Cooperativa no Cuito Cuanavale aposta no fomento da agricultura

Menongue - Seis toneladas de cebolas foram recolhidas, nos últimos dias, no município do Cuito Cuanavale, a 189 quilómetros a leste da cidade de Menongue, capital do Cuando Cubango, pela cooperativa 4 de Fevereiro.

Três das seis toneladas recolhidas foram vendidas, pela primeira vez, na quinta-feira, em Menongue, pelo responsável da cooperativa, Celestino Tchindelele.

Para além da cebola, o agricultor, que já constituiu uma cooperativa com 12 trabalhadores, cultiva tomate (com uma previsão de colheita de cinco toneladas até Dezembro próximo), milho e outras culturas, num terreno de sete hectares.

Celestino Tchindelele apontou que a  falta de insecticidas para o combate das  pragas nas plantas de tomate, sobretudo, faz com que haja redução de quantidades das colheitas, a par da carência de transporte para o escoamento dos produtos da lavra para a sede do Cuito Cuanavale, em função da distância.

Para evitar a perda da produção, o agricultor vende o quilo de ceboula  a 3 mil kwanzas, ao invés de 4 mil registados nos mercados informais.

Celestino Tchindelele aposta na actividade agrícola, onde procura, com as colheitas, sustentar a família e comercializar o excedente para a aquisição de produtos fora do campo de cultivo.

A propósito, a vice-governadora do Cuando Cubango para o sector político, social e económico, Carla Cativa, considerou uma mais-valia a aposta feita pela cooperativa, pois surge em resposta aos apelos do governo para a prática agrícola anual, aproveitando zonas ribeirinhas para horticulturas.

Carla Cativa destacou  a produção, em grande escola, no município do Rivungo, fronteiriço com a Zâmbia, na faixa leste da província, de tomate, beterraba, repolho, couve, apesar da dificuldade de acesso por terra para o escoamento em Menongue e outras localidades, para a sua rentabilização.

Apontou a existência de de 80 toneladas de alho no município de Mavinga por escoar, a par de um agricultor com mais de 30 toneladas de milho, colheita que resultou do apoio do governo com fertilizantes, sementes e outros inputs.

Carla Cativa acredita que a implementação do PRODESI vai fomentar  a agricultura, uma vez que a maior dificuldade tem sido a transportação dos produtos do campo para a cidade, agudizada com o estado degradado das vias de acesso.

Para divulgar as potencialidades agrícolas do Cuando Cubango, duas feiras serão realizadas este ano, pelo Gabinete Provincial de Desenvolvimento Económico Integrado, com o objectivo de atrair investidores e comerciantes.

A província do Cuando Cubango controla 68 mil camponeses que beneficiaram de imputes nesta campanha agrícola.

Três das seis toneladas recolhidas foram vendidas, pela primeira vez, na quinta-feira, em Menongue, pelo responsável da cooperativa, Celestino Tchindelele.

Para além da cebola, o agricultor, que já constituiu uma cooperativa com 12 trabalhadores, cultiva tomate (com uma previsão de colheita de cinco toneladas até Dezembro próximo), milho e outras culturas, num terreno de sete hectares.

Celestino Tchindelele apontou que a  falta de insecticidas para o combate das  pragas nas plantas de tomate, sobretudo, faz com que haja redução de quantidades das colheitas, a par da carência de transporte para o escoamento dos produtos da lavra para a sede do Cuito Cuanavale, em função da distância.

Para evitar a perda da produção, o agricultor vende o quilo de ceboula  a 3 mil kwanzas, ao invés de 4 mil registados nos mercados informais.

Celestino Tchindelele aposta na actividade agrícola, onde procura, com as colheitas, sustentar a família e comercializar o excedente para a aquisição de produtos fora do campo de cultivo.

A propósito, a vice-governadora do Cuando Cubango para o sector político, social e económico, Carla Cativa, considerou uma mais-valia a aposta feita pela cooperativa, pois surge em resposta aos apelos do governo para a prática agrícola anual, aproveitando zonas ribeirinhas para horticulturas.

Carla Cativa destacou  a produção, em grande escola, no município do Rivungo, fronteiriço com a Zâmbia, na faixa leste da província, de tomate, beterraba, repolho, couve, apesar da dificuldade de acesso por terra para o escoamento em Menongue e outras localidades, para a sua rentabilização.

Apontou a existência de de 80 toneladas de alho no município de Mavinga por escoar, a par de um agricultor com mais de 30 toneladas de milho, colheita que resultou do apoio do governo com fertilizantes, sementes e outros inputs.

Carla Cativa acredita que a implementação do PRODESI vai fomentar  a agricultura, uma vez que a maior dificuldade tem sido a transportação dos produtos do campo para a cidade, agudizada com o estado degradado das vias de acesso.

Para divulgar as potencialidades agrícolas do Cuando Cubango, duas feiras serão realizadas este ano, pelo Gabinete Provincial de Desenvolvimento Económico Integrado, com o objectivo de atrair investidores e comerciantes.

A província do Cuando Cubango controla 68 mil camponeses que beneficiaram de imputes nesta campanha agrícola.