para a banana pão, feijão macunde, batata doce e nhambe, cítricas (laranja, tangerina e limão), beringelas, mandioca e amendoim.

Neste particular, Victor de Almeida Macaia disse que essa municipalidade tem exportado diariamente toneladas de banana pão para a Republica do Congo Brazaville. Esse produto também tem sido consumido em grande escala pelas populações de algumas cidades da República do Gabão.

Para a administradora de Cacongo, Marta Gime, é necessário que estes agricultores, que com as suas iniciativas estão a demonstrar capacidades de produção, sejam incentivados com créditos através do PRODESI para impulsionar a actividade agro-pecuária no município.

Manifestou o apoio da Administração Municipal na abertura e melhoria das vias de acesso aos campos agrícolas para permitir que haja segurança no escoamento dos produtos para os centros comerciais ou mercados.

Com iniciativas próprias, produtores agro-pecuários nessa circunscrição estão a produzir quantidades animadoras, nos seus campos, de culturas como a mandioca, variedade de bananas, feijão macunde, abacaxi, laranja, tangerina e limão, para além de beringelas, que, por falta de meios de escoamento, não chegam aos centros comerciais ou mercados.

Por exemplo, o agricultor Silvano Sumbo, proprietário da cooperativa com o mesmo nome, localizada na zona da Beira Nova, comuna de Dinge, explicou à ANGOP que submeteu ao  Programa de Apoio à Produção, Diversificação das Exportações e Substituição das Importações (PRODESI) o processo para adquirir um financiamento de pelo menos 50 milhões de kwanzas, há cerca de um ano, mas que até ao momento não obteve qualquer resposta.

Com cerca de 20 trabalhadores, a cooperativa conta com 43 hectares de terras preparadas, dos quais dois estão cultivadas com banana, igual área com mandioca, e seis outras com palmar, abacaxi e feijão macunde.

Silvano Sumbo disse que trabalha com fundos próprios, e que pelo gosto do trabalho do campo já colheu, no mês de Maio último, duas toneladas de feijão macunde, prevendo aumentar essa colheita para quatro toneladas até final deste mês de Junho.

"O crédito é para potencializar a produção, aumentar os níveis de produtividade noutras áreas como, a criação de aves e aquisição de máquinas para descasque do feijão macunde e seu ensacamentos", adiantou.

Referiu confrontar-se também com a falta de meios como tractores e carrinhas, importante na preparação de terras e no escoamento de produtos do campo para as grandes superfícies comerciais, nos centros urbanos, bem como nos mercados das cidades.

Já Gabriel Sango reclama particularmente do mau estado das vias de acesso e créditos do PRODESI. A sua fazenda, na localidade de Cochiloango, tem cerca de 500 hectares, dos quais 300 cultivados com citrinos (laranjeiras, limoeiros e tangerineiras), hortícolas, palmar e várias espécies de banana,

A falta de créditos no âmbito do Programa de Apoio à Produção, Diversificação das Exportações e Substituição das Importações é grande preocupação dos proprietários para alavancar a produção do óleo de palma, substituindo os meios rudimentarmente, e melhor responder a procura no mercado.

O responsável pela Estação de Desenvolvimento Agrário no município, Victor de Almeida Macaia, defende que, com a potencialização em financiamento dos agricultores do município de Cacongo, a província aumentará cada vez mais a oferta de produtos do campo nos mercados de Cabinda.

Cacongo é potencialmente agrícola, oferece terras aráveis, e os agricultores, pelas suas iniciativas próprias, têm demonstrado níveis de produção com toneladas de produtos diversos do campo, com destaque para a banana pão, feijão macunde, batata doce e nhambe, cítricas (laranja, tangerina e limão), beringelas, mandioca e amendoim.

Neste particular, Victor de Almeida Macaia disse que essa municipalidade tem exportado diariamente toneladas de banana pão para a Republica do Congo Brazaville. Esse produto também tem sido consumido em grande escala pelas populações de algumas cidades da República do Gabão.

Para a administradora de Cacongo, Marta Gime, é necessário que estes agricultores, que com as suas iniciativas estão a demonstrar capacidades de produção, sejam incentivados com créditos através do PRODESI para impulsionar a actividade agro-pecuária no município.

Manifestou o apoio da Administração Municipal na abertura e melhoria das vias de acesso aos campos agrícolas para permitir que haja segurança no escoamento dos produtos para os centros comerciais ou mercados.