Fórum analisa cadeia de valor da mandioca 

Luanda - Especialistas de vários países e organizações internacionais participam nesta quarta-feira, por videoconferência, num Fórum sobre as Oportunidades e Desafios na Cadeia de Valor da Mandioca em Angola.

Promovido pelo Ministério da Indústria e Comércio, o evento, a ser conduzido pelo titular da pasta, Victor Fernandes, contará com intervenções da comissária da União Africana para Agricultura e Desenvolvimento Rural, Josefa Sacko, da representante do Fundo das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura, Gherda Barreto, do ministro da Agricultura e Pescas, António Assis, e outros convidados.

Durante o fórum, prevê-se a apresentação de uma radiografia global  dos principais centros de produção nacional da mandioca, oportunidades de financiamento  da sua cadeia de valor, da agro-industrialização deste tubérculo, bem como o desafio da agricultura em Angola, com incidência na transformação de produtores auto-sustentáveis em produtores comerciais.

Com este evento, o Executivo angolano quer buscar experiências de outros países, como o Brasil, líder na transformação da mandioca, no TOP 15.

Entretanto, as autoridades querem apostar na transformação da mandioca com a produção de "amido de mandioca", numa altura em que o país produz, em média anual, 11 milhões de toneladas desse tubérculo, sendo hoje o terceiro maior produtor de África, depois da Nigéria e do Gana.

O Ministério da Indústria e Comércio referiu, recentemente, que o Executivo está apostado em criar programas de aproveitamento e agregação de valor à produção de mandioca, através da Direcção Nacional de Desenvolvimento do Comércio Rural.

A estratégia é criar programas específicos de aproveitamento da mandioca, através da promoção desta "raiz", bem como da criação de incentivos à compra, transformação e consumo dos vários subprodutos derivados da mesma.

Em Angola, além do aproveitamento da mandioca para a produção de farinha de bombó (tradicionalmente utilizada), o Governo quer incentivar, este ano, a sua transformação em amido, promovendo o surgimento de pequena e média indústria no meio rural, para a sua consequente exportação em grande escala.

A mandioca, além de ser um alimento nutritivo, pode ser transformada em amido, que é também usado na indústria alimentar, sendo a China o principal importador mundial.

O maior produtor, a Nigéria, está actualmente a liderar um projecto de uso do amido de mandioca para o fabrico de fibra biodegradável em substituição do plástico nas embalagens, o que constitui também um desafio para Angola, com potencial de produção nas 18 provincias.

Promovido pelo Ministério da Indústria e Comércio, o evento, a ser conduzido pelo titular da pasta, Victor Fernandes, contará com intervenções da comissária da União Africana para Agricultura e Desenvolvimento Rural, Josefa Sacko, da representante do Fundo das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura, Gherda Barreto, do ministro da Agricultura e Pescas, António Assis, e outros convidados.

Durante o fórum, prevê-se a apresentação de uma radiografia global  dos principais centros de produção nacional da mandioca, oportunidades de financiamento  da sua cadeia de valor, da agro-industrialização deste tubérculo, bem como o desafio da agricultura em Angola, com incidência na transformação de produtores auto-sustentáveis em produtores comerciais.

Com este evento, o Executivo angolano quer buscar experiências de outros países, como o Brasil, líder na transformação da mandioca, no TOP 15.

Entretanto, as autoridades querem apostar na transformação da mandioca com a produção de "amido de mandioca", numa altura em que o país produz, em média anual, 11 milhões de toneladas desse tubérculo, sendo hoje o terceiro maior produtor de África, depois da Nigéria e do Gana.

O Ministério da Indústria e Comércio referiu, recentemente, que o Executivo está apostado em criar programas de aproveitamento e agregação de valor à produção de mandioca, através da Direcção Nacional de Desenvolvimento do Comércio Rural.

A estratégia é criar programas específicos de aproveitamento da mandioca, através da promoção desta "raiz", bem como da criação de incentivos à compra, transformação e consumo dos vários subprodutos derivados da mesma.

Em Angola, além do aproveitamento da mandioca para a produção de farinha de bombó (tradicionalmente utilizada), o Governo quer incentivar, este ano, a sua transformação em amido, promovendo o surgimento de pequena e média indústria no meio rural, para a sua consequente exportação em grande escala.

A mandioca, além de ser um alimento nutritivo, pode ser transformada em amido, que é também usado na indústria alimentar, sendo a China o principal importador mundial.

O maior produtor, a Nigéria, está actualmente a liderar um projecto de uso do amido de mandioca para o fabrico de fibra biodegradável em substituição do plástico nas embalagens, o que constitui também um desafio para Angola, com potencial de produção nas 18 provincias.