Sonangol vai melhorar oferta de combustíveis para Cabinda

  • Presidente do Conselho de Administração da SONANGOL, Gaspar Martins.
Cabinda – O Presidente do Conselho de Administração da Sonangol-EP, Gaspar Martins, disse hoje, nesta cidade, que estão em curso projectos para a curto prazo ultrapassar a gritante escassez de gasolina e de gasóleo na província de Cabinda.

Gaspar Martins, que interveio,  no acto de reinauguração da Unidade Fabril de enchimento de gás  situada no Terminal Oceânico de Cabinda (TOC), referiu que a Sonangol vai continuar empenhada em aumentar a taxa de cobertura dos derivados do petróleo bruto em todo território  nacional e em particular em Cabinda.

Para tal, avançou que é neste sentido que procuram agregar valores, tantos dos artigos tangíveis e intangíveis, apostando cada vez mais no capital humano e na capacidade do seu corpo técnico para inovar e desenvolver com responsabilidade.

” Vamos muito brevemente dar resposta às preocupações sobre o fornecimento de outros produtos da Sonangol, nomeadamente a gasolina e o gasóleo. Temos projectos em curso, que terão resposta imediata no sentido de fazer da província de Cabinda aquela que todos nós queremos”, disse.

O PCA da Sonangol-EP refereiu ainda que a província de Cabinda não tem que depender de tanto do produto que carece a bastante tempo.

Referiu que, com os projectos associados à futura Refinaria de Cabinda e outros já executados em curto prazo, vão aumentar a capacidade de armazenagem e permitir a província diminuir esses dilemas que está a viver no que toca ao abastecimento de combustíveis.

Construídos desde 1994, os reservatórios dos combustíveis do Terminal Oceânico de Cabinda (TOC), em Futila, têm a capacidade para armazenar nove mil metros cúbicos de gasóleo e cinco mil de gasolina, quantidades ínfimas tendo em conta o actual consumo do parque automóvel e dos outros sectores industriais da província.

O governo da província de Cabinda tem vindo a defender, desde 2018, a necessidade da construção de novos reservatórios com maiores capacidades  para responder à demanda e pôr fim à crise de combustíveis, que se regista por algum tempo.

A mudança da bóia para mais quilómetros no mar, segundo o responsável, daria outro alento e garantias de segurança, aos navios de maior dimensão, no transporte dos combustíveis, bem como aumentar as capacidades de armazenamento.

Cabinda recepciona apenas cerca três mil metros cúbicos de combustíveis, semanalmente, dos quais mais de dois mil metros cúbicos são de gasóleo e mais de mil metros cúbicos de gasolina.

 

Gaspar Martins, que interveio,  no acto de reinauguração da Unidade Fabril de enchimento de gás  situada no Terminal Oceânico de Cabinda (TOC), referiu que a Sonangol vai continuar empenhada em aumentar a taxa de cobertura dos derivados do petróleo bruto em todo território  nacional e em particular em Cabinda.

Para tal, avançou que é neste sentido que procuram agregar valores, tantos dos artigos tangíveis e intangíveis, apostando cada vez mais no capital humano e na capacidade do seu corpo técnico para inovar e desenvolver com responsabilidade.

” Vamos muito brevemente dar resposta às preocupações sobre o fornecimento de outros produtos da Sonangol, nomeadamente a gasolina e o gasóleo. Temos projectos em curso, que terão resposta imediata no sentido de fazer da província de Cabinda aquela que todos nós queremos”, disse.

O PCA da Sonangol-EP refereiu ainda que a província de Cabinda não tem que depender de tanto do produto que carece a bastante tempo.

Referiu que, com os projectos associados à futura Refinaria de Cabinda e outros já executados em curto prazo, vão aumentar a capacidade de armazenagem e permitir a província diminuir esses dilemas que está a viver no que toca ao abastecimento de combustíveis.

Construídos desde 1994, os reservatórios dos combustíveis do Terminal Oceânico de Cabinda (TOC), em Futila, têm a capacidade para armazenar nove mil metros cúbicos de gasóleo e cinco mil de gasolina, quantidades ínfimas tendo em conta o actual consumo do parque automóvel e dos outros sectores industriais da província.

O governo da província de Cabinda tem vindo a defender, desde 2018, a necessidade da construção de novos reservatórios com maiores capacidades  para responder à demanda e pôr fim à crise de combustíveis, que se regista por algum tempo.

A mudança da bóia para mais quilómetros no mar, segundo o responsável, daria outro alento e garantias de segurança, aos navios de maior dimensão, no transporte dos combustíveis, bem como aumentar as capacidades de armazenamento.

Cabinda recepciona apenas cerca três mil metros cúbicos de combustíveis, semanalmente, dos quais mais de dois mil metros cúbicos são de gasóleo e mais de mil metros cúbicos de gasolina.