Companhia Siderúrgica do Cuchi produz 250 toneladas de ferro guza/dia

Cuchi – Duzentas e cinquenta toneladas de ferro guza, metal intermédio entre o minério de ferro ou ferro bruto e o aço, são produzidas diariamente pela companhia siderúrgica do Cuchi, localizada no município com o mesmo nome, a 94 quilómetros de Menongue, sede capital do Cuando Cubango.

No total, são produzidas ao longo de cada mês, sete mil e 500 toneladas, com a maior quantidade armazenada para a exportação, na  República Popular da China, apesar de ser um produto que tem mercado aceitável em quase todos os paises.

Na quinta-feira, o Secretário de Estado dos Recursos Minerais, Jânio Correia Victor, efectuou uma visita guiada no estaleiro da companhia, mormente à principal unidade fabril e transformadora do ferro, denominada forno-escola, que para além da produção efectiva, tem servido para a formação e qualificação técnica dos operários.

De acordo com o director-geral do projecto, João de Melo, já estão preparadas 61 toneladas para a exportação, estando apenas a concluir-se os detalhes administrativos pontuais em relação ao porto e o navio para a exportação do metal que ocorre pela segunda vez, depois da primeira de 62 toneladas realizada em Agosto último.

A ultima exportação foi avaliada em seis milhões de dólares americanos (mais de três mil milhões de kwanzas).

Questionado sobre o valor monetário que se espera arrecadar com a exportação anunciada, disse que o mercado do ferro é uma comoditi, cujo preço é determinado pelo mercado mundial e nos últimos dias sofreu uma desvalorização muito grande, tendo baixado de 220 dólares norte-americanos para 100, embora apresente já  uma tendência crescente, estando actualmente quotado em 130 dólares.

“Tem 63 mil toneladas prontas para sair, aguardando-se que haja a recuperação do preço no mercado internacional, porque caiu de 220 dólares para USD cem, por cada tonelada. E hoje está na casa dos 130 com uma recuperação muito boa”, sublinhou.

Quanto à mão de obra, fez saber que a fabrica emprega directamente 200 técnicos, com 10 por cento de expatriado.

Porém, esclareceu, o complexo todo, incluindo a mina, a siderúrgica e o carvoamentro absorvem uma força de trabalho de cerca de mil e 700 empregos directos, número que poderá vir a aumentar quando entrarem em funcionamento as duas outras compenentes da fábrica.

 

No total, são produzidas ao longo de cada mês, sete mil e 500 toneladas, com a maior quantidade armazenada para a exportação, na  República Popular da China, apesar de ser um produto que tem mercado aceitável em quase todos os paises.

Na quinta-feira, o Secretário de Estado dos Recursos Minerais, Jânio Correia Victor, efectuou uma visita guiada no estaleiro da companhia, mormente à principal unidade fabril e transformadora do ferro, denominada forno-escola, que para além da produção efectiva, tem servido para a formação e qualificação técnica dos operários.

De acordo com o director-geral do projecto, João de Melo, já estão preparadas 61 toneladas para a exportação, estando apenas a concluir-se os detalhes administrativos pontuais em relação ao porto e o navio para a exportação do metal que ocorre pela segunda vez, depois da primeira de 62 toneladas realizada em Agosto último.

A ultima exportação foi avaliada em seis milhões de dólares americanos (mais de três mil milhões de kwanzas).

Questionado sobre o valor monetário que se espera arrecadar com a exportação anunciada, disse que o mercado do ferro é uma comoditi, cujo preço é determinado pelo mercado mundial e nos últimos dias sofreu uma desvalorização muito grande, tendo baixado de 220 dólares norte-americanos para 100, embora apresente já  uma tendência crescente, estando actualmente quotado em 130 dólares.

“Tem 63 mil toneladas prontas para sair, aguardando-se que haja a recuperação do preço no mercado internacional, porque caiu de 220 dólares para USD cem, por cada tonelada. E hoje está na casa dos 130 com uma recuperação muito boa”, sublinhou.

Quanto à mão de obra, fez saber que a fabrica emprega directamente 200 técnicos, com 10 por cento de expatriado.

Porém, esclareceu, o complexo todo, incluindo a mina, a siderúrgica e o carvoamentro absorvem uma força de trabalho de cerca de mil e 700 empregos directos, número que poderá vir a aumentar quando entrarem em funcionamento as duas outras compenentes da fábrica.