Cabinda: Porto de Águas Profundas do Caio tem novo director

  • Obras da Instalações do  futuro Porto do Caio em Cabinda
Cabinda – O Porto de Águas Profundas do Caio, em construção desde 2015 na zona costeira do "Caio Litoral", na cidade de Cabinda, tem agora como director Rui Marques, que substitui Manuel Nunes Barata, pioneiro do projecto.

O novo gestor da infra-estrutura foi apresentado sexta-feira às autoridades locais pelo administrador executivo do Fundo Soberano de Angola (FSA), Alcides Safeca, que solicitou a colaboração de todos para que os trabalhos em curso terminem dentro dos prazos.

As obras do Porto do Caio registaram uma interrupção, depois de em 2017 atingiram níveis de execução física acima dos 45 por cento, com a construção de mais de 400 dos 775 metros de cais previstos.

Ultrapassada a questão da dívida de cerca de 124 milhões de Dólares americanos, as empresas envolvidas no projecto (Caio Porto e CRBC), que provocaram a paralisação dos trabalhos, retomaram o seu ritmo normal em Maio deste ano. Ainda assim, voltaram a suspender, desta vez, por causa da Covid-19.

Avaliada em 800 milhões de Dólares, a unidade portuária é financiada pelo Fundo Soberano de Angola, que já liquidou cerca de USSD 180 milhões do valor em causa. A empreitada deve estar concluída em finais de 2022.

Quando terminada, será a maior infra-estrutura da província de Cabinda, contando com um ancoradouro de um quilómetro e 130 metros de comprimento (atracagem de 4 navios em simultâneo) e 16 metros de profundidade, com capacidade para receber navios de grande porte.

Terá ainda uma área de 2.500 hectares para postos aduaneiros, oficinas, serviços de apoio ao porto, manutenção e reparação de navios, armazéns e estabelecimentos comerciais.

 

O novo gestor da infra-estrutura foi apresentado sexta-feira às autoridades locais pelo administrador executivo do Fundo Soberano de Angola (FSA), Alcides Safeca, que solicitou a colaboração de todos para que os trabalhos em curso terminem dentro dos prazos.

As obras do Porto do Caio registaram uma interrupção, depois de em 2017 atingiram níveis de execução física acima dos 45 por cento, com a construção de mais de 400 dos 775 metros de cais previstos.

Ultrapassada a questão da dívida de cerca de 124 milhões de Dólares americanos, as empresas envolvidas no projecto (Caio Porto e CRBC), que provocaram a paralisação dos trabalhos, retomaram o seu ritmo normal em Maio deste ano. Ainda assim, voltaram a suspender, desta vez, por causa da Covid-19.

Avaliada em 800 milhões de Dólares, a unidade portuária é financiada pelo Fundo Soberano de Angola, que já liquidou cerca de USSD 180 milhões do valor em causa. A empreitada deve estar concluída em finais de 2022.

Quando terminada, será a maior infra-estrutura da província de Cabinda, contando com um ancoradouro de um quilómetro e 130 metros de comprimento (atracagem de 4 navios em simultâneo) e 16 metros de profundidade, com capacidade para receber navios de grande porte.

Terá ainda uma área de 2.500 hectares para postos aduaneiros, oficinas, serviços de apoio ao porto, manutenção e reparação de navios, armazéns e estabelecimentos comerciais.