Crise de gasóleo já dura uma semana

  • Bombas de combustível da Sonangol (ARQUIVO)
Lubango – A província da Huíla regista uma carência de gasóleo há uma semana, causando transtornos aos consumidores, ávidos por um pronunciamento da Sonangol.

Alguns postos da Pumangol, de forma intermitente vão sendo reabastecidos, criando longa filas, sobretudo de camiões pesados carregados de mercadorias. Muitos chegam a passar mais de uma noite na bicha, na esperança de obter o gasóleo.

António Fragata, camionista carregado cerveja para o Cunene, encontrado num dos postos da urbe, disse que aguarda pelo reabastecimento desde domingo.

“O gerente da bomba diz-nos sempre que podem reabastecer o posto a qualquer momento, mas a verdade é que já estamos aqui há quatro dias e nada melhorou”, frisou.

Um outro utente, Carlos Américo, declarou que está numa situação “insustentável”, sobretudo, porque não há informação clara sobre o que se passa.

Acrescentou que tem  o camião carregado de tomate para Luanda, que corre muitos riscos de se perder.

O gerente de um dos postos da Total, que preferiu anonimato, disse não ter informações sobre o que realmente se passa.

Contactada pela ANGOP, a direcção da Sonangol na Huíla negou prestar qualquer explicação, remeteu o assunto ao gabinete de comunicação, em Luanda.

Este ano, essa é a segunda crise de combustíveis na região, sendo que a de Janeiro foi de gasolina e agora de gasóleo.

 

Alguns postos da Pumangol, de forma intermitente vão sendo reabastecidos, criando longa filas, sobretudo de camiões pesados carregados de mercadorias. Muitos chegam a passar mais de uma noite na bicha, na esperança de obter o gasóleo.

António Fragata, camionista carregado cerveja para o Cunene, encontrado num dos postos da urbe, disse que aguarda pelo reabastecimento desde domingo.

“O gerente da bomba diz-nos sempre que podem reabastecer o posto a qualquer momento, mas a verdade é que já estamos aqui há quatro dias e nada melhorou”, frisou.

Um outro utente, Carlos Américo, declarou que está numa situação “insustentável”, sobretudo, porque não há informação clara sobre o que se passa.

Acrescentou que tem  o camião carregado de tomate para Luanda, que corre muitos riscos de se perder.

O gerente de um dos postos da Total, que preferiu anonimato, disse não ter informações sobre o que realmente se passa.

Contactada pela ANGOP, a direcção da Sonangol na Huíla negou prestar qualquer explicação, remeteu o assunto ao gabinete de comunicação, em Luanda.

Este ano, essa é a segunda crise de combustíveis na região, sendo que a de Janeiro foi de gasolina e agora de gasóleo.