Criação de novos negócios potencia mercado dos seguros 

  • Logotipo da ARSEG
Luanda - A diversificação dos negócios por parte das seguradoras ajuda a potenciar o mercado dos seguros e alavancar a economia local, tendo em conta a dinâmica actual que o sector impõe, considerou o presidente do Conselho de Administração da Agência Reguladora dos Seguros, (ARSEG), Elmer  Serrão.

“Há toda uma necessidade de os operadores criarem estratégias de captação de novos negócios, estratégias assentes em desenvolvimento tecnológico, em controlo de custos e em organização interna em termos de governação corporativa”, ressaltou o gestor, durante um encontro com empresas do sector, na terça-feira.

Segundo o PCA, em termos de indicadores que representam a procura macro do sector, quer para os seguros quer para os fundos de pensões, os níveis continuam abaixo da média africana, situando-se a taxa de penetração dos seguros, abaixo de 1%, e a densidade, em pouco menos de 6 mil kwanzas por pessoa.

Actualmente a taxa de penetração de seguros, enfatizou o responsável, está fixada a 1%, abaixo da média dos países da África Austral que é de 3 por cento.

O sector, disse, de forma resiliente, procura encontrar soluções que minimizem o impacto negativo do actual contexto, tornando mais eficiente a gestão das suas operações de negócio e investindo em meios tecnológicos que permitiram a subscrição e resolução de sinistros online, bem como a oferta online de produtos de fundos de pensões.

Neste sentido, a ARSEG tem desenvolvido um conjunto de acções que visam dotar as empresas do sector com as ferramentas apropriadas para estarem preparadas para as oportunidades e à altura dos desafios que se aproximam.

Segundo Elmer Serrão, a ARSEG aderiu, no início do corrente ano, aos organismos internacionais IAIS – Associação Internacional dos Supervisores de Seguros e IOPS – Associação Internacional dos Supervisores de Fundos de Pensões.

“A adesão às referidas organizações vai contribuir para uma maior credibilização do sector financeiro nacional e colocar o mercado segurador e dos Fundos de Pensões angolano no mapa da indústria financeira mundial”, augurou.

Elmer Serrão, falava durante o Webinar “Conversas com rumo”, organizado pelo grupo “Medianova”, com presença limitada de alguns convidados. O evento abordou também o tema “Os nossos seguros e fundos de pensões estão seguros?”.

“O facto de o sector conseguir manter os seus clientes no actual contexto, mostra bem a importância que vai ganhando na vida das pessoas, das empresas e da sociedade, de modo geral. Porém, os níveis de consciência sobre seguros e de literacia financeira são muito baixos (….), referiu, apelando as famílias e empresas para a cultura de seguras.

O presidente do Conselho de Administração da Agência Reguladora dos Seguros (ARSEG) adiantou que, por conta disso, a consciência sobre os seguros ainda não está consolidada, havendo necessidade de mais trabalho para mudar o quadro da literacia financeira, tendo em conta o crescimento demográfico do país.

“Há toda uma necessidade de os operadores criarem estratégias de captação de novos negócios, estratégias assentes em desenvolvimento tecnológico, em controlo de custos e em organização interna em termos de governação corporativa”, ressaltou o gestor, durante um encontro com empresas do sector, na terça-feira.

Segundo o PCA, em termos de indicadores que representam a procura macro do sector, quer para os seguros quer para os fundos de pensões, os níveis continuam abaixo da média africana, situando-se a taxa de penetração dos seguros, abaixo de 1%, e a densidade, em pouco menos de 6 mil kwanzas por pessoa.

Actualmente a taxa de penetração de seguros, enfatizou o responsável, está fixada a 1%, abaixo da média dos países da África Austral que é de 3 por cento.

O sector, disse, de forma resiliente, procura encontrar soluções que minimizem o impacto negativo do actual contexto, tornando mais eficiente a gestão das suas operações de negócio e investindo em meios tecnológicos que permitiram a subscrição e resolução de sinistros online, bem como a oferta online de produtos de fundos de pensões.

Neste sentido, a ARSEG tem desenvolvido um conjunto de acções que visam dotar as empresas do sector com as ferramentas apropriadas para estarem preparadas para as oportunidades e à altura dos desafios que se aproximam.

Segundo Elmer Serrão, a ARSEG aderiu, no início do corrente ano, aos organismos internacionais IAIS – Associação Internacional dos Supervisores de Seguros e IOPS – Associação Internacional dos Supervisores de Fundos de Pensões.

“A adesão às referidas organizações vai contribuir para uma maior credibilização do sector financeiro nacional e colocar o mercado segurador e dos Fundos de Pensões angolano no mapa da indústria financeira mundial”, augurou.

Elmer Serrão, falava durante o Webinar “Conversas com rumo”, organizado pelo grupo “Medianova”, com presença limitada de alguns convidados. O evento abordou também o tema “Os nossos seguros e fundos de pensões estão seguros?”.

“O facto de o sector conseguir manter os seus clientes no actual contexto, mostra bem a importância que vai ganhando na vida das pessoas, das empresas e da sociedade, de modo geral. Porém, os níveis de consciência sobre seguros e de literacia financeira são muito baixos (….), referiu, apelando as famílias e empresas para a cultura de seguras.

O presidente do Conselho de Administração da Agência Reguladora dos Seguros (ARSEG) adiantou que, por conta disso, a consciência sobre os seguros ainda não está consolidada, havendo necessidade de mais trabalho para mudar o quadro da literacia financeira, tendo em conta o crescimento demográfico do país.