Cinco mil moradores do Kilamba com dívidas nas prestações mensais

  • Centralidade do Kilamba
Luanda – Perto de cinco mil moradores (25% das 20 mil famílias) da Centralidade do Kilamba ainda continuam sem pagar as suas prestações mensais da renda resolúvel das habitações construídas com fundos do Estado, soube esta quarta-feira a ANGOP.

O actual número de devedores representa uma redução significativa de 75% (15 mil famílias), em relação ao ano 2020, período em que a dívida dos moradores da maior centralidade do país rondava os 80 por cento, ou seja, pelo menos 16 mil inquilinos não pagavam a renda resolúvel. 

De acordo com o director nacional de Gestão Fundiária e Habitação, Adérito Mohamed, a diminuição da dívida resultou da colaboração dos próprios moradores, que responderam satisfatoriamente os apelos e a sensibilização do Fundo de Fomento Habitacional (FFH). 

Em entrevista à ANGOP, a fonte do Ministério das Obras Públicas e Ordenamento do Território (Minopot) afirmou que o sector vai continuar a trabalhar no sentido dos devedores honrarem com as obrigações contratuais até o primeiro trimestre de 2022. 

Sem precisar o valor total recuperado das dívidas, o director nacional clarificou que das 20 mil famílias que vivem no Kilamba, 75% (15 mil inquilinos) já paga as prestações mensais.

Segundo o Decreto Executivo conjunto dos ministérios das Finanças e das Obras Públicas e do Ordenamento do Território, publicado em 2020, o prazo de pagamento das habitações construídas com fundos públicos é de até 30 anos (360 meses de maturidade - prestações), nos casos em que o imóvel é adquirido na modalidade de Renda Resolúvel. 

A par do Sequele, em Luanda, as habitações da Centralidade do Kilamba já estão todas ocupadas ou comercializadas, por via dos regimes de Renda Resolúvel e Pronto Pagamento.  

Numa combinação entre vivendas e apartamentos, o Kilamba é a primeira e maior centralidade erguida no país, no âmbito do Programa Nacional de Urbanismo e Habitação (PNUH), contando com 710 edifícios (20.002 apartamentos).

Inaugurada a 11 de Julho de 2011, essa centralidade está situada no distrito urbano do Kilamba, município de Belas, a cerca de 40 quilómetros a sul do centro da capital angolana. O projecto habitacional foi concebido para se desenvolver em três fases, com uma área de urbanização de 880 hectares.

O actual número de devedores representa uma redução significativa de 75% (15 mil famílias), em relação ao ano 2020, período em que a dívida dos moradores da maior centralidade do país rondava os 80 por cento, ou seja, pelo menos 16 mil inquilinos não pagavam a renda resolúvel. 

De acordo com o director nacional de Gestão Fundiária e Habitação, Adérito Mohamed, a diminuição da dívida resultou da colaboração dos próprios moradores, que responderam satisfatoriamente os apelos e a sensibilização do Fundo de Fomento Habitacional (FFH). 

Em entrevista à ANGOP, a fonte do Ministério das Obras Públicas e Ordenamento do Território (Minopot) afirmou que o sector vai continuar a trabalhar no sentido dos devedores honrarem com as obrigações contratuais até o primeiro trimestre de 2022. 

Sem precisar o valor total recuperado das dívidas, o director nacional clarificou que das 20 mil famílias que vivem no Kilamba, 75% (15 mil inquilinos) já paga as prestações mensais.

Segundo o Decreto Executivo conjunto dos ministérios das Finanças e das Obras Públicas e do Ordenamento do Território, publicado em 2020, o prazo de pagamento das habitações construídas com fundos públicos é de até 30 anos (360 meses de maturidade - prestações), nos casos em que o imóvel é adquirido na modalidade de Renda Resolúvel. 

A par do Sequele, em Luanda, as habitações da Centralidade do Kilamba já estão todas ocupadas ou comercializadas, por via dos regimes de Renda Resolúvel e Pronto Pagamento.  

Numa combinação entre vivendas e apartamentos, o Kilamba é a primeira e maior centralidade erguida no país, no âmbito do Programa Nacional de Urbanismo e Habitação (PNUH), contando com 710 edifícios (20.002 apartamentos).

Inaugurada a 11 de Julho de 2011, essa centralidade está situada no distrito urbano do Kilamba, município de Belas, a cerca de 40 quilómetros a sul do centro da capital angolana. O projecto habitacional foi concebido para se desenvolver em três fases, com uma área de urbanização de 880 hectares.