Catoca investe USD 5 milhões para prospecção subterrânea

  • Vista parcial da mina de diamante de Catoca, situada na província da Lunda Sul
Dundo – A Sociedade Mineira de Catoca fez um investimento de cinco milhões de dólares norte-americanos (mais de 3 mil milhões de kwanzas) para o processo de prospecção profunda da sua mina, actualmente explorada a céu aberto, para uma futura exploração subterrânea.

Em declarações à imprensa, à margem da reunião de balanço do subsector dos diamantes, o director-geral da maior empresa diamantífera do país, localizada na província da Lunda Sul, Benedito Manuel, disse que restam dez anos para o declínio e/ou se atingir o tempo de vida útil da mina, daí a projecção de uma exploração subterrânea.

Explicou que os estudos geológico-mineiros, feitos de forma preliminar, dão indicação que após os 600 metros de profundidade, que representa o limite da exploração a céu aberto, ainda há reservas de diamantes na mina, daí a aposta da empresa em prosseguir no futuro, com um projecto subterrâneo.

Acrescentou que, do ponto de vista tecnológico e a observância de todas as condições de segurança, a exploração mineira da mina de Catoca não permite, cientificamente, continuar abaixo dos 600 metros de profundidade e fazer a exploração a céu aberto.

Por isso, prosseguiu, foi recentemente contratada uma empresa e aplicados cinco milhões de dólares norte-americanos para fazer a perfuração dos horizontes profundos, a partir dos quais se obterá dados necessários para a informação que será processada no tratamento de estudo de viabilidade técnico económico-financeiro para a projecção da mina subterrânea.

Quanto ao tempo de vida útil da mina, 25 anos, disse que, dependendo do ritmo normal do trabalho projectado, a exploração a céu abeto teria mais dez anos, mas, por conta da Covid-19, há uma certa desaceleração no processo de exploração, permitindo o incremento de mais três ou quatro anos.

Com 75 por cento dos diamantes angolanos, a Sociedade Mineira de Catoca, constituída pela ENDIAMA (Angola), Alrosa (Rússia) e Lev Leviev International – LLI (China), é hoje a quarta maior mina do Mundo que explora a céu aberto.

O início da sua exploração mineira foi a 11 de Fevereiro de 1997, sendo que hoje, Catoca, com tecnologias de ponta, produz cerca de oito milhões de quilates/ano.

Tem uma extracção média de 10 milhões de toneladas de minério e 11 milhões de m3 de estéril, movimentando perto de 18 milhões de m3 de massa mineira.

Trata, em média, 1.335 toneladas/hora de minério, cerca de 10.6 milhões de toneladas/ano, com uma recuperação de 98,9 por cento de quilates.

Catoca é responsável por cerca de 90 por cento da produção de diamantes de Angola, maior empregador privado da Lunda Sul e parceiro económico e social do governo local.

Em declarações à imprensa, à margem da reunião de balanço do subsector dos diamantes, o director-geral da maior empresa diamantífera do país, localizada na província da Lunda Sul, Benedito Manuel, disse que restam dez anos para o declínio e/ou se atingir o tempo de vida útil da mina, daí a projecção de uma exploração subterrânea.

Explicou que os estudos geológico-mineiros, feitos de forma preliminar, dão indicação que após os 600 metros de profundidade, que representa o limite da exploração a céu aberto, ainda há reservas de diamantes na mina, daí a aposta da empresa em prosseguir no futuro, com um projecto subterrâneo.

Acrescentou que, do ponto de vista tecnológico e a observância de todas as condições de segurança, a exploração mineira da mina de Catoca não permite, cientificamente, continuar abaixo dos 600 metros de profundidade e fazer a exploração a céu aberto.

Por isso, prosseguiu, foi recentemente contratada uma empresa e aplicados cinco milhões de dólares norte-americanos para fazer a perfuração dos horizontes profundos, a partir dos quais se obterá dados necessários para a informação que será processada no tratamento de estudo de viabilidade técnico económico-financeiro para a projecção da mina subterrânea.

Quanto ao tempo de vida útil da mina, 25 anos, disse que, dependendo do ritmo normal do trabalho projectado, a exploração a céu abeto teria mais dez anos, mas, por conta da Covid-19, há uma certa desaceleração no processo de exploração, permitindo o incremento de mais três ou quatro anos.

Com 75 por cento dos diamantes angolanos, a Sociedade Mineira de Catoca, constituída pela ENDIAMA (Angola), Alrosa (Rússia) e Lev Leviev International – LLI (China), é hoje a quarta maior mina do Mundo que explora a céu aberto.

O início da sua exploração mineira foi a 11 de Fevereiro de 1997, sendo que hoje, Catoca, com tecnologias de ponta, produz cerca de oito milhões de quilates/ano.

Tem uma extracção média de 10 milhões de toneladas de minério e 11 milhões de m3 de estéril, movimentando perto de 18 milhões de m3 de massa mineira.

Trata, em média, 1.335 toneladas/hora de minério, cerca de 10.6 milhões de toneladas/ano, com uma recuperação de 98,9 por cento de quilates.

Catoca é responsável por cerca de 90 por cento da produção de diamantes de Angola, maior empregador privado da Lunda Sul e parceiro económico e social do governo local.