Reactivar sector da industrial pode combater desemprego na província

  • Biocom  Zona Industrial
Cabinda – O secretário provincial da Indústria Recursos Minerais e Petróleo em Cabinda, Henrique Bitebe, defendeu a reativação do parque industrial de Cabinda para alavancar a economia e dar resposta a empregabilidade no seio da juventude.

Henrique Bitebe sublinha que repensar a industrialização em Cabinda leva a recuar no tempo e citar indústrias que existiram nesta parcela do país e que deram emprego a várias famílias até meados dos anos 80.

Indicou as fábricas de sabão do Buco Mazi, de óleo de palma, em Pinto da Fonseca, no município de Buco-Zau, a fábrica de tijolos de Sassa Zau, a serração Panga.Panga, tida como a melhor de África, e as Águas do Subantando, sectores hoje em estado de abandono.

O responsável, que falava em conferência sobre o tema "Repensar a Industrialização na Provincia",  reconheceu que actualmente a província está a ser bem servida em unidades de produção de água mineral com três fábricas em funcionamento, a Água Tchiowa, Água Mesa de Cabinda e Mazi de Cabinda, investimentos privados que absorvem um universo de mais de 300 postos de trabalho.

Avançou ainda que a indústria em qualquer país do mundo, com a economia desenvolvida, é vista como alavanca para o progresso e desenvolvimento, razão pela qual o grande o desafio em dinamizar este sector.

"É com este pensamento que o plano de operacionalização do Polo Industrial de Futila, para a modalidade de parceria pública privada, está previsto para o ano 2021 sob coordenação do Ministério da Economia e Planeamento", disse.

Salientou também a Moageira de Sassa Zau, que está a merecer a análise do sector, cujas ideias apontam para a sua optimização com as oportunidades dos recursos financeiros que podem existir no programa em curso sobre cadeia de valores da agricultura.

"´Reserva-nos a responsabilidade de desbloquear situações locais, com maior incidência aos promotores de projectos como a banca comercial, a AGT, promotores, empresas portuárias, do comércio de energia e águas, académicos e outros para que a província faça parte do quadro estratégico da industrialização ao nível nacional", reforçou.

O Parque Industrial de Cabinda conta, actualmente, com o funcionamento das três indústrias de produção de água mineral, as unidades de transformação da madeira dos Abílio de Amorim e Pereira Neves, bem como a Fabrica de Cerveja CUCA-BGI, que absorvem 600 postos de trabalho.

 

 

Henrique Bitebe sublinha que repensar a industrialização em Cabinda leva a recuar no tempo e citar indústrias que existiram nesta parcela do país e que deram emprego a várias famílias até meados dos anos 80.

Indicou as fábricas de sabão do Buco Mazi, de óleo de palma, em Pinto da Fonseca, no município de Buco-Zau, a fábrica de tijolos de Sassa Zau, a serração Panga.Panga, tida como a melhor de África, e as Águas do Subantando, sectores hoje em estado de abandono.

O responsável, que falava em conferência sobre o tema "Repensar a Industrialização na Provincia",  reconheceu que actualmente a província está a ser bem servida em unidades de produção de água mineral com três fábricas em funcionamento, a Água Tchiowa, Água Mesa de Cabinda e Mazi de Cabinda, investimentos privados que absorvem um universo de mais de 300 postos de trabalho.

Avançou ainda que a indústria em qualquer país do mundo, com a economia desenvolvida, é vista como alavanca para o progresso e desenvolvimento, razão pela qual o grande o desafio em dinamizar este sector.

"É com este pensamento que o plano de operacionalização do Polo Industrial de Futila, para a modalidade de parceria pública privada, está previsto para o ano 2021 sob coordenação do Ministério da Economia e Planeamento", disse.

Salientou também a Moageira de Sassa Zau, que está a merecer a análise do sector, cujas ideias apontam para a sua optimização com as oportunidades dos recursos financeiros que podem existir no programa em curso sobre cadeia de valores da agricultura.

"´Reserva-nos a responsabilidade de desbloquear situações locais, com maior incidência aos promotores de projectos como a banca comercial, a AGT, promotores, empresas portuárias, do comércio de energia e águas, académicos e outros para que a província faça parte do quadro estratégico da industrialização ao nível nacional", reforçou.

O Parque Industrial de Cabinda conta, actualmente, com o funcionamento das três indústrias de produção de água mineral, as unidades de transformação da madeira dos Abílio de Amorim e Pereira Neves, bem como a Fabrica de Cerveja CUCA-BGI, que absorvem 600 postos de trabalho.