Agro empresaria rende mais de AKZ 70 milhões no Cuanza Norte

Ndalatando – Mais de 70 milhões de kwanzas foram arrecadados pela empresaria, Maria Ricardo, que investe no sector agrícola, no município do Golungo Alto, província do Cuanza Norte.

Este valor resulta da colheita de 90 toneladas de tomate, numa parcela inicial de seis hectares.

Maria Ricardo, que tem 120 hectares, na localidade do Luinha, comuna de Cambondo, começou a dar os primeiros passos na produção de tomate, na campanha agrícola 2019/2020, com um investimento inicial de dois milhões de kwanzas.

Em declarações à Angop, terça-feira, a propósito da inauguração de um supermercado, também sua propriedade, informou que actualmente colhe diariamente 200 caixas de 25 quilogramas de tomate,  mas por dificuldades de transporte  chega a perder, semanalmente, 30 caixas (cerca de 750 quilogramas).

Maria Ricardo, que investe no sector agrícola desde 2015, se formou em administração, na especialidade de agro negócio, na República do Brasil, em 2012 e decidiu regressar a terra natal, na companhia do marido, para se dedicar à produção agrícola.

A par do tomate, que é comercializado nas províncias do Uíge, Malanje e de Luanda, a empresaria produz feijão, cebola, pimento, couve, milho e mandioca.

 Informou que tem em carteira, caso haja financiamento,  o aumento da produção e a construção de uma fábrica de massa de tomate.

O projecto de construção da fabrica de tomate, que já foi enviado a uma instituição bancária, está avaliado em 180 milhões de kwanzas.

Por dificuldade de  financiamento, Maria Ricardo fez saber que o aumento da produção e a inovação dos sistemas de regra tem dependido, em grande medida, dos lucros que obtém em cada época agrícola. 

O supermercado foi inaugurado pela vice- governadora para o sector político, social e económico do Cuanza Norte, Leonor de Lima e Cruz.

Este valor resulta da colheita de 90 toneladas de tomate, numa parcela inicial de seis hectares.

Maria Ricardo, que tem 120 hectares, na localidade do Luinha, comuna de Cambondo, começou a dar os primeiros passos na produção de tomate, na campanha agrícola 2019/2020, com um investimento inicial de dois milhões de kwanzas.

Em declarações à Angop, terça-feira, a propósito da inauguração de um supermercado, também sua propriedade, informou que actualmente colhe diariamente 200 caixas de 25 quilogramas de tomate,  mas por dificuldades de transporte  chega a perder, semanalmente, 30 caixas (cerca de 750 quilogramas).

Maria Ricardo, que investe no sector agrícola desde 2015, se formou em administração, na especialidade de agro negócio, na República do Brasil, em 2012 e decidiu regressar a terra natal, na companhia do marido, para se dedicar à produção agrícola.

A par do tomate, que é comercializado nas províncias do Uíge, Malanje e de Luanda, a empresaria produz feijão, cebola, pimento, couve, milho e mandioca.

 Informou que tem em carteira, caso haja financiamento,  o aumento da produção e a construção de uma fábrica de massa de tomate.

O projecto de construção da fabrica de tomate, que já foi enviado a uma instituição bancária, está avaliado em 180 milhões de kwanzas.

Por dificuldade de  financiamento, Maria Ricardo fez saber que o aumento da produção e a inovação dos sistemas de regra tem dependido, em grande medida, dos lucros que obtém em cada época agrícola. 

O supermercado foi inaugurado pela vice- governadora para o sector político, social e económico do Cuanza Norte, Leonor de Lima e Cruz.