Combate à criminalidade propicia bom ambiente de negócios - CCIA

  • Vista aérea de algumas artéria da cidade do Luena, capital da província do Moxico
Luanda - O presidente da Câmara de Comercio e Indústria de Angola (CCIA), Vicente Soares, considera que o bom ambiente de negócios, no país, passa sim pela simplificação dos serviços, mas também pelo combate à criminalidade e corrupção.

Para o empresário, que falava à Televisão Publica de Angola, o ambiente de negócios em Angola ainda não é bom, tende a ser melhor, pelo que aponta a delinquência e casos de corrupção como sendo outros factores que influem negativamente na melhoria desejada.

Durante o programa “Grande Entrevista”, terça-feira, Vicente Soares sublinhou que a melhoria do “Doing Business”, não é apenas o cumprimento da lista das orientações do Banco Mundial, tendo em conta a existência de outros maus factores para o mesmo.

Neste particular, o presidente da Câmara de Comercio e Indústria de Angola apontou a corrupção, a delinquência e a forma como são recebidos os investidores estrangeiros no país.

No relatório do Ranking do “Doing Business-2020”, do Banco Mundial, Angola ocupa a 177ª posição, descendo quatro “degraus”. Em 2019 tinha recuperado quatro lugares, estando, desta feita, na 13ª posição a contar do último da lista, ou melhor, uma das piores economias.

Em reformas há mais de 10 anos, Angola está a digitalizar os serviços prestados na Administração Pública, além da redução dos prazos e custos para a obtenção, por exemplo, de uma licença de construção que passou de 373 dias para 184 ou menos tempo.

Nesta altura, a abertura de empresa custa 12 mil Kwanzas, isso para Sociedade por quotas pluripessoal simples ou complexa, e 42 mil kwanzas para Anónimas, unipessoal ou pluripessoal.

Ainda no quadro das reformas feitas, foi eliminada a obrigatoriedade de escritura pública, o imposto de início de actividade, e reduzida a escrituração mercantil, entre outras acções.

Actualmente com o Guiché Online, Angola continua a dar passos impactantes no domínio da abertura de empresas, além de outras reformas previstas.

A obtenção da licença de electricidade é outra área em melhorias no país, tal como a do comércio internacional, com a introdução da plataforma internacional da ASYCUDA, que prevê o desalfandegamento prévio da mercadoria e a redução das taxas nos portos.

Para o empresário, que falava à Televisão Publica de Angola, o ambiente de negócios em Angola ainda não é bom, tende a ser melhor, pelo que aponta a delinquência e casos de corrupção como sendo outros factores que influem negativamente na melhoria desejada.

Durante o programa “Grande Entrevista”, terça-feira, Vicente Soares sublinhou que a melhoria do “Doing Business”, não é apenas o cumprimento da lista das orientações do Banco Mundial, tendo em conta a existência de outros maus factores para o mesmo.

Neste particular, o presidente da Câmara de Comercio e Indústria de Angola apontou a corrupção, a delinquência e a forma como são recebidos os investidores estrangeiros no país.

No relatório do Ranking do “Doing Business-2020”, do Banco Mundial, Angola ocupa a 177ª posição, descendo quatro “degraus”. Em 2019 tinha recuperado quatro lugares, estando, desta feita, na 13ª posição a contar do último da lista, ou melhor, uma das piores economias.

Em reformas há mais de 10 anos, Angola está a digitalizar os serviços prestados na Administração Pública, além da redução dos prazos e custos para a obtenção, por exemplo, de uma licença de construção que passou de 373 dias para 184 ou menos tempo.

Nesta altura, a abertura de empresa custa 12 mil Kwanzas, isso para Sociedade por quotas pluripessoal simples ou complexa, e 42 mil kwanzas para Anónimas, unipessoal ou pluripessoal.

Ainda no quadro das reformas feitas, foi eliminada a obrigatoriedade de escritura pública, o imposto de início de actividade, e reduzida a escrituração mercantil, entre outras acções.

Actualmente com o Guiché Online, Angola continua a dar passos impactantes no domínio da abertura de empresas, além de outras reformas previstas.

A obtenção da licença de electricidade é outra área em melhorias no país, tal como a do comércio internacional, com a introdução da plataforma internacional da ASYCUDA, que prevê o desalfandegamento prévio da mercadoria e a redução das taxas nos portos.