Crédito à economia continua pouco expressivo - BNA

  • Fazenda Agro Industrial De Camacupa, província do  Bié
Luanda - O governador do Banco Nacional de Angola considerou, que o crédito concedido à economia continua a ser pouco expressivo nos balanços dos bancos.

A situação, segundo o gestor,  está evidente nos rácios de transformação, sendo que 22 dos 25 bancos têm um rácio de transformação inferior a 50 %.

O Relatório de Análise Mensal  sobre Concessão  de Crédito ao Sector Real da  Economia, publicado pelo BNA em Agosto que à ANGOP teve acesso, indica a contratualização de novos créditos  ao sector  real no valor de 132, 983 mil milhões de kwanzas, dos quais 69,40 mil milhões (35,19% do montante mínimo a conceder em 2020) correspondem a financiamentos desembolsados.

Dos 520 projectos a financiar este ano, apenas 29 foram desembolsados no valor de 69, 40 mil milhões de kwanzas acima referidos, ao Abrigo do Aviso 10/2020, de 3 de Abril.

Os bancos BAI, Millennium Atlântico,  Caixa Geral  Angola, BFA, Keve, Standard Bank Angola, Banco Yetu, BIC, BNI, Keve, BIR, BMF são os principais financiadores dos projectos referidos

Este modelo de negócio, de acordo com o governador do Banco Central, é insustentável, não sendo expectável que o Tesouro volte a emitir obrigações indexadas à moeda estrangeira e não se esperando também uma depreciação da moeda nacional nos níveis vistos nos últimos anos.

Falando na abertura do IX Fórum de Economia e Finanças promovido pela ABANC- Associação Angolana de Bancos, José de Lima Massano, recomendou  a reavaliação das opções de negócio dos bancos comerciais, tendo em conta  a estratégia do Executivo de diversificação da economia que envolve, necessariamente, a redução das importações e a expansão do sector produtivo.

“ Como sabemos, é imprescindível para o desenvolvimento da nossa economia, ter um sector financeiro inclusivo, robusto e sustentável seguindo as normas e melhores práticas internacionais”, disse Massano, sustentando que este objectivo conduz  um enquadramento cada vez mais exigente para o sector bancário nacional.

Para além das alterações implementadas pelo Banco Central e a ocorrência da crise que resultou da pandemia de covid-19 e que ainda não se resolveu, que continua  a impor limitações à economia e,  consequentemente aos bancos, acrescem vários outros factores que vão colocar desafios relevantes ao sector bancário nacional, de acordo com o governador do BNA.

O  IX Fórum de Economia e Finanças da ABANC decorre por videoconferência nos dias 12 a 13, sob lema (Gestão de Risco e o Impacto do Processo da Equivalência da Supervisão da Banca em Angola”.

A situação, segundo o gestor,  está evidente nos rácios de transformação, sendo que 22 dos 25 bancos têm um rácio de transformação inferior a 50 %.

O Relatório de Análise Mensal  sobre Concessão  de Crédito ao Sector Real da  Economia, publicado pelo BNA em Agosto que à ANGOP teve acesso, indica a contratualização de novos créditos  ao sector  real no valor de 132, 983 mil milhões de kwanzas, dos quais 69,40 mil milhões (35,19% do montante mínimo a conceder em 2020) correspondem a financiamentos desembolsados.

Dos 520 projectos a financiar este ano, apenas 29 foram desembolsados no valor de 69, 40 mil milhões de kwanzas acima referidos, ao Abrigo do Aviso 10/2020, de 3 de Abril.

Os bancos BAI, Millennium Atlântico,  Caixa Geral  Angola, BFA, Keve, Standard Bank Angola, Banco Yetu, BIC, BNI, Keve, BIR, BMF são os principais financiadores dos projectos referidos

Este modelo de negócio, de acordo com o governador do Banco Central, é insustentável, não sendo expectável que o Tesouro volte a emitir obrigações indexadas à moeda estrangeira e não se esperando também uma depreciação da moeda nacional nos níveis vistos nos últimos anos.

Falando na abertura do IX Fórum de Economia e Finanças promovido pela ABANC- Associação Angolana de Bancos, José de Lima Massano, recomendou  a reavaliação das opções de negócio dos bancos comerciais, tendo em conta  a estratégia do Executivo de diversificação da economia que envolve, necessariamente, a redução das importações e a expansão do sector produtivo.

“ Como sabemos, é imprescindível para o desenvolvimento da nossa economia, ter um sector financeiro inclusivo, robusto e sustentável seguindo as normas e melhores práticas internacionais”, disse Massano, sustentando que este objectivo conduz  um enquadramento cada vez mais exigente para o sector bancário nacional.

Para além das alterações implementadas pelo Banco Central e a ocorrência da crise que resultou da pandemia de covid-19 e que ainda não se resolveu, que continua  a impor limitações à economia e,  consequentemente aos bancos, acrescem vários outros factores que vão colocar desafios relevantes ao sector bancário nacional, de acordo com o governador do BNA.

O  IX Fórum de Economia e Finanças da ABANC decorre por videoconferência nos dias 12 a 13, sob lema (Gestão de Risco e o Impacto do Processo da Equivalência da Supervisão da Banca em Angola”.