Quebra-mar vai reduzir fretes marítimos e custo de mercadorias

  • Terminal marítimo de passageiros de Cabinda  com as obras a bom ritmo
  • Trabalhos em curso no quebra-mar do Porto Cabinda e Terminal de Passageiros
Cabinda – O Quebra-mar do Porto de Cabinda em construção, cujos níveis de execução física já atingiram cerca de 80 por cento, vai reduzir os fretes marítimos e custos de mercadorias.

O frete marítimo de Portugal, com destino a província de Cabinda, é quase o dobro do frete da mesma origem, com destino ao porto de Luanda.

Um contentor de 20 pés da Europa para Luanda custa cerca de 1.700 euros, enquanto que, com destino ao porto de Cabinda, o valor é superior e atinge cerca de 3 mil e 200 euros, valor acima do dobro do frete para a capital do país.

Em breves declarações esta quarta-feira à Angop, o administrador do Porto de Cabinda para o Desenvolvimento Portuário e Obras, Manuel Nunes Barata, referiu que, com a conclusão das obras do Quebra-mar até finais deste ano, vai por-se fim ao elevado custo que os armadores aplicam nas mercadorias a transportar.

Sustentou, por outro lado, que o Quebra-mar é uma infra-estrutura que vai travar o impacto das calemas, que constantemente agitam o mar da costa de Cabinda, situação aproveitada por muitos armadores para manterem os fretes altos, porquanto alegam o tempo (duas a três semanas) que os navios fretados ficam ancorados ou imobilizados no largo do Porto de Cabinda.

Por isso, avançou que o Executivo implementou este importante projecto no intuito de ultrapassar todos os constramgimentos e fazer circular as mercadorias e pessoas sem sobressaltos para a província de Cabinda.

´´Este é um dos grandes projectos para a província de Cabinda em conjunto com o projecto já na fase conclusiva do Terminal Marítimo de Passageiros, cujos níveis de execução estão acima dos 90 por cento", asseverou.

Para Manuel Barata, a conclusão destas obras, cujo montante não avançou, apontam para finais deste ano de 2021, com o funcionamento de uma nova cabotagem marítima de passageiros e carga nas rotas Luanda/Soyo/Cabinda.

Os navios com cargas contentorizadas, explicou, vão ter acesso a uma zona de acostagem de cerca de 360 metros de Quebra-mar e calmia marítima, contra 110 metros da zona de acostagem da actual ponte metálica não protegida contra a agitação marítima.

Vai também permitir, acrescentou, a acostagem ao mesmo tempo de dois (2) navios de 100 a 120 metros, para além da rampa de acostagem para barcaças rasas, que têm atracado na zona costeira adjacente ao porto, com segurança nas descargas e cargas de contentores e viaturas.

Está também em construção a rampa de betão que vai receber os navios "RoRos", com capacidade para transportar cerca de 10 viaturas, 9 a 10 contentores,  e cerca de 60 a 70 passageiros sentados.

Explicou que o navio Catamaran é uma embarcação que vai permitir o transporte de pessoas entre Soyo e Cabinda e vice-versa e que irá fazer também o trajecto marítimo para Luanda, com o mesmo objectivo de transporte de pessoas e mercadorias.

Diariamente, o navio Catamaran vai transportar entre 500 a 600 pessoas, numa média de 3 a 4 viagens diárias, entre Cabinda/Soyo/Cabinda, com a duração de cerca de 2 à 3 horas, numa rota que vai compensar a circulação de pessoas de Luanda/Soyo/Cabinda e vice-versa.

 

O frete marítimo de Portugal, com destino a província de Cabinda, é quase o dobro do frete da mesma origem, com destino ao porto de Luanda.

Um contentor de 20 pés da Europa para Luanda custa cerca de 1.700 euros, enquanto que, com destino ao porto de Cabinda, o valor é superior e atinge cerca de 3 mil e 200 euros, valor acima do dobro do frete para a capital do país.

Em breves declarações esta quarta-feira à Angop, o administrador do Porto de Cabinda para o Desenvolvimento Portuário e Obras, Manuel Nunes Barata, referiu que, com a conclusão das obras do Quebra-mar até finais deste ano, vai por-se fim ao elevado custo que os armadores aplicam nas mercadorias a transportar.

Sustentou, por outro lado, que o Quebra-mar é uma infra-estrutura que vai travar o impacto das calemas, que constantemente agitam o mar da costa de Cabinda, situação aproveitada por muitos armadores para manterem os fretes altos, porquanto alegam o tempo (duas a três semanas) que os navios fretados ficam ancorados ou imobilizados no largo do Porto de Cabinda.

Por isso, avançou que o Executivo implementou este importante projecto no intuito de ultrapassar todos os constramgimentos e fazer circular as mercadorias e pessoas sem sobressaltos para a província de Cabinda.

´´Este é um dos grandes projectos para a província de Cabinda em conjunto com o projecto já na fase conclusiva do Terminal Marítimo de Passageiros, cujos níveis de execução estão acima dos 90 por cento", asseverou.

Para Manuel Barata, a conclusão destas obras, cujo montante não avançou, apontam para finais deste ano de 2021, com o funcionamento de uma nova cabotagem marítima de passageiros e carga nas rotas Luanda/Soyo/Cabinda.

Os navios com cargas contentorizadas, explicou, vão ter acesso a uma zona de acostagem de cerca de 360 metros de Quebra-mar e calmia marítima, contra 110 metros da zona de acostagem da actual ponte metálica não protegida contra a agitação marítima.

Vai também permitir, acrescentou, a acostagem ao mesmo tempo de dois (2) navios de 100 a 120 metros, para além da rampa de acostagem para barcaças rasas, que têm atracado na zona costeira adjacente ao porto, com segurança nas descargas e cargas de contentores e viaturas.

Está também em construção a rampa de betão que vai receber os navios "RoRos", com capacidade para transportar cerca de 10 viaturas, 9 a 10 contentores,  e cerca de 60 a 70 passageiros sentados.

Explicou que o navio Catamaran é uma embarcação que vai permitir o transporte de pessoas entre Soyo e Cabinda e vice-versa e que irá fazer também o trajecto marítimo para Luanda, com o mesmo objectivo de transporte de pessoas e mercadorias.

Diariamente, o navio Catamaran vai transportar entre 500 a 600 pessoas, numa média de 3 a 4 viagens diárias, entre Cabinda/Soyo/Cabinda, com a duração de cerca de 2 à 3 horas, numa rota que vai compensar a circulação de pessoas de Luanda/Soyo/Cabinda e vice-versa.