CCIA considera empresas nacionais com baixo nível de competividade

  • País tem défice considerável de indústrias transformadoras
Luanda - O presidente da Câmara do Comércio e Indústria de Angola (CCIA), Vicentes Soares, considerou esta quarta-feira de “bastante” baixo os níveis de competitividade das empresas nacionais, no actual contexto económico e com os desafios da Zona de Comércio Livre Continental Africana (ZCLA).

Vicente Soares, que também é empresário, aponta vários factores que influenciam a baixa competitividade no mercado nacional, com destaque para os custos da matéria-prima, vias de acesso funcionais, fornecimento de energia eléctrica ineficaz, abastecimento de água, bem como mão-de-obra qualificada.

“ Os empresários não podem ter custos baixos, se não tiverem  insumos baixos e tão pouco matéria-prima a custos baixos. Nós  ainda vivemos estas situações e  temos ainda estradas degradadas”, disse o empresário, reconhecendo ao mesmo tempo os esforços e  a vontade política  do Executivo angolano em melhorar o  quadro.

Vicente Soares  falou sobre “A competitividade  das empresas angolanas “ no seminário sobre Caminhos da Internacionalização das Empresas Angolanas, uma iniciativa da Zona Económica Especial (ZEE) Luanda Bengo e a CCIA.

Apesar dos investimentos programados e em execução, “ temos de admitir  que muito ainda há por ser feito. A  energia tem melhorando bastante, mas ainda não  cobre  a demanda, e a água continua ser quebra cabeça”, asseverou.

No seu entender, os programas devem ser estendido a medida do “lençol”, isto é, enquanto o Executivo preocupa-se com os projectos estruturantes e das reformas administrativas, os empresários são chamados a serem os contínuos “heróis”, com a capacidade de inovação.

Para ele, as reformas tributárias, administrativas e o programa Simplifica 1.0 podem ajudar  na  melhoria da competitividade das empresas, mas, é de opinião que ainda levará o seu tempo.

No entanto, apelou a preparação das empresas angolanas para os próximos desafios, com destaque dos acordos assumidos pelo país em torno da Zona de Comércio Livre Continental Africana (ZCLA) e da SADC.

“Temos de melhorar a competitividade e enfrentar a Zona de Comércio Livre, que  a sua implementação depende do sector privado”, exortou.

Lembrou que a competição não tem o propósito de anular a concorrência, mas de viver nela.

Para uma empresa ser competitiva,  no âmbito da concorrência internacional, sublinhou, deve aumentar a cota de mercado e maximizar o lucro.

O seminário sobre “Os caminhos da internacionalização das empresas angolanas” reuniu empresários de forma presencial e virtual.

Vicente Soares, que também é empresário, aponta vários factores que influenciam a baixa competitividade no mercado nacional, com destaque para os custos da matéria-prima, vias de acesso funcionais, fornecimento de energia eléctrica ineficaz, abastecimento de água, bem como mão-de-obra qualificada.

“ Os empresários não podem ter custos baixos, se não tiverem  insumos baixos e tão pouco matéria-prima a custos baixos. Nós  ainda vivemos estas situações e  temos ainda estradas degradadas”, disse o empresário, reconhecendo ao mesmo tempo os esforços e  a vontade política  do Executivo angolano em melhorar o  quadro.

Vicente Soares  falou sobre “A competitividade  das empresas angolanas “ no seminário sobre Caminhos da Internacionalização das Empresas Angolanas, uma iniciativa da Zona Económica Especial (ZEE) Luanda Bengo e a CCIA.

Apesar dos investimentos programados e em execução, “ temos de admitir  que muito ainda há por ser feito. A  energia tem melhorando bastante, mas ainda não  cobre  a demanda, e a água continua ser quebra cabeça”, asseverou.

No seu entender, os programas devem ser estendido a medida do “lençol”, isto é, enquanto o Executivo preocupa-se com os projectos estruturantes e das reformas administrativas, os empresários são chamados a serem os contínuos “heróis”, com a capacidade de inovação.

Para ele, as reformas tributárias, administrativas e o programa Simplifica 1.0 podem ajudar  na  melhoria da competitividade das empresas, mas, é de opinião que ainda levará o seu tempo.

No entanto, apelou a preparação das empresas angolanas para os próximos desafios, com destaque dos acordos assumidos pelo país em torno da Zona de Comércio Livre Continental Africana (ZCLA) e da SADC.

“Temos de melhorar a competitividade e enfrentar a Zona de Comércio Livre, que  a sua implementação depende do sector privado”, exortou.

Lembrou que a competição não tem o propósito de anular a concorrência, mas de viver nela.

Para uma empresa ser competitiva,  no âmbito da concorrência internacional, sublinhou, deve aumentar a cota de mercado e maximizar o lucro.

O seminário sobre “Os caminhos da internacionalização das empresas angolanas” reuniu empresários de forma presencial e virtual.