Covid-19 leva para baixo níveis de exportações de petróleo

  • Plataforma petrolífera
Luanda - O analista da consultora Ernst Young (EY), Carlos Basto, disse esta quarta-feira, em Luanda, que se prevê uma quebra das exportações petrolíferas de Angola para o nível mais baixo dos de 2008 (958 mil barris/dia), em resultado da pandemia da Covid-19.

Conforme o especialista, tal como em muito outros países produtores,  os próximos anos vão ser de reposição da capacidade e de exploração de novas oportunidades.

No entanto, Carlos Basto, que presidiu a abertura da Conferencia Internacional sobre Petróleo, Gás e Energia Renováveis, acredita na estratégia das políticas públicas no sector petrolífero angolano.

“A permanência de blocos é um sinal de receptividade do Executivo, e a forma como a reestruturação do sector  petrolífero tem sido conduzida é um sinal de que não deixará de ser considerado pelos investidores estrangeiros”, asseverou.

Estes investimentos na produção, prosseguiu, serão complementados pelas três novas  refinarias planeadas para Cabinda, Soyo e Lobito.

Apontou ainda que um dos caminhos fundamentais para o desenvolvimento do sector  é a aposta  contínua  do Estado na criação de condições  de competitividade e de atractividade de investimento estrangeiro.

Depois de um período, em que a preocupação era a manutenção de níveis de storages, fez saber que os produtores estão cada vez mais focados no crescimento da receita e no retorno dos níveis normais de procura.

“ Nas últimas semanas, a tendência de crescimento do preço do crude e gás natural é forte, com a reforma da economia global a demonstrar a dependência que o mundo ainda tem dos combustíveis fósseis”, concluiu.

A Conferência Internacional sobre Petróleo, Gás e Energia Renováveis, decorre de 27 a 29 deste mês, em Luanda, numa promoção da empresa de consultoria nacional PetroAngola.

No  evento, que conta com  mais  de 100 exposições, 50 oradores e 25 apresentações técnicas, destaca-se a participação das principais figuras e profissionais da indústria petrolífera e das energias renováveis de Angola, assim como algumas individualidades internacionais.

Conforme o especialista, tal como em muito outros países produtores,  os próximos anos vão ser de reposição da capacidade e de exploração de novas oportunidades.

No entanto, Carlos Basto, que presidiu a abertura da Conferencia Internacional sobre Petróleo, Gás e Energia Renováveis, acredita na estratégia das políticas públicas no sector petrolífero angolano.

“A permanência de blocos é um sinal de receptividade do Executivo, e a forma como a reestruturação do sector  petrolífero tem sido conduzida é um sinal de que não deixará de ser considerado pelos investidores estrangeiros”, asseverou.

Estes investimentos na produção, prosseguiu, serão complementados pelas três novas  refinarias planeadas para Cabinda, Soyo e Lobito.

Apontou ainda que um dos caminhos fundamentais para o desenvolvimento do sector  é a aposta  contínua  do Estado na criação de condições  de competitividade e de atractividade de investimento estrangeiro.

Depois de um período, em que a preocupação era a manutenção de níveis de storages, fez saber que os produtores estão cada vez mais focados no crescimento da receita e no retorno dos níveis normais de procura.

“ Nas últimas semanas, a tendência de crescimento do preço do crude e gás natural é forte, com a reforma da economia global a demonstrar a dependência que o mundo ainda tem dos combustíveis fósseis”, concluiu.

A Conferência Internacional sobre Petróleo, Gás e Energia Renováveis, decorre de 27 a 29 deste mês, em Luanda, numa promoção da empresa de consultoria nacional PetroAngola.

No  evento, que conta com  mais  de 100 exposições, 50 oradores e 25 apresentações técnicas, destaca-se a participação das principais figuras e profissionais da indústria petrolífera e das energias renováveis de Angola, assim como algumas individualidades internacionais.