ADPP financia projectos de apoio à mulher rural

  • Campos agrícolas (Foto ilustração)
Ndalatando – Novecentos e cinquenta mil dólares americanos (mais de 601 milhões de kwanzas) constitui o valor aplicado, nos últimos cincos anos, pela organização Ajuda de Desenvolvimento de Povo para Povo (ADPP) no financiamento de projectos agrícolas e de apoio à mulher rural em seis províncias de Angola.

O facto foi revelado à Angop, esta quarta-feira, em Ndalatando (Cuanza Norte), pela presidente do Conselho de Administração da ADPP, Rikki Viholmi.

A responsável aclarou que os referidos projectos estão a ser implementados, em parceria com o Ministério da Acção Social, Família e Promoção da Mulher, em oito municípios das províncias de Luanda, Cuanza Norte, Cuanza Sul, Malanje, Namíbe e Huíla.

Além da componente agrícola, a acção compreende igualmente a capacitação das camponesas em matéria de empreendedorismo, diversificação da economia, consciência jurídica, desenvolvimento comunitário, educação sexual, saúde reprodutiva, alfabetização, combate à malária e outras.

Seis mil mulheres, organizadas em 153 clubes de agricultores, em 120 comunidades rurais, das seis províncias referenciadas, estão a beneficiar dos mesmos projectos.

Rikki Viholmi disse que, nas províncias do Cuanza Norte, Cuanza Sul e Malanje, os projectos de apoio à mulher rural, em curso desde 2020, estão a beneficiar quatro mil camponesas, no quadro de um financiamento disponibilizado por uma empresa petrolífera, no valor de 200 mil dólares ( mais de 126 milhões de Kwanzas) para um período de três anos.

Nessas três províncias, apontou, a acção abarca também a componente comunitária direccionada às mulheres organizadas em grupos de trabalho e com iniciativas de troca de experiência sobre técnicas de produção, melhoria da qualidade dos solos e variação da produção.

Já em Luanda, referiu, o projecto da ADPP, iniciado em 2017, e com duração de cinco anos, está direccionado a mil e 500 camponesas dos municípios de Belas e Icolo e Bengo, a quem a instituição presta apoio em técnicas de produção agrícola, empreendedorismo e desenvolvimento comunitário, à luz de um financiamento de 50 mil dólares/ano ( mais de 31 milhões de kwanzas).

Rikki Viholmi indicou que a acção da sua organização abrange também 750 camponeses dos municípios da Bibala (província do Namíbe) e dos Gambos (Huíla), onde foram criadas, desde 2020, escolas de campo para apoio às comunidades no reforço das técnicas de produção agrícola, com um financiamento global de 500 mil dólares e duração de dois anos.

A organização ADPP opera em Angola há mais de 20 anos, actuando nas áreas de educação, saúde, agricultura, ambiente, desenvolvimento comunitário e integrado das comunidades rurais, por via da capacitação de indivíduos, famílias e comunidades para mudanças positivas nas suas vidas.

No Cuanza Norte, a organização conta com uma escola de formação de professores no município do Lucala, a 37 quilómetros de Ndalatando (capital da província), para além de desenvolver vários projectos comunitários em outros municípios.

 

O facto foi revelado à Angop, esta quarta-feira, em Ndalatando (Cuanza Norte), pela presidente do Conselho de Administração da ADPP, Rikki Viholmi.

A responsável aclarou que os referidos projectos estão a ser implementados, em parceria com o Ministério da Acção Social, Família e Promoção da Mulher, em oito municípios das províncias de Luanda, Cuanza Norte, Cuanza Sul, Malanje, Namíbe e Huíla.

Além da componente agrícola, a acção compreende igualmente a capacitação das camponesas em matéria de empreendedorismo, diversificação da economia, consciência jurídica, desenvolvimento comunitário, educação sexual, saúde reprodutiva, alfabetização, combate à malária e outras.

Seis mil mulheres, organizadas em 153 clubes de agricultores, em 120 comunidades rurais, das seis províncias referenciadas, estão a beneficiar dos mesmos projectos.

Rikki Viholmi disse que, nas províncias do Cuanza Norte, Cuanza Sul e Malanje, os projectos de apoio à mulher rural, em curso desde 2020, estão a beneficiar quatro mil camponesas, no quadro de um financiamento disponibilizado por uma empresa petrolífera, no valor de 200 mil dólares ( mais de 126 milhões de Kwanzas) para um período de três anos.

Nessas três províncias, apontou, a acção abarca também a componente comunitária direccionada às mulheres organizadas em grupos de trabalho e com iniciativas de troca de experiência sobre técnicas de produção, melhoria da qualidade dos solos e variação da produção.

Já em Luanda, referiu, o projecto da ADPP, iniciado em 2017, e com duração de cinco anos, está direccionado a mil e 500 camponesas dos municípios de Belas e Icolo e Bengo, a quem a instituição presta apoio em técnicas de produção agrícola, empreendedorismo e desenvolvimento comunitário, à luz de um financiamento de 50 mil dólares/ano ( mais de 31 milhões de kwanzas).

Rikki Viholmi indicou que a acção da sua organização abrange também 750 camponeses dos municípios da Bibala (província do Namíbe) e dos Gambos (Huíla), onde foram criadas, desde 2020, escolas de campo para apoio às comunidades no reforço das técnicas de produção agrícola, com um financiamento global de 500 mil dólares e duração de dois anos.

A organização ADPP opera em Angola há mais de 20 anos, actuando nas áreas de educação, saúde, agricultura, ambiente, desenvolvimento comunitário e integrado das comunidades rurais, por via da capacitação de indivíduos, famílias e comunidades para mudanças positivas nas suas vidas.

No Cuanza Norte, a organização conta com uma escola de formação de professores no município do Lucala, a 37 quilómetros de Ndalatando (capital da província), para além de desenvolver vários projectos comunitários em outros municípios.